Não dá pra achar isso normal! Não podemos normalizar!!!
@pmmg.oficial tem que dar uma resposta!!!
Renato Rios Neto
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Não dá pra achar isso normal! Não podemos normalizar!!!
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Renato Rios Neto
O encontro tratou da proposta de emenda constitucional para garantir a recomposição anual das perdas inflacionárias. Durante a reunião, o governador manifestou apoio à iniciativa.
Ficou definido que, na próxima semana, terão início os trâmites na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O texto será construído com foco na definição de uma data-base para revisão salarial, incluindo a fixação de um mês específico para a recomposição.
A expectativa é de tramitação ágil, permitindo que a medida seja aprovada a tempo de produzir efeitos no próximo ano. A proposta busca regulamentar um direito dos servidores, incluindo profissionais da segurança pública e do setor administrativo.
O próximo passo será a conclusão do texto, seu envio ao governador e posterior encaminhamento à ALMG para votação.
Renata Pimenta
Após a reunião de hoje, há expectativa de que o Governo de Minas envie à ALMG um novo texto para corrigir as inconstitucionalidades do projeto da Revisão Geral Anual.
A mobilização agora é fundamental. A categoria já está sendo convocada para lotar as galerias da Assembleia assim que o texto chegar, pressionando pela aprovação e pela efetiva aplicação do reajuste.
A orientação é clara: compartilhar a informação e fortalecer a mobilização, porque sem pressão não há conquista.
https://www.facebook.com/share/r/1ZVZ4esQS7/
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Simulação rápida e sem compromisso.
Agradeço a preferência
Renata Pimenta
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Renata Araújo Pimenta
*Você sabia que já existiu uma Companhia de Polícia Feminina na PMMG?*
Antes mesmo da formação da primeira turma feminina, um passo decisivo já havia sido dado: em 29 de maio de 1981, um decreto oficializou a criação da Companhia de Polícia Feminina.
A Companhia foi criada para atuar em frentes específicas do policiamento ostensivo, especialmente em locais frequentados por mulheres, menores e pessoas idosas.
Com identidade própria, a unidade possuía regulamento e brasão exclusivos. Sua sede inicial foi a Academia de Polícia Militar, depois o bairro Gutierrez e, posteriormente, a Rua dos Pampas, onde hoje funciona o CRS.
Em 1991, a Companhia foi extinta, e seu efetivo redistribuído entre os batalhões já existentes, marcando o fim de uma unidade pioneira.
🎖️ *Neste ano, celebramos os 45 anos da PFem na PMMG!*
*Uma trajetória que orgulha a Instituição e inspira novas gerações*. 👮♀️

O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Leite (MDB), disse nesta quinta-feira (23) que, para começar a tramitar na Casa, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que recompõe anualmente os salários dos servidores da segurança pública estadual precisa ter uma versão enviada pelo poder Executivo. Nesta semana, o governador Mateus Simões (PSD) anunciou apoio ao texto, encaminhado ao Parlamento em 2024 por algumas Câmaras Municipais mineiras.
Segundo Tadeuzinho, há vício de iniciativa na proposta remetida pelos Legislativos locais, o que implica a necessidade de reenvio.
“A política remuneratória dos servidores públicos é de competência exclusiva do governador do estado. Neste momento, com esse apoiamento que o governador está dando a essa temática, é aguardar que o governo encaminhe uma nova PEC, para que a gente possa corrigir esse vício de iniciativa, essa inconstitucionalidade. Aí, sim, vamos poder dar sequência e iniciar a tramitação desse tema tão importante a todos os servidores públicos do estado”, afirmou.
Apesar da ponderação, o chefe do Legislativo demonstrou apoio ao debate sobre o tema. Segundo ele, o fato de a PEC estar em banho-maria desde 2024, quando chegou à Casa, não decorre de “falta de vontade” dos parlamentares, mas do já citado vício de iniciativa.
“Aqui na Casa, todo assunto que envolve o servidor público estadual sempre teve prioridade. Tanto é que, em todas as discussões sobre, por exemplo, recomposições e reajustes, diversos parlamentares fazem emendas, tentando aprimorar e melhorar questões para os servidores”, pontuou.
Segundo a PEC, o reajuste inflacionário anual aconteceria por meio de Lei Delegada editada anualmente pelo Palácio Tiradentes. Estão no escopo da proposta a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros Militar, a Polícia Civil, a Polícia Penal e os agentes socioeducativos.
Como O Fator revelou, o padrinho da proposta é o tenente-coronel da reserva Domingos Sávio de Mendonça, que em 2019 ganhou notoriedade por um áudio com ameaças ao então governador Romeu Zema (Novo).
Mendonça assina o texto de justificativa apensado à matéria apresentada pelas Câmaras Municipais. No material, ele diz que o objetivo é “assegurar, substancialmente, um direito de natureza constitucional, promover estabilidade nas relações entre os servidores públicos e o Estado, abolir a violência patrimonial e psicológica praticada pelo Estado em desfavor de seus servidores públicos”.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) participou dos primeiros passos da articulação ao redor da PEC. O parlamentar intermediou conversas entre o governo do estado e entidades de classe ligadas à segurança para tratar do tema.
Nesta sexta-feira (24), emissários dos sindicatos vão conversar com representantes do Executivo a fim de avançar nas tratativas sobre o texto.
Servidiees da segurança de Minas Gerais têm relatado um problema que vem causando transtornos financeiros e constrangimentos: valores descontados diretamente no contracheque, referentes a cartão consignado do banco BMG, não estariam sendo repassados à instituição financeira.
De acordo com os relatos, mesmo com o débito regular em folha, os servidores acabam tendo o cartão bloqueado e passam a receber cobranças para pagamento de boletos. A situação coloca os policiais em condição de inadimplência, apesar de já terem tido os valores descontados mensalmente.
“Estado não repassa, desconta no contracheque. Cartão é bloqueado, e o policial ainda recebe ligação de cobrança”, relatou uma das servidoras afetadas.
O modelo de consignação em folha prevê que o valor seja retido pelo órgão pagador e transferido à instituição financeira responsável. Quando esse repasse não ocorre, o consumidor — neste caso, o servidor público — acaba sendo penalizado indevidamente.
Especialistas apontam que a falha pode configurar irregularidade administrativa, já que o ente responsável pelo desconto tem obrigação de garantir o repasse correto. A ausência dessa transferência pode gerar prejuízos financeiros, restrições de crédito e danos morais aos atingidos.
Os casos devem ser formalmente apurados, e os servidores prejudicados orientados a registrar reclamações junto aos órgãos competentes, além de buscar resguardar seus direitos.
Renata Pimenta
Suspeito de roubos no Mangabeiras morre em confronto com a PM no Aglomerado da Serra
🤳🏽 Clique e leia mais: https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/suspeito-de-roubos-no-mangabeiras-morre-em-confronto-com-a-pm-no-aglomerado-da-serra/

Publicações no Instagram do ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo) com críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) coincidem com os posts feitos por ele com maior alcance médio, mostram análise e coleta de dados feita por O Fator até a noite dessa quarta-feira (22). Desde o início do ano, as publicações no perfil dele com críticas à Corte têm, em média, 106% mais curtidas.
Quando o quesito é o número de comentários, o Instagram também aponta para um desempenho bem melhor do ex-governador nos posts em que ataca o STF. Em média, as publicações do tipo, desde 1º de janeiro deste ano, apresentam 90% mais comentários.
*Leia mais:* https://cnnbr.app/short/c663312285/
*Pense bem, pense CNN*
Em mensagens de texto obtidas por O Fator, Cláudia afirma que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e sua assessoria não participarão da reunião desta sexta-feira (24), na Cidade Administrativa, entre as entidades representantes das tropas e a Secretaria de Estado de Governo (Segov).
Conforme mostrou a reportagem, em reunião com lideranças sindicais nessa quarta, Nikolas apontou que sua atuação se limitou a intermediar o diálogo entre os militares e a equipe do governador Mateus Simões, do PSD.
Já o tenente-coronel Mendonça, um dos padrinhos da PEC, disse que deixa as negociações com “total confiança” em Simões, no secretário de Estado de Governo, Castellar Neto, e no ex-chefe da pasta, Marcelo Aro (PP).
“A aprovação dessa PEC será a Lei Áurea da Segurança Pública, pois nenhum policial terá de submeter-se a servir de bucha de canhão da indústria da mendicância e aqueles que protegem a sociedade terão o direito de natureza alimentar protegido pela Constituição do Estado”, escreveu.
Na terça-feira (21), Mendonça foi um dos condecorados pelo governador com a Medalha da Inconfidência, honraria entregue no município de Ouro Preto durante as celebrações pelo Dia de Tiradentes.
Foi durante a cerimônia em homenagem ao Mártir da Inconfidência, aliás, que Simões anunciou o apoio à PEC. Ele falou sobre o tema minutos após divergir do prefeito ouro-pretano, Ângelo Oswaldo (PV), sobre a implantação de escolas cívico-militares.
Eleito vice-governador na chapa liderada por Zema em 2022, o pessedista tem buscado se aproximar dos militares em sua pré-campanha à reeleição. https://ofator.com.br/informacao/as-mensagens-de-coroneis-que-deixaram-as-articulacoes-por-pec-do-reajuste-da-seguranca/?fbclid=PAdGRzdgRXAaFleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZA81NjcwNjczNDMzNTI0MjcAAadu6vS7KJmsPsvybdzHgAY50dv6MqSnPeEuM-KjZSwaTZZjbSSkrnT3bCSvoA_aem_JGUROpihPdz4XnQdfi2qUA
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Não dá pra achar isso normal! Não podemos normalizar!!! @pmmg.oficial tem que dar uma resposta!!! Renato Rios Neto