segunda-feira, 9 de março de 2026


 Portal Minas publicou que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, estaria avaliando recuar de uma eventual candidatura à Presidência da República para disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições de 2026.

Segundo a reportagem, pesquisas recentes de institutos como Datafolha e Real Time Big Data indicam que o governador aparece com cerca de 3% a 4% das intenções de voto em cenários nacionais, percentual considerado baixo para sustentar uma candidatura competitiva ao Palácio do Planalto.

Diante desse cenário, integrantes do Partido Novo avaliam que uma candidatura ao Senado poderia ser uma estratégia politicamente mais segura para manter a presença do grupo no cenário nacional.

A possibilidade de Zema compor como vice em uma eventual chapa liderada pelo senador Flávio Bolsonaro também teria perdido força nas últimas semanas. Articulações dentro do Partido Liberal e entre aliados da família Bolsonaro indicariam preferência por uma mulher na vaga de vice, numa tentativa de ampliar o diálogo com o eleitorado feminino. Nesse contexto, o nome da senadora Tereza Cristina passou a ser mencionado como alternativa.

Além das movimentações no cenário nacional, o governador também enfrenta pressões políticas em Minas Gerais, com desgastes em relação ao funcionalismo público e ao impasse envolvendo a dívida do estado com a União. Esses fatores, somados ao desempenho modesto nas pesquisas, têm alimentado a avaliação de que uma candidatura ao Senado poderia representar um caminho mais viável para a continuidade de sua carreira política.

Paraná Pesquisas: governo Zema é aprovado por 61% e desaprovado por 34% dos mineiros

 

https://www.em.com.br/politica/2026/03/7367112-zema-derruba-na-justica-isencao-para-militares-com-doencas-incapacitantes.html






Fachin mantém condenação de cabo da PMMG por críticas a câmeras corporais em fardas

O caso começou após postagem em rede social com críticas às câmeras corporais; na época, ele era candidato a deputado estadual
O presidente do STF, Edson Fachin, é o relator do caso. Foto: Luiz Silveira/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, negou recurso apresentado pelo ex-candidato a deputado estadual e cabo da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), Geraldo Magela da Silva Moreira, e manteve a condenação do militar a seis meses de detenção em regime aberto. A punição foi aplicada após críticas feitas por ele, em redes sociais, à implementação de câmeras operacionais no fardamento da corporação.

O caso teve origem em junho de 2022, quando o militar publicou em seu perfil no Instagram uma imagem de uma policial utilizando uma câmera acoplada à farda. Na legenda, em tom sarcástico, ele  comparou a tropa a uma “esposa traída”, que é sempre a última a saber das novidades.

Ele se referiu ao equipamento como um “presentinho” munido de GPS e sob o arbítrio de alguém “muito mais poderoso”. Na publicação, o militar ainda escreveu: “Nos tornamos os réus do sistema. Enquanto seremos os monitorados, as tornozeleiras continuarão sendo arrancadas dos criminosos”. 

No dia seguinte à publicação, uma denúncia anônima foi encaminhada à Corregedoria da Polícia Militar, o que deu início ao processo. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) apresentou denúncia com base no artigo 166 do Código Penal Militar, que trata de crítica indevida a ato de superior ou de autoridade militar.

Para o órgão, a manifestação teve o objetivo de desacreditar a política de uso de câmeras corporais e atingir o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), além do Comando-Geral da PMMG.

Defesa 

A defesa de Cabo Magela travou uma longa batalha jurídica, sustentando que a condenação violava direitos fundamentais. Entre os principais argumentos apresentados, os advogados questionaram a validade das provas digitais. Eles afirmaram que os “prints” não passaram por perícia técnica e que a “cadeia de custódia da prova fora desrespeitada”, tornando-as ilícitas.

Outro ponto central da defesa foi a alegação de que a condenação baseou-se “exclusivamente nas provas colhidas durante o inquérito policial militar”, sem produção de provas testemunhais sob o crivo do contraditório judicial. Segundo a defesa, o Ministério Público não arrolou testemunhas e o militar, em juízo, exerceu seu direito ao silêncio.

 Os advogados insistiram que o dolo não ficou comprovado: “A crítica exarada na publicação não está direcionada ao Comando da PMMG, sendo apenas um alerta à população quanto à necessidade de valorizar a ação policial”. Acrescentaram que o órgão não pode utilizar-se da hierarquia e da disciplina para silenciar a tropa, coibindo qualquer tipo de manifestação.

Derrotas sucessivas

A tramitação do caso nas instâncias judiciais foi marcada por decisões desfavoráveis ao militar. Em dezembro de 2023, a primeira instância do Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais (TJMMG) condenou o militar a oito meses de detenção.

Na ocasião, o colegiado negou a suspensão condicional da pena, conhecida como sursis, benefício que permite ao condenado cumprir a pena em liberdade. Na decisão, o colegiado considerou que a gravidade da conduta foi ampliada pelo fato de as críticas atingirem as autoridades máximas do estado e da corporação.

O caso foi analisado posteriormente em segunda instância e, em maio de 2024, a Corte reformou parcialmente a sentença. A pena foi reduzida para seis meses de detenção e o tribunal concedeu o benefício do sursis, que suspende a execução da pena desde que o condenado cumpra as condições estabelecidas pelo Judiciário.

Apesar da redução da condenação, o tribunal rejeitou a tese de prova ilícita. Os magistrados destacaram que o próprio militar admitiu, durante o inquérito, que o perfil nas redes sociais era de sua responsabilidade e que as publicações eram feitas sob sua coordenação e autorização. A defesa recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde também teve os pedidos rejeitados.

No STF

A decisão do ministro Edson Fachin, publicada nesta segunda-feira (9), reafirmou que o militar desobedeceu a memorandos circulares da PMMG que proíbem a exposição prejudicial da imagem institucional em redes sociais, mesmo em perfis particulares ou horários de folga. Ele também concluiu que o recurso não apresentava questão constitucional suficiente para justificar a análise pelo tribunal. 

 Projeto de Zema para repor salários do funcionalismo chegará à Assembleia nesta semana





O governo de Minas Gerais vai enviar na quarta-feira (11) à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) o projeto de lei que prevê recomposição salarial dos servidores do Executivo estadual. Quando anunciou a reposição, o governador Romeu Zema (Novo) informou que o texto prevê reajuste de 5,4%, destinado a corrigir perdas inflacionárias.

A recomposição foi anunciada na segunda-feira (2), mas não foi imediatamente enviada ao Parlamento porque o projeto ainda passava por ajustes.

Segundo o Palácio Tiradentes, a proposta estabelecerá que a recomposição seja aplicada de forma retroativa a 1º de janeiro deste ano.

O projeto de lei sobre a reposição salarial só começará a tramitar na Assembleia depois de ser lido em plenário. Posteriormente, será remetido às comissões. No plenário, serão dois turnos de votação. A pauta de plenário, contudo, pode ficar obstruída em breve por causa de uma série de vetos de Zema a projetos anteriormente aprovados.

Perto do limite

O envio do projeto ocorre em um cenário próximo ao limite legal de gastos com pessoal. Pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o teto para despesas com servidores do Executivo estadual é de 49% da receita corrente líquida (RCL). O estado terminou 2025 em 48,22%, o que representou algum fôlego em relação ao quadrimestre anterior.

Como já havia sido noticiado anteriormente, o governo mineiro cogitou conceder uma recomposição linear aos servidores, com o mesmo valor nominal para todos. A intenção era beneficiar principalmente os trabalhadores que geram menor impacto no caixa do Estado. Após avaliação, o Executivo concluiu que seria possível aplicar o reajuste de forma proporcional.

O último reajuste geral concedido aos servidores ativos e inativos do Estado ocorreu em 2022. Na ocasião, o índice foi de 10,06%, aplicado de forma retroativa a janeiro para os professores e a maio para as demais carreiras. O impacto estimado nas contas públicas foi de R$ 4 bilhões.

Já a última recomposição inflacionária, de 4,62%, ocorreu em 2024.


O Fator

 


O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, conversou por telefone com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, na noite deste domingo (8), para tratar da possível visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Washington.


A intenção do Palácio do Planalto é organizar uma viagem oficial à Casa Branca, com reunião entre Lula e o presidente Trump. A previsão inicial indicava encontro ainda em março. As agendas dos dois governos, no entanto, ainda não permitiram a definição de uma data.


Durante a conversa, segundo informações obtidas pela GloboNews, o chanceler brasileiro também abordou outro ponto considerado sensível pelo governo federal: a possibilidade de os Estados Unidos classificarem facções criminosas brasileiras, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), como organizações terroristas estrangeiras.


Fontes do governo brasileiro externaram que o tema foi incluído na conversa como uma das preocupações da diplomacia brasileira. Integrantes do governo Trump que atuam no Brasil afirmaram que a proposta circula dentro da administração norte-americana e tem apoio do secretário Marco Rubio. A iniciativa pode ser encaminhada ao Congresso dos Estados Unidos nos próximos dias para análise e ratificação.


A legislação dos Estados Unidos prevê instrumentos que autorizam medidas diretas contra organizações classificadas como terroristas estrangeiras. O secretário de Estado pode realizar essa designação após consultas com o Departamento de Justiça e o Departamento do Tesouro.


Com a classificação formal, Washington passa a aplicar sanções financeiras, restrições de entrada no país e outras medidas administrativas contra membros ou colaboradores dos grupos listados. A legislação também permite o emprego de recursos militares e de inteligência do Departamento de Defesa contra organizações enquadradas como terroristas.


Durante o governo do presidente Trump, autoridades norte-americanas passaram a discutir a inclusão de cartéis latino-americanos de drogas nesse tipo de lista. A medida abre caminho para operações direcionadas contra grupos definidos por Washington como envolvidos com “narcoterrorismo”.

 

Homem morre após troca de tiros com a PM, em Santa Luzia

Um homem morreu na noite de sábado, dia 7 de março de 2026, depois de um confronto com a Polícia Militar no bairro São Três Corações, em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os policiais foram até a rua Maracandi por volta das 20h para verificar uma denúncia de tráfico de drogas. Após observarem o local, os agentes identificaram seis pessoas em atividade suspeita e decidiram fazer a abordagem. O grupo tentou fugir, mas foi cercado por outra equipe policial que estava na região. Durante a tentativa de fuga, um dos homens apontou uma arma de fogo contra um policial, que reagiu e atirou no suspeito.

Os militares socorreram o homem e o levaram para uma unidade de pronto atendimento, mas ele morreu 20 minutos depois de chegar ao hospital. Com ele, os policiais apreenderam uma pistola calibre .40 com a numeração apagada e 10 munições. Na unidade de saúde, os médicos encontraram outros 10 cartuchos de munição escondidos na roupa do homem, e os policiais localizaram uma porção de maconha dentro de sua mochila. As armas dos policiais que participaram da ação foram recolhidas e enviadas ao batalhão, e os militares foram encaminhados para a sede da unidade policial para que a Corregedoria da Polícia Militar acompanhe o caso

domingo, 8 de março de 2026


 Nota de Falecimento
É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Lorena Botelho, 11 anos, aluna do 6º ano do Colégio Tiradentes da Polícia Militar, unidade Montes Claros. 
A criança foi vítima de um grave acidente de trânsito ocorrido neste domingo, 8 de março de 2026, no povoado de Venda Nova, zona rural de Itacambira/MG. O acidente envolveu um capotamento no qual estavam o 2º Sargento Veterano da Polícia Militar, Orestes Soares da Cruz, sua esposa e a filha.
Equipes do SAMU foram acionadas e prestaram atendimento às vítimas. O militar e a esposa foram socorridos e encaminhados para atendimento médico em Montes Claros, no Hospital da Santa Casa. Infelizmente, a criança não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.
Lorena era estudante do Colégio Tiradentes, onde era querida por colegas e professores. Sua partida precoce causa grande comoção entre familiares, amigos e toda a comunidade escolar.
Neste momento de dor, manifestamos solidariedade e condolências aos familiares, desejando força para enfrentar essa perda irreparável.

 


A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) afirmou que não há evidências de discriminação no concurso para delegado questionado pelo advogado goiano Matheus Menezes, que tem nanismo e foi eliminado após o Teste de Aptidão Física (TAF).


Segundo nota da corporação enviada ao Mais Goiás, o candidato participou normalmente do processo seletivo e foi considerado inapto apenas na etapa biofísica, responsável por avaliar a capacidade física dos participantes e prevista no edital e na legislação da carreira policial.


Matheus afirma que se inscreveu como candidato com deficiência e solicitou adaptações para a prova física, mas realizou os testes com os mesmos critérios aplicados aos demais participantes. A PCMG informou que o TAF é uma etapa obrigatória do concurso e destacou que candidatos com deficiência já foram aprovados em concursos anteriores, inclusive em fases que exigiam testes físicos.


Leia a matéria completa no www.maisgoias.com.br - link na bio


Por @jeiceoliveiras/Mais Goiás | Foto: Reprodução


👉O problema está na construção do edital, como o edital oferece vaga para pcd, ele se inscreve, passa por todo processo inicial, e quando chega no TAF não é adaptado pra ele? 

Acho que a banca errou sim, sabia que tinha uma pessoa com baixa estatura, e mesmo assim continuou com o processo, se não iria adaptar, não tivesse aceito a inscrição dele.

 


Em um episódio ocorrido em 2016, período em que ainda ocupava o posto de tenente, Naquela ocasião,  teria sido apontado como suspeito de divulgar imagens íntimas de uma ex-namorada, também policial militar.

De acordo com relatos de pessoas que acompanharam o caso à época, a militar teria sido a principal prejudicada, uma vez que as imagens passaram a circular amplamente na internet e, conforme informado, ainda podem ser localizadas em alguns sites, inclusive hospedados no exterior. A situação teria causado relevantes impactos pessoais e profissionais à policial, que enfrentou um período de adoecimento e afastamento de sua rotina.

À época dos fatos, o oficial negou qualquer participação na suposta divulgação do material e chegou a ajuizar ação judicial contra mim, alegando que eu teria imputado a ele a autoria da disseminação das imagens. As acusações apresentadas foram submetidas à apreciação do Poder Judiciário e, ao final, resultaram no arquivamento das demandas em meu desfavor.

Há expectativa de que os fatos pretéritos possam ser novamente analisados no âmbito administrativo da corporação, com a eventual instauração de Processo Administrativo Disciplinar (PAD), sem prejuízo da apuração de eventuais responsabilidades nas esferas cível e penal, caso surjam novos elementos probatórios.

A lei do retorno ensina que toda ação produz consequências, e mais cedo ou mais tarde cada pessoa acaba colhendo exatamente aquilo que plantou.


Renata Pimenta 

sexta-feira, 6 de março de 2026

Simões sobre greve de professores: 'Cria vergonha na cara, sindicato'

 


Simões sobre greve de professores: 'Cria vergonha na cara, sindicato'


 




Mateus Simões diz que Cleitinho deveria 'caminhar' com ele

Em entrevista exclusiva ao EM, o vice-governador e pré-candidato ao Executivo mineiro diz que espera "responsabilidade" do senador sobre a disputa majoritária e


Fonte: Estado de Minas

Autor: Luiz Ribeiro

Em entrevista ao jornal Estado de Minas, o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, afirmou que espera que o senador Cleitinho Azevedo reavalie a possibilidade de disputar o governo do estado e caminhe junto com ele na eleição. Segundo Simões, duas candidaturas no mesmo campo político poderiam dividir a direita em Minas Gerais e abrir espaço para que a esquerda avance para o segundo turno.

Durante a entrevista, o vice-governador também destacou que pretende manter a aliança política com o governador Romeu Zema e que confia na escolha que o governador fizer para a composição da chapa. Ele citou três nomes do partido Novo que poderiam ocupar a vaga de vice: Tiago Mitraud, Fernanda Altoé e Gleidson Azevedo.

O jornalista Luiz Ribeiro destaca que o discurso de Simões demonstra uma estratégia política clara: manter a base de apoio unida em torno do grupo ligado a Zema e buscar uma frente ampla de centro-direita no estado. Ao mencionar Cleitinho e a possibilidade de divisão eleitoral, o vice-governador sinaliza preocupação com o cenário eleitoral e tenta incentivar uma composição política que evite a fragmentação do campo conservador em Minas Gerais.



https://www.google.com/amp/s/www.em.com.br/politica/2026/03/amp/7370068-mateus-simoes-diz-que-cleitinho-deveria-caminhar-com-ele.html

Romeu Zema pior governador que Minas Gerais já teve

 


Zema acena à segurança pública com projeto que amplia isenção previdenciária para militares

Proposta beneficia aposentados e pensionistas portadores de 17 doenças graves; veja lista
Militares em fila, de frente à bandeira de Minas
Os militares não tinham direito à isenção. Foto: Divulgação/PMMG

Em aceno às forças de segurança pública, o governo de Romeu Zema (Novo) vai enviar até segunda-feira (9) à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) um projeto de lei que amplia para policiais e bombeiros militares um benefício previdenciário já concedido aos servidores civis do estado. A proposta prevê a isenção de contribuição previdenciária, até o dobro do teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), para aposentados ou pensionistas das corporações diagnosticados com doenças graves ou incapacitantes.

A lista das 17 enfermidades está no fim da matéria.

A informação foi confirmada a O Fator por interlocutores do Palácio Tiradentes. Entre as condições previstas estão neoplasia maligna (câncer), esclerose múltipla e cardiopatia grave.

Segundo o texto do projeto, para ter acesso à isenção, o interessado deverá apresentar requerimento acompanhado de atestado médico, que será analisado por meio de laudo técnico oficial. A concessão, conforme apurou O Fator, poderá retroagir à data do diagnóstico da doença incapacitante, desde que posterior à aposentadoria ou à instituição da pensão.

Gesto político

Nos bastidores, a iniciativa é interpretada como um gesto político do Palácio Tiradentes em direção às forças de segurança pública, um dos segmentos mais influentes no debate eleitoral em Minas. O tema é especialmente sensível para a base bolsonarista, cuja agenda costuma priorizar pautas relacionadas às polícias e às carreiras militares.

A movimentação ocorre no momento em que o vice-governador Mateus Simões (PSD), apontado como pré-candidato ao governo em 2026, intensifica a aproximação com o Partido Liberal, legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro. O apoio da sigla é considerado estratégico para consolidar em Simões as forças da direita na disputa pelo comando do estado e reforçar a base necessária para chegar ao Palácio Tiradentes em 2027.

Como mostrou O Fator, dirigentes nacionais do PL afirmam, nos bastidores, que o eventual apoio da sigla à candidatura do vice-governador dependerá, entre outros, das posições que ele adotará na área de segurança pública quando assumir o comando do Executivo, no fim deste mês.

Condições previstas no projeto de lei

  1. Tuberculose ativa
  2. Alienação mental
  3. Esclerose múltipla
  4. Neoplasia maligna (câncer)
  5. Cegueira
  6. Hanseníase
  7. Paralisia irreversível e incapacitante
  8. Cardiopatia grave
  9. Doença de Parkinson
  10. Espondiloartrose anquilosante
  11. Nefropatia grave
  12. Hepatopatia grave
  13. Estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante)
  14. Contaminação por radiação
  15. Síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids)
  16. Acidente em serviço que resulte em aposentadoria
  17. Moléstia profissional

Leia também:

 Portal Minas publicou que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, estaria avaliando recuar de uma eventual candidatura à Presidência da R...