*Homem que atacou a ex com martelo e motosserra morre em confronto com a PM em Esmeraldas*
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Nesta terça (24), o presidente da Assembleia Legislativa, Tadeu Leite (MDB), deverá registrar sua candidatura de consenso ao cargo de conselheiro do Tribunal de Contas de Minas. A iniciativa só será possível após a renúncia coletiva de outros sete deputados estaduais candidatos à segunda vaga na cota da Assembleia. Após ser eleito, Tadeu Leite deverá convocar a eleição para a terceira e última vaga, com previsão de votação para a segunda quinzena de março. O governo Zema decidiu ficar fora da disputa, mas, segundo um deputado governista, vai entrar, com força, para barrar a eleição de um petista, no caso, o candidato Ulysses Gomes.
O índice que mede as chances de o senador Rodrigo Pacheco (PSD) virar candidato a governador por outro partido subiu nas últimas horas. Ao lado de um prefeito mineiro, após ler a notícia de um jornalista influente, o ministro da Educação, Camilo Santana (PT), ligou, na sexta (20), ao presidente Lula para saber se seu partido já teria candidato a governador em Minas. “Deu bom”, teria dito Lula ao ministro sobre a recente conversa com Pacheco e que só faltariam acertos partidários. Outra fonte adiantou que o senador vai se filiar ao MDB, e não ao União Brasil, partido que estaria no olho do furacão de escândalos, como o do Banco Master. No mesmo dia, o PT mineiro divulgou nota afirmando que não há definição e nada a divulgar,
Simões comemorou o gesto e a aproximação com Nikolas, mas ainda está confuso na sucessão presidencial. Hoje, ele tem três candidatos presidenciais (Zema-Novo, Flávio-PL e um nome de seu partido, o PSD). Se o Novo não vetasse, Zema poderia ser o vice de Flávio. Um dos presidenciáveis do PSD, Eduardo Leite (governador gaúcho), teria dito que se, for candidato a presidente, em Minas, não apoiaria Simões.
Nikolas vai colocar o PL na chapa de Simões e controlar os rumos do partido em Minas - (crédito: LEANDRO COURI/EM/D.A.PRESS)
crédito: LEANDRO COURI/EM/D.A.PRESSO futuro do PL, principal partido da extrema direita, na sucessão estadual mineira foi decidido na Papudinha, presídio onde está detido o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por golpismo. Em um encontro autorizado pela Justiça, o badalado deputado federal Nikolas Ferreira levou a Bolsonaro suas duas condições para permanecer no PL. A primeira é que ele tenha controle sobre as decisões do partido, entre elas, a formação de chapas, e a segunda que a legenda apoie a candidatura a governador de Mateus Simões (PSD). Bolsonaro abençoou as escolhas.
Com isso, fica vetada a eventual candidatura a governador do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos). Ou seja, sem o apoio do PL, sozinho, o partido de Cleitinho é quase um nanico e não tem tempo de TV e rádio no horário gratuito eleitoral suficiente para uma campanha majoritária. Sobre isso, Nikolas decidiu aceitar o conselho crítico de Simões, segundo o qual deve se preparar melhor. É o que ele resolveu fazer, preparar-se para ser tão influente na vida real como na virtual.
O bolsonarista estava incomodado com a direção nacional do PL na definição de candidatos a deputados federais. Mais preocupado em engordar o fundo partidário, o presidente nacional, Valdemar Costa Neto, estava filiando deputados federais de outros partidos. Nikolas não gostou da iniciativa, que atrapalha seus projetos pessoais. Ele quer eleger pelo menos oito deputados federais de sua confiança. Se impedido, poderia trocar de partido e o Novo, de Zema, seria beneficiado.
Nota sobre o tempo: como registrou um analista político mineiro com experiência de mais de 15 eleições, “a sucessão mineira agora passa pela Papudinha”. Antes, a história da política mineira anotava que a sucessão presidencial passava por Minas (leia-se o vetusto Palácio da Liberdade
Cleitinho diz que candidatura em MG não depende de apoios - Estado de Minas https://share.google/2GDYY6xEcP6WJyuzp
Segundo o boletim de ocorrência, “Menor do Elvis” voltava do Rio de Janeiro em um Toyota Corolla preto, acompanhado de um amigo e uma amiga. Os policiais abordaram o veículo e ordenaram que os ocupantes descessem.
Os amigos desceram com as mãos para cima. No entanto, o suspeito saiu encurvado, como se estivesse segurando algo na cintura. Os militares ordenaram que ele levantasse a camisa. Nesse momento, Alexander sacou uma pistola, apontou para os policiais e foi baleado, de acordo com a versão registrada pela PMMG.
No porta-luvas do carro, os militares encontraram um carregador de pistola nove milímetros. Na residência do suspeito, foi localizada uma pistola calibre .380 em cima da televisão.
Alexander Junio de Oliveira Costa tinha 37 passagens pela polícia, sendo várias por homicídio. Ele era temido no meio criminoso e considerado indivíduo de altíssima periculosidade.
A rádio Itatiaia apurou, junto a setores da inteligência da segurança pública, que “Menor do Elvis” atuava como gerente da facção criminosa Família Anjo Rebelde (Família A-R), também conhecida como A-R 118, liderada pelo traficante Dalmo, conhecido como “O Rebelde”, apontado como um dos mais procurados e perigosos de Minas Gerais.
Aécio Neves pode disputar o Governo de Minas em 2026? Bastidores apontam teste de viabilidade
Nos corredores da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o nome de Aécio Neves voltou a circular com força.
A informação é de que o ex-governador estaria se reunindo com deputados estaduais para avaliar — e possivelmente confirmar — uma candidatura ao Governo de Minas em 2026.
Não se trata de movimento impulsivo. É leitura de cenário.
Desde 2025, Aécio teria encomendado pesquisas qualitativas para medir rejeição, lembrança de voto e potencial de crescimento. Os resultados, segundo aliados, não foram negativos — o suficiente para reacender no PSDB a esperança de protagonismo estadual.
O partido, que perdeu espaço nos últimos anos, vê em Minas Gerais a chance de reorganização nacional.
Aécio mantém um ativo relevante: presença simbólica duradoura no interior mineiro. Prefeitos, ex-prefeitos e lideranças locais ainda associam seu governo a estabilidade administrativa e capacidade de articulação.
Na política, memória é ativo eleitoral.
Gabriel Azevedo surge como alternativa pelo MDB. Jovem e com forte presença digital, dialoga bem com novas gerações. Contudo, enfrenta questionamentos sobre experiência administrativa executiva — fator que pesa em um estado de perfil mais conservador.
Curiosamente, nos bastidores cogita-se até composição entre Aécio e Gabriel, numa tentativa de unir experiência e renovação.
Aécio Neves reaparece no tabuleiro como nome competitivo em um cenário fragmentado. Carrega recall, estrutura partidária e memória administrativa.
Em contrapartida, enfrenta desgaste acumulado e necessidade de reconstrução de imagem.
A pergunta central não é apenas se ele quer ser candidato — mas se o eleitor mineiro deseja revisitar esse capítulo.
A eleição de 2026 em Minas promete ser menos sobre extremos e mais sobre confiança administrativa.
E nesse quesito, Aécio aposta que ainda tem crédito.
As entidades representativas da Polícia Civil e da Polícia Penal se reunirão com o vice-governador Mateus Simões nos dias 09 e 10 de março.
O cenário ideal seria a construção prévia de uma pauta unificada entre todas as entidades, tanto militares quanto civis. A experiência de 2022 demonstrou que os avanços obtidos decorreram, sobretudo, da atuação conjunta e do alinhamento institucional. Quando há divergência de percentuais — parte defendendo 26% e outra 52% — a força do pleito tende a se fragmentar.
A ausência de uma articulação prévia e consensual pode enfraquecer a estratégia negocial, beneficiando o governo na condução do processo.
Após ouvir todas as representações, é possível que o vice-governador anuncie algum encaminhamento. Ainda assim, a construção de unidade, ainda que posterior, continua sendo medida estratégica para fortalecer a reivindicação e ampliar a capacidade de mobilização institucional.
Renata Pimenta
Mas também é verdade que nenhuma categoria avança sustentada por uma única liderança. Quando toda a expectativa recai sobre uma só pessoa, o peso se torna excessivo e o resultado tende a ser limitado. Representatividade coletiva exige mais vozes, mais articulação e, principalmente, unidade.
Enquanto a classe estiver fragmentada — com disputas internas, desqualificações e rivalidades — qualquer pauta perde força. Divergências são naturais. O que enfraquece é transformar diferença em divisão permanente.
Segurança pública se fortalece com coesão, estratégia e participação ampla. Lideranças são importantes. União é indispensável.
A cerimônia, de caráter institucional, integra a estrutura regular da carreira militar. Assim como ocorrem promoções em dezembro para diversos postos e graduações, a ascensão ao posto de coronel está prevista na legislação e decorre de critérios objetivos e de merecimento.
O debate que se formou nas redes, contudo, revela um ambiente de insatisfação entre outros integrantes, com críticas direcionadas à condução interna e à valorização profissional. É legítimo que haja questionamentos, mas é igualmente necessário que o diálogo ocorra com responsabilidade e foco na coesão institucional.
Promoções não configuram privilégio, e sim etapa prevista na carreira. O desafio maior permanece na construção de unidade interna e no enfrentamento dos problemas que impactam a corporação e a sociedade.
NOTA CONJUNTA
Atendendo ao pleito dos Presidentes das Associações dos Policiais e Bombeiros Militares, o Vice-Governador, Mateus Simões, acompanhado dos Comandantes-Gerais da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) – Cel PM Frederico – e do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) – Cel BM Jordana –, recebeu os representantes na última quinta-feira (12).
Na oportunidade, foi entregue ao Governo um ofício que sintetiza as principais reivindicações da tropa, especialmente no que se refere à recomposição salarial decorrente da inflação, bem como à necessidade de criação de instrumentos jurídicos que proporcionem a Revisão Geral Anual (RGA).
Com o diálogo agora oficializado e comprometido na abertura de um processo de negociação, as associações esperam que as tratativas avancem com celeridade e resultem em medidas efetivas de valorização da categoria.
Ao final da reunião, os presidentes das associações reafirmaram sua firme disposição em defender, com unidade e determinação, os direitos e interesses da tropa, na busca pela valorização dos policiais e bombeiros militares como condição indispensável para a segurança e o bem-estar da sociedade mineira.
Belo Horizonte, 20/02/2026.
Ofício nº 001/2026 – Entidades dos Militares Estaduais de Minas Gerais
Belo Horizonte, 11 de fevereiro de 2026.
Excelentíssimo Senhor
Mateus Simões
DD Vice-Governador do Estado de Minas Gerais
As Entidades de Classe dos Militares Estaduais de Minas Gerais vêm, respeitosamente, cumprimentar Vossa Excelência e agradecer pela atenção e disponibilidade em nos receber para este diálogo institucional.
As Entidades signatárias representam o conjunto dos Policiais e Bombeiros Militares, da ativa e veteranos, bem como seus pensionistas, profissionais que, com abnegação e compromisso, cumprem diariamente sua missão constitucional de proteger a sociedade mineira, muitas vezes com o sacrifício da própria vida.
Entendemos que essa reunião decorre do Ofício nº 96/2025/AOPMBM, assinado por todas as entidades e protocolizado em 22 de dezembro de 2025 junto ao Governo do Estado, que teve como objetivo tratar, de forma concreta e técnica, das reivindicações da categoria referentes à recomposição das perdas inflacionárias acumuladas e à regulamentação da Revisão Geral Anual (RGA) para os profissionais da Segurança Pública.
Portanto, seguem abaixo nossas considerações e reivindicações:
1. Recomposição das Perdas Inflacionárias
Com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), verificamos que as perdas salariais acumuladas desde 2016, descontadas as correções efetivadas nos anos de 2020, 2022 e 2023, totalizam 26,63%.
Essa defasagem decorre, em grande parte, da interrupção das correções inflacionárias e do veto do Governador Romeu Zema às duas parcelas previamente negociadas entre o Governo, os Comandantes e Chefes das Corporações, as Entidades signatárias e os Parlamentares, aprovadas pela Assembleia Legislativa no ano de 2020.
Tal situação vem comprometendo severamente o poder de compra dos militares e, consequentemente, a qualidade de vida de suas famílias. Ainda que o atual Governo possa alegar não ser responsável por períodos anteriores de gestão, a inflação é um dado objetivo e inquestionável, cujos efeitos atingem todos indistintamente.
Diante disso, a recomposição ora pleiteada não constitui privilégio, mas ato de justiça e de valorização profissional, essencial à manutenção da dignidade e motivação dos militares estaduais.
2. Revisão Geral Anual (RGA)
A Revisão Geral Anual dos servidores públicos é um direito assegurado pelo artigo 37, inciso X, da Constituição Federal de 1988, e sua regulamentação específica no âmbito estadual é demanda histórica da categoria.
Cabe destacar que este tema foi promessa de campanha do Senhor Governador Romeu Zema e de Vossa Excelência, registrada durante reunião com representantes da Segurança Pública realizada na sede da AOPMBM, em setembro de 2020.
Dessa forma, apelamos para que o Governo se posicione favoravelmente à implementação da RGA, abrindo o debate técnico e político necessário à construção de um consenso sólido e responsável sobre o tema, considerando tratar-se de promessa de campanha em 2022.
3. Considerações Finais
Senhor Vice-Governador, os Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais orgulham-se de servir os cidadãos mineiros com dedicação, disciplina e profissionalismo, mesmo com o sacrifício de suas próprias vidas. Esses atributos são reconhecidos publicamente pelo próprio Governo em sua comunicação institucional.
Agora, é chegada a hora de o Governo reconhecer esses abnegados profissionais, cumprindo sua promessa com uma valorização concreta, por meio da recomposição das perdas inflacionárias e da efetiva regulamentação da Revisão Geral Anual.
As Entidades de Classe reafirmam como primeiro ato seu compromisso com o diálogo institucional e sua disposição para a construção de soluções conjuntas, sempre com o objetivo de garantir a estabilidade, a eficiência e a justiça dentro do sistema de segurança pública.
Confiamos na sensibilidade e no compromisso de Vossa Excelência com essa causa justa, na expectativa de uma resposta rápida por parte do Governo e permanecemos à disposição para os desdobramentos necessários.
Atenciosamente,
(Assinam os Presidentes das Entidades representativas dos Militares Estaduais de Minas Gerais.)
Sobre reconvocação, o que precisa existir é critério claro e transparência.
Se o militar foi absolvido por unanimidade e permaneceu na ativa sem qualquer restrição, qual é o fundamento objetivo para indeferir a reconvocação? Não dá para simplesmente emitir um “reservado para a RPM” e encerrar o assunto sem motivação formal e explícita.
A reconvocação não é favor pessoal, é ato administrativo. E todo ato administrativo precisa ser fundamentado. Se há impedimento, que se diga qual é. Se existe critério técnico, que ele seja público e aplicado de forma igual para todos.
Outro ponto: ninguém busca reconvocação por romantismo. A maioria retorna por necessidade financeira. É complemento de renda, é sustento da família. Ignorar isso é fechar os olhos para a realidade da tropa.
Se a instituição exige tanto rigor do militar, também precisa agir com rigor jurídico nas próprias decisões. Transparência e motivação não são concessões — são obrigação.
A Polícia Militar é o único órgão que parece trabalhar contra si mesma. Criaram uma resolução obrigando o militar a ir ao quartel para assistir audiência por videoconferência, mesmo quando o próprio Judiciário disponibiliza link para participação remota, sem exigência de formalidade excessiva, permitindo que o depoimento seja prestado de onde o servidor estiver.
Qual é a lógica disso? Em vez de facilitar, criam obstáculos. Burocratizam o que já estava resolvido. Quem está na ponta, cumprindo escala pesada, sabe o impacto prático disso.
Outra questão: férias são férias. Folga é folga. Se querem que o praça participe de audiência nesses períodos, que haja compensação. Pague-se meia diária ou, no mínimo, que se lance meio turno de serviço nas horas trabalhadas.
Valorizar o efetivo passa por respeito ao tempo do militar. Sem isso, a instituição segue impondo ônus a quem já carrega a maior parte do peso.
Ainda assim, o Estado aparece entre os entes que iniciaram 2026 com insuficiência de caixa para cobrir obrigações financeiras herdadas. Isso ocorre porque superávit orçamentário não é o mesmo que disponibilidade financeira. O superávit indica que a arrecadação superou as despesas no exercício, mas a indisponibilidade de caixa considera o dinheiro efetivamente livre após descontadas obrigações, restos a pagar e passivos acumulados.
Em outras palavras, é possível fechar o ano com resultado positivo nas contas e, ao mesmo tempo, começar o exercício seguinte com aperto no fluxo de caixa.
Apesar desse cenário, Minas cumpre o limite de gastos com pessoal estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. A despesa com servidores representa pouco mais de 48% da Receita Corrente Líquida, abaixo do teto de 49% permitido ao Poder Executivo estadual.
O quadro mostra que o desafio atual não está no descumprimento da LRF com pessoal, mas na gestão do caixa e no volume de compromissos financeiros acumulados ao longo dos anos.
Coronel Estevo pode assumir pasta da Segurança Pública
Pela primeira vez, um militar das forças de segurança de Minas Gerais pode assumir a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública. O coronel da reserva do Corpo de Bombeiros, Edgard Estevo, é apontado como possível sucessor de Rogério Greco, caso o atual secretário deixe o cargo para disputar as eleições de outubro.
Edgard Estevo é secretário-adjunto da pasta e conta com a preferência do titular.
Greco deve definir até a próxima semana se vai se desincompatibilizar para entrar na disputa eleitoral. A decisão também envolve uma possível filiação ao Partido Novo, legenda do governador Romeu Zema. O nome de Greco é cotado para disputar o Governo do Rio de Janeiro, seu estado natal, em uma estratégia do Novo para ampliar a projeção nacional.
Zema é atualmente o único governador do país pela legenda e já declarou que pretende renunciar em março para disputar a Presidência da República.
Edgard Estevo comandou o Corpo de Bombeiros por quatro anos, de janeiro de 2019 a janeiro de 2023. Após deixar o cargo, passou para a reserva e, em seguida, foi nomeado secretário-adjunto de Segurança Pública.
A definição sobre a saída de Greco e a possível nomeação de Estevo deve ocorrer na próxima semana, após tratativas com o governador Romeu Zema e o vice-governador Mateus Simões.
Até o início dos anos 2000, a pasta era comandada por delegados da Polícia Civil. Em 2003, foi transformada em Secretaria de Defesa Social, passando a integrar Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e o sistema penitenciário.
Para evitar conflitos entre as corporações, os secretários ao longo dos últimos 20 anos foram escolhidos entre integrantes de outros órgãos, de outros poderes ou da política. O primeiro secretário de Defesa Social foi o desembargador aposentado Lúcio Urbano.
Atualmente, a secretaria é comandada por Rogério Greco, procurador de Justiça aposentado do Ministério Público de Minas Gerais, onde atuou por 30 anos. Caso a mudança se confirme, será a primeira vez que um militar das forças de segurança do estado assumirá o comando da pasta.
PACHECO DESISTE DE DISPUTAR O GOVERNO DE MINAS
Segundo fontes que circulam pelos corredores do poder em Minas Gerais, uma pesquisa interna encomendada por quatro partidos do chamado Centrão trouxe números nada animadores para o senador e ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
Os dados apontariam desgaste na imagem do parlamentar em diversas regiões do Estado, o que caiu como um verdadeiro balde de água fria entre aliados e, principalmente, na cúpula petista em Brasília.
A estratégia até então era clara: lançar Pacheco ao Governo de Minas para garantir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um palanque competitivo em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país. Porém, diante do cenário revelado pela pesquisa, o plano sofreu um abalo significativo.
Mesmo em pleno período de Carnaval, as articulações não pararam. Reuniões reservadas aconteceram, e caciques partidários receberam emissários do próprio senador com um recado direto: Rodrigo Pacheco não entrará na disputa pelo governo do Estado.
Com isso, o tabuleiro político começa a ser reorganizado.
Nomes que estavam em compasso de espera voltaram ao centro das conversas. O secretário de Governo, Marcelo Aro, e o senador Cleitinho passaram a circular com mais força como possíveis alternativas na corrida ao Palácio Tiradentes.
Nos bastidores, o Centrão trabalha para atrair o que muitos classificam como “a galinha dos ovos de ouro” do momento: o PL e o deputado federal Nicolas Ferreira. Jovem, com forte presença nas redes sociais e grande capacidade de mobilização, Nicolas se tornou peça estratégica em qualquer composição majoritária.
O movimento mais recente reforça essa leitura. Nicolas tem se aproximado do vice-governador Matheus Simões e cumprirá agendas conjuntas nesta quinta e sexta-feira em cidades estratégicas como Juiz de Fora e Ponte Nova — sinal claro de que as articulações estão em pleno andamento.
Ás próximas semanas prometem intensificar as negociações, alianças e possíveis reconfigurações no xadrez político mineiro.
A Polícia Militar de Minas Gerais informa que está sendo realizado levantamento de policiais militares da reserva remunerada (praças) interessados em designação ao serviço ativo para atuação em ambiente escolar, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação.
A iniciativa visa fortalecer a segurança nas escolas públicas, contribuindo para um ambiente mais seguro, organizado e propício ao desenvolvimento dos estudantes.
*Possíveis atribuições*:
Atuação colaborativa junto à gestão escolar;
Apoio disciplinar (conforme regulamentação específica);
Implementação e fortalecimento de projetos cívicos, com promoção de valores como civismo, patriotismo e respeito às normas.
📝 Os interessados deverão preencher, até 23 de fevereiro de 2026, o formulário disponível no link abaixo (é imprescindível o preenchimento completo dos dados):
https://forms.gle/85TneRRpnBfyk4M19
⚠️ A seleção observará a ordem cronológica de manifestação e critérios técnicos definidos.
Solicita-se ampla divulgação junto aos veteranos.
8ª Cia PM Ind
Norma interna publicada no BGPM nº 13, de 19 de fevereiro de 2026, da Polícia Militar de Minas Gerais, e trata de como o policial militar deve participar de audiências quando for chamado a depor por fatos relacionados ao serviço.
Art. 10
Se o policial militar for chamado para depor (como testemunha ou parte envolvida) sobre algo que aconteceu no exercício da função, e a audiência for por videoconferência, ele deve participar:
Preferencialmente em uma sala própria da unidade onde trabalha;
Se não for possível, em sala disponibilizada pelo Judiciário;
Ou, onde houver, em fóruns digitais.
Ou seja: não é para fazer a audiência de qualquer lugar, mas sim em ambiente oficial e adequado.
Art. 11
Também é permitido que o policial participe:
Em sala de videoconferência de outra unidade da PM mais próxima da sua residência;
Ou em outro local institucional da PMMG que tenha estrutura adequada.
Mas isso deve ocorrer com coordenação prévia da Administração Militar.
Art. 12
Os comandantes das unidades têm o dever de providenciar estrutura adequada para que essas audiências por videoconferência aconteçam corretamente.
Art. 13
Fica proibido que o policial participe da audiência:
Dentro de viatura;
De casa;
De qualquer outro local que não seja os previstos na norma;
Isso vale quando o depoimento for sobre fato ocorrido no exercício da função.
Em síntese:
A norma organiza e padroniza onde e como o policial militar deve prestar depoimento por videoconferência quando o assunto estiver ligado ao serviço, garantindo formalidade, segurança institucional e ambiente adequado.
A norma publicada no BGPM nº 13, de 19 de fevereiro de 2026, ao padronizar a participação de policiais militares em audiências por videoconferência, pode gerar diferentes interpretações e críticas.
De um lado, há quem veja a medida como positiva, pois garante formalidade, controle institucional e segurança jurídica. Ao exigir que o militar participe a partir de ambiente oficial, a regra evita improvisos, preserva a imagem da corporação e reduz riscos de questionamentos sobre a regularidade do ato processual.
Por outro lado, surgem possíveis pontos de crítica. Um deles é a limitação excessiva do local de participação, especialmente em situações em que o policial esteja de folga, afastado ou residindo longe da unidade. A proibição de participação a partir da residência pode ser vista como medida rígida, principalmente quando a audiência é virtual e poderia ocorrer com segurança técnica fora do ambiente militar.
Também pode haver questionamentos quanto à estrutura disponível. A norma impõe aos comandantes o dever de garantir logística adequada, mas, na prática, nem todas as unidades dispõem de salas equipadas ou conexão estável. Caso a estrutura não seja suficiente, o cumprimento da regra pode gerar atrasos ou constrangimentos.
Outro ponto sensível é o impacto na rotina do militar. Dependendo da organização interna, a exigência pode implicar deslocamentos, ajustes de escala ou até sobrecarga administrativa.
Em síntese, embora a norma busque organização e padronização, o debate gira em torno do equilíbrio entre disciplina institucional e razoabilidade prática na execução das audiências virtuais.
Policial é esfaqueado nas costas durante corrida na orla da Lagoa da Pampulha, em BH
Um sargento da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) foi esfaqueado nas costas durante uma corrida na tarde desta quinta-feira (19) na orla da
Um suspeito foi preso por equipes do 49º Batalhão no bairro Santa Mônica. As primeiras informações indicam que o homem estaria em surto durante a tentativa de homicídio.
A PMMG informou que o policial estava de folga e à paisana no momento e que o ataque não teve motivação aparente. O crime ocorreu na Avenida Otacílio Negrão de Lima na altura do clube Associação Atlética Banco do Brasil (AABB).
Horas depois, a capitão Aline, da 15ª Companhia do 49º Batalhão, informou que a vítima recebeu alta hospitalar e está bem.
Após a prisão, o suspeito foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Venda Nova, onde passou mal e morreu. Segundo a PMMG, ele havia chegado “muito agitado” na unidade de saúde. A causa do óbito será investigada.
O acusado do crime tinha dez passagens pela polícia por crimes como homicídio tentado, lesão corporal, ameaça e furto. No momento da detenção, foram encontrados com ele alguns pinos de cocaína. Além disso, familiares informaram que o homem tinha um histórico de transtorno mental.
De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais, equipes do 48º Batalhão foram acionadas após uma testemunha relatar que a mãe teria deixado a recém-nascida em um bueiro próximo a uma área de vegetação. A pessoa que presenciou a situação retirou a bebê do local e a levou até a Unidade Básica de Saúde (UBS) Cascata.
Diante do estado de saúde da criança e da ausência de fórmula infantil na unidade, uma policial militar que está em período de amamentação foi autorizada pela equipe médica a realizar o aleitamento emergencial. A soldado, que também amamenta o próprio filho de nove meses, ofereceu leite materno à recém-nascida como medida imediata para estabilizá-la.
Segundo a PM, não foram identificados indícios de violência sexual. O caso foi registrado como abandono de incapaz e mobilizou atendimento médico urgente para preservar a vida da bebê.
Após levantamentos e diligências, os pais da criança foram localizados e presos sob suspeita de abandono e maus-tratos. A investigação ficará a cargo da Polícia Civil de Minas Gerais, que irá apurar as circunstâncias do ocorrido e a extensão das lesões constatadas na vítima.
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Estudante de Jornalismo na Faculdade Estácio. Foi estagiário da Vavel.com.
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