sexta-feira, 6 de março de 2026

Simões sobre greve de professores: 'Cria vergonha na cara, sindicato'

 


Simões sobre greve de professores: 'Cria vergonha na cara, sindicato'


 




Mateus Simões diz que Cleitinho deveria 'caminhar' com ele

Em entrevista exclusiva ao EM, o vice-governador e pré-candidato ao Executivo mineiro diz que espera "responsabilidade" do senador sobre a disputa majoritária e


Fonte: Estado de Minas

Autor: Luiz Ribeiro

Em entrevista ao jornal Estado de Minas, o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, afirmou que espera que o senador Cleitinho Azevedo reavalie a possibilidade de disputar o governo do estado e caminhe junto com ele na eleição. Segundo Simões, duas candidaturas no mesmo campo político poderiam dividir a direita em Minas Gerais e abrir espaço para que a esquerda avance para o segundo turno.

Durante a entrevista, o vice-governador também destacou que pretende manter a aliança política com o governador Romeu Zema e que confia na escolha que o governador fizer para a composição da chapa. Ele citou três nomes do partido Novo que poderiam ocupar a vaga de vice: Tiago Mitraud, Fernanda Altoé e Gleidson Azevedo.

O jornalista Luiz Ribeiro destaca que o discurso de Simões demonstra uma estratégia política clara: manter a base de apoio unida em torno do grupo ligado a Zema e buscar uma frente ampla de centro-direita no estado. Ao mencionar Cleitinho e a possibilidade de divisão eleitoral, o vice-governador sinaliza preocupação com o cenário eleitoral e tenta incentivar uma composição política que evite a fragmentação do campo conservador em Minas Gerais.



https://www.google.com/amp/s/www.em.com.br/politica/2026/03/amp/7370068-mateus-simoes-diz-que-cleitinho-deveria-caminhar-com-ele.html

Romeu Zema pior governador que Minas Gerais já teve

 


Zema acena à segurança pública com projeto que amplia isenção previdenciária para militares

Proposta beneficia aposentados e pensionistas portadores de 17 doenças graves; veja lista
Militares em fila, de frente à bandeira de Minas
Os militares não tinham direito à isenção. Foto: Divulgação/PMMG

Em aceno às forças de segurança pública, o governo de Romeu Zema (Novo) vai enviar até segunda-feira (9) à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) um projeto de lei que amplia para policiais e bombeiros militares um benefício previdenciário já concedido aos servidores civis do estado. A proposta prevê a isenção de contribuição previdenciária, até o dobro do teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), para aposentados ou pensionistas das corporações diagnosticados com doenças graves ou incapacitantes.

A lista das 17 enfermidades está no fim da matéria.

A informação foi confirmada a O Fator por interlocutores do Palácio Tiradentes. Entre as condições previstas estão neoplasia maligna (câncer), esclerose múltipla e cardiopatia grave.

Segundo o texto do projeto, para ter acesso à isenção, o interessado deverá apresentar requerimento acompanhado de atestado médico, que será analisado por meio de laudo técnico oficial. A concessão, conforme apurou O Fator, poderá retroagir à data do diagnóstico da doença incapacitante, desde que posterior à aposentadoria ou à instituição da pensão.

Gesto político

Nos bastidores, a iniciativa é interpretada como um gesto político do Palácio Tiradentes em direção às forças de segurança pública, um dos segmentos mais influentes no debate eleitoral em Minas. O tema é especialmente sensível para a base bolsonarista, cuja agenda costuma priorizar pautas relacionadas às polícias e às carreiras militares.

A movimentação ocorre no momento em que o vice-governador Mateus Simões (PSD), apontado como pré-candidato ao governo em 2026, intensifica a aproximação com o Partido Liberal, legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro. O apoio da sigla é considerado estratégico para consolidar em Simões as forças da direita na disputa pelo comando do estado e reforçar a base necessária para chegar ao Palácio Tiradentes em 2027.

Como mostrou O Fator, dirigentes nacionais do PL afirmam, nos bastidores, que o eventual apoio da sigla à candidatura do vice-governador dependerá, entre outros, das posições que ele adotará na área de segurança pública quando assumir o comando do Executivo, no fim deste mês.

Condições previstas no projeto de lei

  1. Tuberculose ativa
  2. Alienação mental
  3. Esclerose múltipla
  4. Neoplasia maligna (câncer)
  5. Cegueira
  6. Hanseníase
  7. Paralisia irreversível e incapacitante
  8. Cardiopatia grave
  9. Doença de Parkinson
  10. Espondiloartrose anquilosante
  11. Nefropatia grave
  12. Hepatopatia grave
  13. Estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante)
  14. Contaminação por radiação
  15. Síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids)
  16. Acidente em serviço que resulte em aposentadoria
  17. Moléstia profissional

Leia também:

Caporezzo acusa Simões e Zema de usarem a policia para 'autopromoção' Deputado afirma que policiais acumulam mais de 45% de perdas inflacionárias e questiona se família de militar morto em Campo Belo receberá benefícios.

 

Caporezzo acusa Simões e Zema de usarem a policia para 'autopromoção'

Deputado afirma que policiais acumulam mais de 45% de perdas inflacionárias e questiona se família de militar morto em Campo Belo receberá benefícios.


O deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL) usou a morte do 3º sargento da Polícia Militar Rodrigo da Silva Pereira, de 40 anos, assassinado nesta semana em Campo Belo (MG), no Sul do estado, para criticar o governador Romeu Zema (Novo) e o vice-governador Mateus Simões (PSD) e cobrar a recomposição das perdas inflacionárias dos profissionais da segurança pública.Em discurso, o parlamentar questionou se a família do policial receberia benefícios e acusou o governo de não valorizar adequadamente a categoria.


“Perguntem para o governador Romeu Zema, para o Mateus Simões que quer ser governador agora, se a viúva do sargento Rodrigo, se o filho de cinco anos que viu o pai ser assassinado a tiros, se eles vão receber auxílio de alimentação, se eles vão receber auxílio de fardamento. Esse tipo de penduricalho não vai para a família desse herói que tombou morto”, afirmou.Caporezzo também cobrou a recomposição das perdas inflacionárias acumuladas nos salários das forças de segurança e disse que há desvalorização da carreira policial. “Olha o valor aqui gente, não é aumento não, é uma desvalorização de mais de 45% no salário do soldado, isso é uma vergonha. Se vocês querem continuar na vida pública, pague e valorize de fato a segurança pública, porque vocês são rápidos na hora de utilizar a imagem dos nossos policiais para a autopromoção política”, declarou.


Deputada pede investigação ao MP sobre renúncia fiscal de Zema

Em publicação nas redes sociais, o deputado reforçou as críticas direcionando a cobrança ao vice-governador. “Simões, pague a recomposição das perdas inflacionárias da segurança pública”, escreveu.Crime teria sido motivado por atuação contra o crime organizado

O 3º sargento Rodrigo da Silva Pereira foi morto na noite de quarta-feira (4/3) em uma emboscada quando estava dentro do próprio carro. Dois homens em uma motocicleta se aproximaram do veículo e efetuaram disparos. O filho do policial, de cinco anos, também estava no carro, mas não foi atingido.


Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais, o atentado teria sido motivado pela atuação do sargento no combate ao crime organizado na cidade.


Sargento da PM executado é enterrado sob forte comoção

Execução de sargento: um suspeito foi preso e outro morto, diz polícia

“Um dos indivíduos presos relatou, de forma muito clara, que o atentado ocorreu em virtude da atuação do sargento Rodrigo”, afirmou o major Marcos Paulo, subcomandante do 8º Batalhão da PM.


De acordo com o oficial, o policial vinha combatendo diretamente as atividades de um grupo criminoso que atua na região.


“Nas palavras desse criminoso, o sargento Rodrigo estava atrapalhando as atividades criminosas desse grupo, combatendo incisivamente esses crimes que esse grupo comete aqui no município de Campo Belo”, acrescentou.Após o crime, a polícia iniciou uma operação para localizar os suspeitos. Dois investigados morreram em confrontos com policiais, outro foi preso e um adolescente foi apreendido. Três armas de fogo foram recolhidas durante as ações.



 



O recado do PL a Cleitinho sobre a disputa pelo governo de Minas

Partido de Bolsonaro tem apreço pelo senador e quer preservar a boa relação, mas prega cautela sobre a definição de apoios
O senador Cleitinho Azevedo
Filiado ao Republicanos, Cleitinho analisa candidatura ao governo mineiro. Foto: Júlio Dutra/Republicanos

O PL sinalizou ao senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) que, por ora, não pode prometer ao parlamentar que o apoiará em caso de candidatura ao governo de Minas Gerais. O responsável por avisá-lo foi o presidente do partido no estado, o deputado federal Domingos Sávio. O Fator apurou que, apesar da resposta, o dirigente fez questão de ressaltar o apreço do PL pelo parlamentar.

Sávio explicou a Cleitinho que, antes de firmar alianças regionais, o partido precisa encaminhar a montagem do palanque nacional da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (RJ) à Presidência da República. 

A legenda não deseja assumir compromisso com um pré-candidato ao governo mineiro e, posteriormente, perceber que a agremiação do aliado não caminhará com Flávio.

É o que impede, também, que o PL acerte, neste momento, endosso à pré-candidatura do vice-governador Mateus Simões (PSD). Embora Simões se fie na proximidade com o deputado federal Nikolas Ferreira para obter o apoio dos liberais, os correligionários de Jair Bolsonaro apontam a intenção do governador Romeu Zema (Novo) de concorrer ao Palácio do Planalto como empecilho de momento.

Simões já declarou que, se Zema entrar na corrida eleitoral nacional, será seu cabo eleitoral em Minas. O PL, por seu turno, descarta vivenciar o expediente de 2022, quando entende que, apesar de ter lançado a candidatura do senador Carlos Viana ao Executivo estadual, ficou sem um palanque estruturado para Jair Bolsonaro, que tentava a reeleição, no estado.

Contraste com o Rio de Janeiro

Diante da decisão de esperar a construção das alianças federais de Flávio Bolsonaro, o PL mineiro só alinhou uma decisão majoritária até o momento: a pré-candidatura de Domingos Sávio ao Senado Federal.

Interlocutores do partido utilizam o caso do Rio de Janeiro, base eleitoral de Flávio, como forma de explicar a situação mineira. O entendimento é de que ainda não há, em solo mineiro, um ambiente de alianças suficientemente maduro para fazer um anúncio em bloco, como ocorreu no estado vizinho. 

Por lá, o núcleo bolsonarista oficializou, de uma só vez, as pré-candidaturas de Douglas Ruas (PL) ao governo e de Márcio Canella (União Brasil) e Cláudio Castro (PL) ao Senado.

Cleitinho intensifica conversas por alianças

Embora ainda não tenha batido o martelo sobre pleitear ou não o cargo que hoje é de Zema, Cleitinho intensificou as conversas sobre eventuais alianças. No início da semana, ele se encontrou com o ex-prefeito de Betim, Vittorio Medioli, a fim de consultá-lo sobre a possibilidade de conseguir o apoio do empresário na disputa.

Medioli acenou positivamente à ideia, mas não deu resposta definitiva. Ao empresário, Cleitinho indicou que há espaço para, por exemplo, indicá-lo ao secretariado em caso de vitória nas urnas.

Dicotomia do Republicanos

O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, quer uma candidatura própria do partido em Minas. O plano dos caciques da legenda inclui o prefeito de Patos de Minas (Alto Paranaíba) e presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Luís Eduardo Falcão, como alternativa para a cabeça de chapa em um cenário sem Cleitinho.

Em que pese o desejo de Pereira, Mateus Simões mantém o objetivo de atrair o Republicanos para o seu cordão de alianças. Como O Fator mostrou nessa quinta-feira (5), o pessedista tem dito a interlocutores que confia em um acordo com a legenda por causa da boa relação junto à Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), entidade que detém influência sobre as decisões da sigla.

Simões sobre greve de professores: 'Cria vergonha na cara, sindicato'

  Simões sobre greve de professores: 'Cria vergonha na cara, sindicato' https://www.google.com/amp/s/www.em.com.br/politica/2026/03/...