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Os dados das enquetes mostram um retrato direto do que a tropa realmente pensa hoje.
VOTOS PARA DEPUTADO ESTADUAL
No cenário estadual, Sargento Rodrigues lidera com folga, somando 491 votos. É uma liderança consolidada, que mostra que, mesmo com críticas, ainda é o nome mais forte dentro da base.
Na segunda posição aparece Sargento Jalvson com 248 votos, se firmando como principal nome em crescimento, mas ainda distante de quem lidera.
Na sequência, Meireles soma 84 votos e Mendonça aparece com 76 votos, ambos com presença, porém sem força para disputar o topo.
Já Tenente Coronel Layla aparece com apenas 8 votos, evidenciando que ainda não conseguiu converter visibilidade em apoio real dentro da tropa.
Quando analisado quem somaria ao lado de Rodrigues, o cenário se repete: Sargento Jalvson lidera com 415 votos, seguido por Meireles com 140 votos e Coronel Godinho com 92 votos. Mais uma vez, Tenente Coronel Layla aparece com baixa adesão, somando 14 votos.
VOTOS PARA DEPUTADO FEDERAL
No cenário federal, Subtenente Gonzaga lidera com ampla vantagem, somando 409 votos na primeira enquete e mais 274 votos na segunda, totalizando 683 votos. A liderança se mantém mesmo com novos nomes entrando, mostrando força consolidada.
Junio Amaral aparece com 105 votos na primeira enquete e mais 18 na segunda, totalizando 123 votos, ficando bem atrás do líder, mas ainda com presença relevante.
Tenente Pedro Aihara soma 26 votos na primeira enquete e mais 7 na segunda, totalizando 33 votos, mostrando baixa conversão dentro da tropa.
Sargento Brites aparece com 16 votos, enquanto Sargento Elton soma 17 votos no total (8 + 9), ambos com baixa penetração.
Sargento Mello registra 11 votos e Aline Riso aparece com 16 votos. Já Delegado Edson Moreira praticamente não pontua, com apenas 1 voto.
Um destaque importante é Cabo Caporezzo, que aparece com 245 votos, mostrando uma base fiel e engajada, mesmo não sendo maioria.
Também chama atenção o número de 55 votos em branco, nulo ou nenhuma das opções, indicando uma parcela da tropa que não se sente representada.
No geral, os dados mostram dois cenários acontecendo ao mesmo tempo: no estadual, Sargento Rodrigues mantém liderança consolidada, enquanto no federal Subtenente Gonzaga segue dominante. Ao mesmo tempo, nomes novos ainda enfrentam dificuldade para se firmar, e cresce uma fatia que não se identifica com nenhum dos candidatos apresentados.
Todos os pré-candidatos estão disputando o mesmo espaço — e isso precisa ser dito com clareza. Se um recebe apoio e visibilidade, todos deveriam ter as mesmas condições. O problema começa quando há a percepção de que determinados nomes podem ter vantagem de estrutura e exposição, enquanto outros não.
Dentro da tropa, o critério é outro. Não basta ser conhecido pelo público civil ou aparecer em páginas institucionais. O que pesa é atuação classista, defesa real dos interesses da base e histórico concreto. Ter visibilidade ou projetos não é suficiente se não houver entrega efetiva para a tropa — e isso é o que vem sendo questionado.
Enquanto isso, candidatos que vêm diretamente da base costumam ter outro tipo de reconhecimento: menos exposição institucional, mas mais identificação com as demandas do dia a dia. É aí que surge o conflito.
Outro ponto sensível é o uso da estrutura. Existe uma preocupação legítima de que meios institucionais não sejam utilizados, direta ou indiretamente, para impulsionar determinados nomes. Se isso acontecer, além de gerar desequilíbrio, compromete a legitimidade do processo.
No fim, a pergunta que fica é simples:
se todos estão disputando o mesmo espaço, por que alguns teriam vantagem?
E mais — se determinados candidatos realmente são mais fracos dentro da tropa, por que haveria qualquer receio? Em tese, quem tem base sólida não precisa de proteção nem de interferência.












































