terça-feira, 10 de fevereiro de 2026


STF julga recurso em ação que tornou Sargento Rodrigues réu por post sobre 8 de janeiro

Defesa do deputado aponta omissões no recebimento da denúncia e pede anulação do processo ou análise de acordo
O deputado estadual Sargento Rodrigues durante sessão na Assembleia de Minas.
O deputado estadual Sargento Rodrigues se tornou réu na ação sobre 'incitação' aos atos de 8 de janeiro de 2023 em novembro do ano passado. Foto: Alexandre Netto/ALMG

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar neste mês um recurso apresentado pela defesa do deputado estadual mineiro Sargento Rodrigues (PL), que tenta reverter decisão tomada pelo colegiado, em novembro, que tornou o parlamentar réu por, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), incitação aos atos de 8 de janeiro de 2023.

O julgamento virtual está previsto para ocorrer entre os dias 20 e 27 de fevereiro.  O caso é relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, responsável pelas ações que tratam das invasões e depredações das sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Em novembro, a Primeira Turma acompanhou o entendimento dele e recebeu a denúncia da PGR, que acusa Sargento Rodrigues de associação criminosa e de ter incitado “ao crime na forma equiparada pela animosidade das Forças Armadas contra os Poderes Constitucionais”.

Na acusação, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirma que há elementos que indicam  “a adesão do deputado a um grupo organizado com o objetivo de atacar a higidez do sistema eleitoral e estimular a atuação das Forças Armadas contra as instituições da República”.

Segundo a PGR, por meio de publicações em redes sociais e manifestações públicas, o parlamentar contribuiu para a difusão de mensagens alinhadas aos atos antidemocráticos. 

O começo

A acusação se baseia em uma publicação feita no perfil de Sargento Rodrigues no Instagram durante os ataques. Segundo a Polícia Federal (PF), o deputado compartilhou um vídeo da invasão ao Congresso Nacional com comentários que, para a PGR, incentivavam os atos e criticavam autoridades constituídas.

No dia seguinte, 9 de janeiro, ele voltou a se manifestar publicamente e atribuiu às autoridades a responsabilidade pelo que chamou de “revolta popular”. No voto, Moraes ressaltou o alcance do perfil do deputado, que tinha quase 50 mil seguidores à época, como elemento que ampliou o impacto das publicações.

De acordo com o relator, a denúncia atendeu aos requisitos legais ao descrever o contexto dos fatos, as condutas atribuídas e os indícios de autoria. A decisão também apontou que o conteúdo permaneceu disponível ao público por meses após os episódios.

A defesa 

Na época, a defesa de Sargento Rodrigues afirmou que os fatos já teriam sido analisados em decisão anterior, o que impediria nova investigação. Os advogados também alegaram que não houve intenção criminosa, que as condutas seriam atípicas e que o deputado não teria relação com os atos de 8 de janeiro, além de destacar que ele estava no exterior na data dos atos.

De forma alternativa, a defesa ainda pediu um acordo de não persecução penal. No recurso, a defesa de Sargento Rodrigues afirmou que a Primeira Turma não analisou quatro pontos levantados antes do recebimento da denúncia.

Um deles envolve uma decisão de 2023, quando Moraes negou a abertura de inquérito pelos mesmos fatos por falta de justa causa. A defesa sustenta que, embora o relator tenha mencionado novos elementos, eles não foram especificados e que a PF apenas reinterpretou uma postagem já conhecida.

O segundo ponto questiona a tipificação da conduta. Os advogados afirmam que o crime de incitação à animosidade das Forças Armadas exige que a mensagem seja dirigida aos militares, o que, segundo eles, não ocorre no vídeo nem nos comentários do deputado.

A defesa também sustenta que, por estar no exterior em 8 de janeiro, Rodrigues não pode ser equiparado aos autores das invasões e que a denúncia não explica como ele teria contribuído para os crimes.

Outro questionamento envolve o cálculo da pena. A defesa afirma que a acusação considerou dois crimes a partir de um único ato, o compartilhamento de um vídeo, e que deveria ser aplicada uma regra que resultaria em pena menor.

Por fim, os advogados apontam que a Primeira Turma não analisou o pedido de Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), apesar de a própria Procuradoria-Geral da República (PGR) ter mencionado essa possibilidade.

Pedidos

Os embargos de declaração pedem que o STF esclareça as omissões apontadas. A defesa também solicita a anulação do processo e a rejeição da denúncia. Caso isso não ocorra, requer ao menos que a Corte se manifeste sobre a possibilidade de acordo antes de dar seguimento à ação penal.

O deputado corre o risco de ser condenado, ficar inelegível e fora das eleições deste ano.

Primeira Turma 

No julgamento virtual, os ministros depositam os votos no sistema eletrônico. Além de Alexandre de Moraes, integram a Primeira Turma os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.

Com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, ainda sem substituto, e a transferência de Luiz Fux para a Segunda Turma, o colegiado funciona com um integrante a menos. Nessa configuração, continuam necessários três votos para a formação de maioria.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026


 Transparência fortalece a confiança. O IPSM disponibiliza uma apresentação em formato de perguntas e respostas sobre temas que frequentemente geram dúvidas entre nossos militares. O material reúne dados oficiais, atualizados e acessíveis, permitindo que cada integrante da tropa conheça melhor o funcionamento do Instituto e tenha segurança nas informações que recebe.

Acesse o anexo:

https://drive.google.com/file/d/17pzLXrdenC2-LxqCvpN7O0FZq91X-yeB/view?usp=sharing�

Ao conhecer mais sobre quem cuida da gente, protegemos o futuro da nossa família.


 As movimentações decorrentes do CEFS ocorrerão, dentro da própria região, conforme previsto no edital.

O documento esclarece que a conclusão do curso constitui habilitação profissional, permanecendo a promoção condicionada ao cumprimento de todos os requisitos legais no momento oportuno.

Após a conclusão da fase de Ensino a Distância (EaD), os discentes serão movimentados para as Unidades executoras. Encerrado o curso, os militares poderão ser submetidos a nova movimentação imediata, não sendo garantido o retorno à Unidade de origem, inclusive nos casos em que a promoção ocorra em data posterior.

Nessas hipóteses, a movimentação observará exclusivamente a necessidade e a conveniência administrativas, sendo eventual opção do militar condicionada à classificação final obtida no curso.

Noticia confirmada pelo cel Claudio e cel santiago

Que Deus conforte familiares e amigos do 2º Sargento Charley. *AVC

 


Governo de Minas entrega nova unidade do Colégio Tiradentes da PMMG em Uberlândia

 Governo de Minas entrega nova unidade do Colégio Tiradentes da PMMG em Uberlândia | https://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/governo-de-minas-entrega-nova-unidade-do-colegio-tiradentes-da-pmmg-em-uberlandia

sábado, 7 de fevereiro de 2026

 *PM apreende cerca de R$ 1 milhão em cocaína que seria vendida no Carnaval de BH* 


_Droga foi localizada em casa no bairro Tupi após denúncias anônimas_


🔗 Saiba mais: https://pordentrodeminas.com.br/noticias/gerais/2026/02/pm-apreende-cerca-de-r-1-milhao-em-cocaina-que-seria-vendida-no-carnaval-de-bh/?utm_source=whatsapp&utm_medium=Refer%C3%AAncia&utm_term=gerais


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Por que o Mater Dei vai deixar de atender os militares de Minas pelo IPSM

Foi encerrado o credenciamento da unidade Santo Agostinho; o contrato com o hospital Betim-Contagem terminou em 2025
Unidade do Hospital Mater no bairro Santo Agostinho
Unidade Santo Agostinho do Mater Dei era conveniado ao IPSM desde 2021. Crédito: Divulgação Rede Mater Dei

O impasse nas negociações entre o Instituto de Previdência dos Servidores Militares de Minas Gerais (IPSM) e a Rede Mater Dei oficializa o fim dos atendimentos aos militares no hospital do bairro Santo Agostinho, em Belo Horizonte, a partir de 12 de fevereiro. O rompimento, motivado por divergências sobre valores, ocorre após a unidade Betim-Contagem também deixar de atender pelo convênio em 2025 e em meio a embates judiciais e legislativos sobre o financiamento do instituto.

Em nota, o Mater Dei afirmou que a continuidade da relação foi condicionada à “aceitação de novas condições comerciais que não se mostraram compatíveis com a manutenção do nosso padrão assistencial”.

Segundo informações de bastidores, a nova tabela com os valores dos atendimentos pagos pelo IPSM é inferior ao praticado pelo Mater Dei hoje, motivo pelo qual o contrato não foi renovado.

Uma fonte ligada ao processo informou que em 2019 o instituto dos militares firmou uma parceria para prestação de serviços aos beneficiários na unidade Betim-Contagem. Em 2021, foi iniciado o convênio com a unidade Santo Agostinho, com prazo de vencimento de cinco anos e gatilhos de reajustes anuais.

Terminado o contrato da unidade da região metropolitana, não se chegou a um consenso com relação aos novos valores, motivo pelo qual os atendimentos foram suspensos. Conforme a fonte, a nova tabela do IPSM é inferior à praticada hoje. Ou seja, em vez de haver um reajuste nos valores, houve queda.

Em nota, o IPSM comunicou que o grupo hospitalar, após avaliar o edital de credenciamento vigente, “entendeu não ser viável uma nova contratualização, aos moldes do que prevê o citado edital”.

Contexto fiscal e jurídico

A saída do Mater Dei da rede conveniada coincide com um cenário de ajustes nas contas do IPSM. Em setembro do ano passado, o governo de Minas Gerais iniciou a devolução de valores referentes à cobrança de alíquotas previdenciárias de militares veteranos.

A decisão seguiu o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG), que consideraram a cobrança indevida e determinaram o retorno do teto de contribuição de 10,5% para 8%.

Além disso, o financiamento da saúde dos militares aguarda definições políticas. Segue parado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) o Projeto de Lei (PL) que visa reestruturar as receitas do instituto.

A proposta prevê a criação de uma alíquota de contribuição para os beneficiários, hoje isentos dessa taxa específica, com escalonamento progressivo que chegaria a 3%. O Estado entraria com 1,5%.

Fluxo de atendimento

Com o fim do vínculo com a unidade Santo Agostinho, o IPSM informou que as equipes administrativas estão empenhadas para “viabilizar e garantir a continuidade da assistência à saúde aos beneficiários”.

Para isso, o instituto conta com o Hospital da Polícia Militar (HPM) e outros 19 hospitais credenciados em Belo Horizonte e Região Metropolitana.

Ainda em nota, a Rede Mater Dei reiterou que permanece “aberta ao diálogo para uma futura retomada da parceria”, desde que com foco na qualidade e segurança

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

 


Um adolescente de 17 anos provocou uma ocorrência grave na noite desta quinta-feira (05), em Elói Mendes, no Sul de Minas, ao ir até o quartel da Polícia Militar (PMMG), na Praça do Pretório, onde ateou fogo em uma viatura e fugiu do local logo em seguida.

A ação criminosa mobilizou rapidamente equipes da Polícia Militar, que contaram com apoio de guarnições da região, incluindo o Tático Móvel do 24º Batalhão. O incêndio foi controlado e, apesar de não se espalhar, causou danos ao veículo policial.

Durante as diligências, o menor foi localizado na Praça da Bandeira. No momento da abordagem, ele sacou um revólver calibre .32 e efetuou disparos contra os policiais militares. Diante da agressão, houve reação para cessar a ameaça. O adolescente foi baleado, socorrido ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

Nenhum policial militar ficou ferido. A arma utilizada foi apreendida e o corpo encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

 






A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou que a Força Municipal começará a atuar nas ruas já em março, com um aparato que chama atenção pelo volume de equipamentos e pela ênfase no monitoramento tecnológico.

Segundo o supervisor Carnevale, além das câmeras corporais individuais, cada agente contará com um botão para acionar o “modo ocorrência”, que inicia automaticamente a gravação, sem necessidade de manuseio. A promessa é de mais transparência e rastreabilidade das ações em campo.

A corporação terá 118 veículos — entre pick-ups, motocicletas e vans — destinados ao patrulhamento preventivo e ostensivo, motorizado ou a pé, com atuação em duplas ou trios. Também foram entregues 1.500 pistolas Glock, além de equipamentos de menor potencial ofensivo, como tonfas e tasers, uniformes e EPIs.

Toda a atuação será integrada aos sistemas do Centro de Operações e Resiliência (COR), com monitoramento 24 horas por dia e uso obrigatório de câmeras corporais durante o serviço.

O discurso oficial aposta na tecnologia, na ostensividade e no controle das ações. Resta saber, na prática, como será a integração com as demais forças de segurança, quais serão os limites de atuação da Força Municipal e se o investimento em equipamentos virá acompanhado de treinamento adequado, protocolos claros e respeito rigoroso à legalidade. Segurança pública não se faz apenas com viaturas, armas e câmeras, mas com planejamento, responsabilidade e transparência real.

STF julga recurso em ação que tornou Sargento Rodrigues réu por post sobre 8 de janeiro Defesa do deputado aponta omissões no recebimento da...