quarta-feira, 8 de abril de 2026

 



Rejeição para governador de Minas Gerais


A Futura Inteligência perguntou aos

entrevistados em quem eles não

votariam de maneira alguma para

governador se as eleições fossem hoje.


👉Alexandre Kalil (PDT): 27,7%


👉Rodrigo Pacheco (PSB): 26,3%


👉Cleitinho (Republicanos): 16,6%


👉Carlos Viana (PSD): 16,6%


👉Ben Mendes (Missão): 15,5%


👉Mateus Simões (PSD): 14,5%


👉Flávio Roscoe (PL): 14,1%


👉Gabriel Azevedo (MDB): 12,4%


👉Rejeita todos: 3,4%


👉Não rejeita nenghum: 10,1%


👉Não sabe/Não respondeu: 15,5%


@futurainteligencia


Futura Inteligência entrevistou 1.200 pessoas para governador  por Minas Gerais. 02/04/2026


O governador Matheus Simões anunciou em Poços de Caldas a criação de um Colégio Militar no modelo do Colégio Tiradentes. A escola será voltada tanto para filhos de militares quanto para a comunidade em geral, dividindo as vagas igualmente entre esses dois grupos. A implementação deve começar em 2027 e pode levar até quatro anos.


 O governador Matheus Simões anunciou em Poços de Caldas a criação de um Colégio Militar no modelo do Colégio Tiradentes. A escola será voltada tanto para filhos de militares quanto para a comunidade em geral, dividindo as vagas igualmente entre esses dois grupos. A implementação deve começar em 2027 e pode levar até quatro anos.

Essa foi na Drumond, fizeram até piada... Saindo da unidade para levar os polícias vazou óleo. Tem polícia indo sentado nas macas👀😱

 Essa foi na Drumond, fizeram até piada... Saindo da unidade para levar os polícias vazou óleo.

Tem polícia indo sentado nas macas👀😱



*INACREDITÁVEL*




Policial denuncia assédio sexual e retaliação na PCMG em caso com condenação 

 

🤳🏽 Clique e leia mais: https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/policial-denuncia-assedio-sexual-e-retaliacao-na-pcmg-em-caso-com-condenacao/   

 

Segundo a Rádio Itatiaia, a policial civil Jaqueline Rodrigues denunciou assédio sexual dentro da Polícia Civil de Minas Gerais e afirma ter se tornado alvo da própria instituição após quase seis anos. Segundo Jaqueline, o acusado, Geraldo Modesto Brum, foi condenado a um ano e dois meses de reclusão em regime aberto, mas segue trabalhando enquanto recorre em instâncias superiores. Ela relata perseguição interna, adoecimento psíquico e aposentadoria por invalidez, afirmando que a cultura da corporação transforma vítimas em problema, minimizando denúncias e dificultando a responsabilização do assediador. Laudos indicam depressão, ansiedade e estresse pós-traumático. Outros casos semelhantes foram relatados por servidoras, evidenciando a persistência de assédio moral e sexual na instituição, mesmo após a sanção da Lei Rafaela Drummond em 2024. A Polícia Civil informou que as apurações seguem autonomia e legalidade, sem elementos que confirmem as alegações de Jaqueline até o momento. A defesa de Geraldo contesta as acusações e afirma que o processo ainda está em fase de recurso.

Fonte: Rádio Itatiaia, reportagem de Larissa Ricci, 08/04/2026.

Renata Pimenta


 

Cleitinho é favorito por ser o único que dialoga com o interior, afirma ex-marqueteiro de Zema

Leandro Grôppo atuou nas duas campanhas ao Palácio Tiradentes vencidas pelo hoje pré-candidato à Presidência da República
leandro grôppo
Leandro Grôppo conversa com o então candidato a governador Romeu Zema (Novo) durante debate eleitoral em 2018. Foto: Arquivo pessoal

As eleições em Minas Gerais não serão definidas por posição ideológica e a maioria dos votantes espera por um nome que alie capacidade de gestão e ligação concreta ao interior. A avaliação é do marqueteiro Leandro Grôppo, responsável pelas campanhas de Romeu Zema (Novo) ao Palácio Tiradentes em 2018 e 2022. A O Fator, Grôppo detalhou suas previsões para o pleito de outubro.

O jornalista e especialista em marketing eleitoral defendeu que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) possui o primeiro lugar nas pesquisas por ser o único pré-candidato que sabe como falar com os 75% do eleitorado mineiro que vive fora da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

“Eleição é oferta e demanda. Até 2018, a população do interior era obrigada a escolher entre candidatos com carreira política construída na capital. Na campanha do Zema em 2018, nós oferecemos uma alternativa para essas pessoas, através de um candidato que vivia a realidade das regiões mais afastadas de Belo Horizonte”, analisa.

Ainda de acordo com Grôppo, apesar de ser assumidamente um político de direita, Cleitinho se comunica bem com eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao defender pautas como o fim da escala 6×1.

Sobre a campanha à reeleição do governador Mateus Simões (PSD), o especialista aponta a ausência de uma marca de gestão a ser defendida. Segundo ele, tal lacuna é vista desde a segunda vitória de Zema.

“O ex-governador Romeu Zema (Novo) venceu em 2018 com a promessa de arrumar a casa, e isso o eleitor entendeu que foi feito, dando a ele a reeleição em 2022. Na administração que se encerrará ente ano, no entanto, os avanços prometidos não se concretizaram. A marca deste governo ainda é a da reeleição. As pesquisas que temos mostram que a maioria do eleitorado quer mudança”, pontua.

Em relação às pré-candidaturas do senador Rodrigo Pacheco (PSB), do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) e do ex-presidente da Câmara Municipal de BH (CMBH), Gabriel Azevedo (MDB), o marqueteiro reforçou que o principal desafio do trio será se desvincular da imagem de representantes da capital.

“Um episódio que ficou marcado em 2022 foram as agendas no interior em que o então candidato ao governo Alexandre Kalil visitava municípios como Uberlândia e Poços de Caldas vestido com uma camisa xadrez e um par de botinas. Isso mostra o estereótipo que as pessoas de BH cultivam do interior. E esse distanciamento é, obviamente, rejeitado por quem mora longe de Belo Horizonte”, sustenta.

Novo precisa de autocrítica

Após duas eleições atuando com um candidato majoritário do Novo, Grôppo avalia que o núcleo diretivo do partido não aprendeu com as derrotas que obteve.

“Eleição não é análise de currículo. As pessoas querem se sentir representadas na hora de definir o voto. Esta é a grande dificuldade que o Novo precisará superar para sobreviver eleitoralmente”, conclui.

Repórter

*Conclusão sobre a Constitucionalidade do Artigo 59*

 


*Conclusão sobre a Constitucionalidade do Artigo 59*


O Artigo 59, em sua redação literal, trata do dever da Unidade de manter um controle administrativo atualizado. Sob a ótica estritamente administrativa, o controle em si não é inconstitucional, pois a Administração Pública tem o poder-dever de autotutela e fiscalização de seus atos e de seus agentes.


No entanto, a forma de execução deste artigo pode ser eivada de inconstitucionalidade. Se a norma for interpretada como uma obrigação de o militar fornecer as informações que alimentam esse banco de dados (autoincriminação), ela viola o direito ao silêncio e à ampla defesa. Portanto, o controle deve ser exercido pela própria Administração através de meios oficiais (consultas aos sistemas do Poder Judiciário), e não mediante coerção ao investigado.


Da Obrigatoriedade de Relatórios Solicitados por Comandantes

A prática de comandantes que exigem que o militar faça um relatório detalhando o andamento do processo e o conteúdo de sentenças é juridicamente abusiva pelos seguintes motivos:


Transferência do Ônus da Prova: O ônus de provar uma falta ou acompanhar uma conduta é do Estado. Obrigar o militar a "detalhar a sentença" é forçá-lo a confessar ou apontar fatos que serão usados para prejudicar sua própria carreira em um eventual PAD (Processo Administrativo Disciplinar).


Prejuízo Prematuro à Carreira: Ao detalhar processos ainda em curso (sem trânsito em julgado), o militar sofre um "assédio processual" interno. Isso gera reflexos em promoções e avaliações de desempenho baseadas em fatos ainda não confirmados pela Justiça, ferindo a Presunção de Inocência.


Desvio de Finalidade: Se o comandante utiliza a hierarquia para obter informações sigilosas ou pessoais que o militar não deseja revelar (dentro do seu direito de defesa), configura-se abuso de autoridade. O militar não pode ser sancionado por se recusar a redigir relatórios que o incriminem.


Em suma: o militar tem o direito constitucional de não prestar informações que possam ser usadas contra si. Qualquer punição baseada na recusa de "confessar" ou "detalhar" processos próprios é passível de anulação judicial por via de Mandado de Segurança.


Izabela Barreto M. Quintão


OAB/MG 185.303


Escritório: (31) 97264-2327

ESTRATÉGIA ELEITORAL - Psol e Rede indicam apoio a Kalil na disputa ao governo de Minas após reunião em Brasília

 


ESTRATÉGIA ELEITORAL - Psol e Rede indicam apoio a Kalil na disputa ao governo de Minas após reunião em Brasília 


 https://www.otempo.com.br/eleicoes/2026/governadores/2026/4/7/psol-e-rede-indicam-apoio-a-kalil-na-disputa-ao-governo-de-minas-apos-reuniao-em-brasilia

 


A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais publicou a Resolução SEJUSP nº 712, de 6 de abril de 2026, que estabelece procedimentos e protocolos de segurança exclusivos para as unidades prisionais de Segurança Máxima e para aquelas classificadas como níveis 4 e 5 de complexidade de gestão. O objetivo é garantir maior rigor no isolamento de indivíduos privados de liberdade identificados como integrantes de organizações criminosas ou de alta periculosidade, respeitando seus direitos fundamentais. Segundo o texto, esses presos terão todas as suas comunicações monitoradas, inclusive correspondência escrita, e a assistência material, incluindo alimentação, vestuário, roupas de cama e banho, será fornecida exclusivamente pelo Estado, vedada a entrada de qualquer item do meio externo. As visitas poderão ocorrer em parlatório ou por meio virtual, com regras específicas para agendamento, número de visitantes e monitoramento, garantindo segurança e preservação da ordem interna. O atendimento a advogados será realizado de forma controlada, permitindo apenas o uso de papel e caneta fornecidos pela unidade, e qualquer tentativa de burlar a segurança será proibida. A aplicação desses protocolos dependerá da estruturação adequada das unidades prisionais, e o Departamento Penitenciário terá 180 dias para publicar o regulamento detalhado de visitas. Belo Horizonte, 6 de abril de 2026. Blog da Renata Pimenta.

Caga ou sai da moita

 A sinalização do senador Cleitinho Azevedo de que só decidirá em junho se disputará o governo de Minas embaralhou ainda mais o cenário eleitoral, já marcado por articulações de bastidores, aproximações improváveis e movimentos que podem mudar até as convenções partidárias, previstas entre 20 de julho e 5 de agosto.

A declaração foi feita em vídeo publicado nas redes sociais e teve repercussão imediata. Antes disso, o próprio Cleitinho havia indicado Luís Eduardo Falcão como vice em uma possível chapa, dependendo apenas da decisão do ex-prefeito, que aceitou o convite publicamente.

A fala mais recente, porém, reforça a incerteza típica da política mineira: até a oficialização das chapas, nada está definido. O momento é de negociação intensa e múltiplas possibilidades.

Paralelamente, Mateus Simões intensifica sua movimentação política, adotando postura de pré-candidato ao percorrer o interior do estado, anunciar recursos, prometer obras e buscar apoio de prefeitos. O objetivo é consolidar uma base municipal robusta, inclusive entre lideranças próximas a Falcão.

Nesse contexto, o capital político de Falcão passa a ser observado com mais cautela. Apesar do destaque anterior à frente da associação de municípios, surgem nos bastidores sinais de possível enfraquecimento, com rumores de migração de aliados para o campo de Simões.

Ao mesmo tempo, Cleitinho dá sinais públicos de aproximação com Simões. Em interação nas redes sociais, ambos trocaram mensagens de apoio, gesto que, no ambiente político, tem peso relevante.

Esse movimento ocorre apesar de conflitos recentes entre Falcão e Simões, especialmente após divergências envolvendo apoio municipal à segurança pública. O episódio incluiu troca de críticas públicas e exposição de pressões políticas, o que torna o cenário atual, ao mesmo tempo, improvável e possível.

Diante disso, quatro caminhos principais se desenham:

O primeiro é a manutenção da chapa original, com Cleitinho candidato ao governo e Falcão como vice, dentro do mesmo partido.

O segundo envolve uma mudança mais profunda, com Cleitinho abrindo mão da disputa e Falcão assumindo a cabeça de chapa.

O terceiro cenário aponta para uma composição mais estratégica, com a busca de um vice de outro partido para ampliar tempo de televisão e recursos, deixando Falcão fora da majoritária.

O quarto, considerado improvável até recentemente, seria uma aliança entre Cleitinho e Simões, com possibilidade de indicação do vice pelo senador, podendo incluir nomes como seu irmão ou até o próprio Falcão.

O cenário permanece aberto, com articulações em andamento e definições ainda distantes. A eleição de 2026 em Minas Gerais segue em fase de construção, marcada por incertezas e mudanças constantes.

terça-feira, 7 de abril de 2026

 


Triste a situação do governador Mateus Simões, que parece ter tido como certa, nesses anos em que foi vice-governador, a possibilidade de suceder a Romeu Zema.


Sonhou muito com isso, naturalmente, e articulou, mas pelo que se vê, num juízo reforçado pela análise dos entendidos dessas relações, que a precipitação pode ter lhe causado o insucesso que atualmente se percebe nas medições de sua pré-candidatura ao governo do Estado.


Mateus não constrói e tem um marketing sofrível, o que faz com que os índices percentuais de preferência pelo seu nome nas pesquisas pré-eleitorais divulgadas, o coloquem quase na rabeira dos nomes avaliados.


As novidades surgem a cada minuto: agora há uma pressa imensa de alguns nomes influentes em Minas, todos reunidos no grito comum de que “nós ainda não decidimos se vamos apoiá-lo”.


Claro: está muito cedo. E ainda há que se considerar que Mateus é jovem; se não for em 2026, haverá outros momentos para se apresentar, em Minas ou no Tocantins, seu Estado natal.


Luiz Tito

Governador destaca desafios e ações para Minas em 2026


 Governador destaca desafios e ações para Minas em 2026


https://glo.bo/pc0cdeq


 Você já descobriu a sua missão? 🚔🔎 #missãopcmg


Ser médico-legista é mais do que uma profissão — é um compromisso com a verdade e com a dignidade humana. 🎯


📌 Com 12 anos de atuação na PCMG, o médico-legista Rodrigo Tolentino Gontijo já esteve à frente de diversos casos, realizando exames em vítimas de agressões, acidentes e crimes sexuais, tanto em pessoas vivas quanto em cadáveres. 


Segundo ele, na Medicina Legal, cada trabalho carrega um propósito maior: dar respostas, contribuir com a Justiça e, principalmente, possibilitar que famílias tenham o direito ao luto e à despedida digna.


Parabenize um médico-legista nos comentários.👇


#PCMG #MedicinaLegal #ServirEProteger #Missão PolíciaCivil SegurançaPública

 


Diante da perda inflacionária, que vem corroendo o poder de compra dos servidores da segurança pública, apresentei em plenário a Emenda nº 32 ao Projeto de Lei nº 5.234/2026. A emenda autoriza o Governo a incorporar um abono fardamento aos vencimentos dos policiais militares, civis, penais, bombeiros e agentes socioeducativos. Essa incorporação beneficiará a todos: ATIVOS, VETERANOS E PENSIONISTAS, sem causar prejuízo a ninguém; muito pelo contrário, trará melhorias para todos.


Continuarei cobrando, todos os dias, os direitos dos servidores da segurança pública.


Video:

https://www.facebook.com/share/v/1EBAYbjv4q/



https://www.instagram.com/reel/DW2Dcc4Ea3P/?igsh=MXdwa25jNTB6aW0zcA==

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 A Simone, esposa de um veterano da nossa gloriosa, PMMG, e está participando de um concurso. Vence quem tiver mais curtidas, e o prêmio é cantar com o Frei Gil — um grande sonho dela.

Basta curtir o vídeo para ajudar. Vamos juntos? Deus abençoe!   


    https://www.instagram.com/reel/DWzzd4Fjozf/?igsh=MXBoNjBmNGM2M3E2eQ==

Vamos relaxar… daqui a pouco o governador solta mais uma nota informando que, pelo milésimo ano consecutivo, o pagamento será no 5º dia útil.

 


PROFESSOR PODE SER PROIBIDO DE PROCESSAR O ESTADO?

 


🚨 PROFESSOR PODE SER PROIBIDO DE PROCESSAR O ESTADO?


A Resolução nº 4.845/2019 da PMMG trouxe uma regra preocupante.


📌 O art. 75, inciso XII determina:


👉 É proibido ao docente “itigar contra o Estado ou a administração militar na condição de autor ou

procurador, em ações relativas à justiça e/ou disciplina, ao ingresso na Corporação, bem como qualquer matéria que direta ou indiretamente traga prejuízos ao Estado;”.


⚖️ Mas essa proibição é constitucional?


A resposta é NÃO.


Essa norma entra em conflito direto com a Constituição Federal:


✔️ Art. 5º, XXXV – garante o direito de acesso à Justiça

✔️ Art. 5º, XIII – assegura a liberdade profissional

✔️ Art. 5º, XXXIV – garante o direito de petição


📚 Além disso, também viola o Estatuto da Advocacia (Lei nº 8.906/94), que estabelece que eventuais impedimentos ao exercício da advocacia só podem ser definidos por lei e não por uma resolução administrativa.


🚫 Ou seja:

Uma norma interna NÃO pode impedir alguém de:


* ajuizar ação contra o Estado

* exercer a advocacia

* buscar seus próprios direitos


⚠️ O trecho mais grave ainda é quando fala em:


“qualquer matéria que direta ou indiretamente traga prejuízo ao Estado”


👉 Isso abre margem para interpretações arbitrárias e cria um verdadeiro efeito de intimidação.


📌 Na prática, a norma tenta:


* restringir direitos fundamentais

* ampliar impedimentos profissionais sem lei

* limitar o acesso ao Judiciário


E isso é incompatível com o Estado Democrático de Direito.


📩 Entre em contato e saiba como podemos te ajudar.


📞 (31) 97264-2327


⚖️ Izabela Barreto M. Quintão

           OAB/MG 185.303


#izabelaquintaoadv #pmmg #apnm #efas #efo

Gêmeo de Cleitinho volta ao radar para ser vice de Simões na disputa pelo governo de Minas Mudança de Gleidson Azevedo para o Republicanos pode ameaçar espaço do Novo na chapa ao comando do estado


 https://ofator.com.br/informacao/gemeo-de-cleitinho-volta-ao-radar-para-ser-vice-de-simoes/

 


Cancelamento de docentes no CEFS-2026 por ações judiciais contra o Estado levanta questionamentos na PMMG


Recentemente, alguns policiais militares, previamente designados para o exercício da docência no Curso de Formação de Sargentos (CEFS-2026), foram surpreendidos com o cancelamento de suas respectivas designações. Conforme informado, a medida teria como fundamento o fato de tais militares figurarem como autores em ações judiciais propostas em desfavor do Estado de Minas Gerais, notadamente aquelas que visam à restituição de contribuições previdenciárias consideradas indevidas, em especial as relativas à aplicação de alíquota superior a 8% pelo IPSM, no período compreendido entre janeiro de 2023 e março de 2025.


Além de não poder ministrar aulas em nenhum curso da PM, o militar que ajuizar ou pretender ajuizar ação contra a Polícia Militar, o Estado ou a autarquia (IPSM), inclusive sobre auxílio-alimentação, vem sendo retirado do serviço de inteligência, especialmente da DINT. Trata-se de uma prática escancarada.

A justificativa apresentada pela Administração encontra respaldo no art. 75 da Resolução nº 4.845 (RIAPM), o qual estabelece vedações ao corpo docente no âmbito da Polícia Militar. Dentre elas, destaca-se a proibição de litigar contra o Estado ou a Administração Militar, na condição de autor ou procurador, em ações relacionadas à justiça, disciplina, ingresso na corporação, bem como em quaisquer matérias que, direta ou indiretamente, possam acarretar prejuízo ao ente estatal.

À luz desse dispositivo, a interpretação adotada pela Administração tem sido no sentido de que a existência de demanda judicial em face do Estado constitui óbice ao exercício da atividade docente em cursos internos da Corporação. Embora a medida não se configure, em tese, como sanção disciplinar, seus efeitos práticos resultam em restrição ao desempenho de função específica, o que tem suscitado questionamentos quanto à sua razoabilidade e compatibilidade com o direito fundamental de acesso à Justiça, assegurado constitucionalmente.

Diante desse contexto, o caso revela a necessidade de reflexão acerca dos limites da aplicação de normas administrativas internas, especialmente quando estas, ainda que indiretamente, possam impactar o exercício de direitos fundamentais por parte dos militares estaduais.

Feliz aniversário, Coronel Frederico!

 


Feliz aniversário, Coronel Frederico! 


Que Deus continue abençoando sua caminhada, concedendo sabedoria para cada decisão, força nos desafios e proteção em todos os momentos. Como está escrito:


"O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça." (Números 6:24-25)

CFO e QOS suspenso

 




CFO suspenso por ausência de vagas PCD. 


ATENÇÃO – CONCURSO DA PMMG É SUSPENSO POR DECISÃO JUDICIAL


A Polícia Militar de Minas Gerais, por meio da Diretoria de Recursos Humanos e do Centro de Recrutamento e Seleção, anunciou a suspensão do edital do Curso de Formação de Oficiais (CFO) 2026.

A medida atinge o Edital DRH/CRS nº 11/2025 e ocorre após decisão judicial em ação civil pública movida pela Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais. A determinação partiu da 1ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias da Comarca de Belo Horizonte.

Foram tornados sem efeito atos importantes do concurso, incluindo: – Orientações para exames médicos

– Avaliação Física Militar (AFM)


Decisão liminar em ação da Defensoria suspendeu concursos de MG (incluindo o QOS) porque os editais não previam cotas raciais.

O juiz determinou:

suspensão dos certames

republicação dos editais com 30% de cotas (pretos, pardos, indígenas e quilombolas)

reabertura das inscrições, com possibilidade de autodeclaração e migração para cotas

Os concursos só retomam após a correção dos editais.


– Convocação para avaliação psicológica

– Convocação para avaliação preliminar de conduta social

Além disso, o edital foi oficialmente suspenso, interrompendo o andamento do certame.

A orientação da própria PMMG é clara: os candidatos devem acompanhar exclusivamente os canais oficiais para futuras atualizações.

A suspensão foi assinada pelo Diretor de Recursos Humanos, Coronel Neyton Rodrigues, e pelo Chefe do Centro de Recrutamento e Seleção, Tenente-Coronel Juari Alexandre Santos, em 07 de abril de 2026.

Seguimos acompanhando os desdobramentos.

  Rejeição para governador de Minas Gerais A Futura Inteligência perguntou aos entrevistados em quem eles não votariam de maneira alguma par...