quarta-feira, 31 de maio de 2023

 


Com salário de R$ 37,5 mil recebidos no mês de abril, a procuradora de Justiça Carla Fleury de Souza reclamou da carreira dos integrantes do Ministério Público de Goiás pois, segundo ela, o custo de vida atualmente “é muito caro”.


Durante reunião do Colégio dos Procuradores na segunda-feira (29), ela agradeceu o fato do marido arcar com as contas e despesas em casa e disse que utiliza o que recebe para comprar produtos como brincos e sapatos.


“Pensemos nos promotores. Eu sou uma mulher, graças a Deus meu marido é independente, eu não mantenho a minha casa. O meu dinheiro é só para mim fazer minhas vaidades. Só para os meus brincos, minhas pulseiras e meus sapatos. Mas uma coisa eu falo: eu tenho dó dos promotores que estão iniciando a carreira”, disse Carla Souza.


Além do salário de R$ 37,5 mil, ela recebeu mais R$ 5,3 mil a título de abono permanência. “Os promotores que têm filhos na escola, que têm que pagar escola. Hoje o custo de vida é muito caro. Falei de coração e quem fala de coração fala a verdade”, acrescentou ela.


Os servidores do Ministério Público de Goiás entraram em greve no início de maio por falta da revisão geral anual para compensar as perdas com a inflação. No último dia 22, a Assembleia Legislativa de Goiás aprovou reajuste de 5,93%.


PODE ISSO ARNALDO? Mulher acusa equipe do TM de entrar na casa dela e subtrair dinheiro. A busca pessoal foi feita na equipe fardada e de serviço, na presença do filho da denunciante

 


 


Carro de deputado do RJ é abordado pela PM em Juiz de Fora; ele alega truculência, e polícia afirma que motorista não obedeceu ordem de parada

 

Carro de deputado do RJ é abordado pela PM em Juiz de Fora; ele alega truculência, e polícia afirma que motorista não obedeceu ordem de parada


Parlamentar estadual Júlio Rocha afirmou que motorista dele foi agredido na madrugada de domingo (28). Já a Polícia Militar diz que veículo que estava na região do estádio não parou, aumentou a velocidade e entrou na contramão.

Por g1 Zona da Mata — Juiz de Fora


30/05/2023 18h57  Atualizado há 11 horas

     



Deputado estadual Júlio Rocha — Foto: Redes Sociais/Reprodução

O deputado estadual do Rio de Janeiro Júlio Rocha (Agir), de 39 anos, e outras três pessoas que saíram de uma festa em Juiz de Fora foram abordados pela Polícia Militar (PM) e, segundo a corporação, desacataram a ordem de parada avançando pela contramão.

g1 entrou em contato com o deputado, que informou em nota que não havia nenhuma blitz da PM, mas sim um baseamento em uma rotatória. Disse, ainda, que não houve ordem de parada para o carro em que estava.

O caso foi registrado na madrugada do domingo (28).

Conforme informações da PM, os militares atuavam nas ruas José Apolônio dos Reis e Liduíno Vieira dos Reis, região de saída da Festa Country, realizada no Estádio Municipal Radialista Mario Helênio, quando se depararam com o veículo, que trafegava com dispositivos luminosos e sonoros, semelhante a um giroflex.

Ainda conforme a polícia, o veículo estava com película automotiva nos vidros e era ocupado por ele, o motorista, de 28 anos, além de outras duas jovens, de 21 e 26 anos. "A guarnição avistou um veículo... ...com placa comum, não sendo associado a nenhum carro oficial", informou em nota a Polícia Militar.

Conforme a PM, foi dada ordem de parada, mas o motorista desobedeceu e "imprimiu maior velocidade, atingindo a contramão e gerando perigo a outros veículos e pedestres". Após mais de um quilômetro, o carro foi abordado. A polícia ainda disse que durante as buscas ao veículo foram encontradas garrafas de bebidas alcoólicas e bem como copos usados. Continua...


https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2023/05/30/carro-de-deputado-do-rj-e-abordado-pela-pm-em-juiz-de-fora-ele-alega-truculencia-e-policia-afirma-que-motorista-nao-obedeceu-ordem-de-parada.ghtml

Opinião de um PM

"Por 3 vezes cobrei o Dep Sgt Rodrigues nas redes sociais sobre a Operação Estrita Legalidade. Não tive sequer a dignidade de resposta. 


Ele postou uma enquete no Instagram dele perguntando o q a tropa queria q fosse feito diante da última sinalização do Governo se era greve (o q sabemos ser inviável atualmente por diversos fatores), operação estrita legalidade, manifestação ou reunião para diálogo. 


Eu acompanhei a votação pelas 24 horas q ficaram lá. 


Ganhou a greve seguida apertada pela Operação Estrita Legalidade. Último lugar ficou a reunião. 


E qual estratégia ele adotou? Reunião. 


Pq será? Será q é pq nesse mandato o partido é base do Governo? Sinceramente não sei. 


Só sei q nem isso ele ouviu. Fica com discurso de "estou a X anos aqui e sei o q é melhor nesse jogo político". Mas e aí? Ano passado o jogo era outro? Ano passado teve manifestação e Estrita Legalidade. O q mudou agora? Eu falo: ser da base aliada. 


Infelizmente a tropa (sobetudo inativa) tem sido usada como massa de manobra e ainda "endeusam" os políticos. 


Eu respeito o deputado. Conheço suas conquistas. Tenho 17 anos nessa PM e já vi ele lutando muito e dando muita manota tbm. 


Acho q precisamos é daa entidades se organizarem e deixar de "pendurar" no ombro do deputado. Unir a classe, o chão de fábrica, e apertar o parafuso. Fazer igual escolinha de recruta: umas 3 voltas no parafuso já apertado. 


Sempre funcionou, não será agora q não vai funcionar. 


Mas pra isso precisa organização".


 'Sou PP, e te afirmo que: essas denúncias de perseguição à servidores por parte das diretorias por causas de atestados médicos, são na sua imensa maioria eu diria 90% de atestados  'kaô', e usam essa prerrogativa de perseguição, apenas para se esconder, e os que trabalham sério, são os que, são penalizados, pois tem que carregar o fardo desses ruins de serviços nas costas, e esses sim estão adoecendo de fato".

terça-feira, 30 de maio de 2023

 


"sou PC e queria levantar um questionamento... Se você puder publicar para o debate, agradeço. A questão é simples: qual é a mágica que acontece quando as "metas" da gloriosa PMMG são batidas e coincidentemente após isso a criminalidade cai? No início de cada mês, o plantão é um inferno e depois da vibração, não tem flagrante! Curioso... Muito curioso... Em nome dessas metas irracionais, nosso ordenamento jurídico é rasgado e enfiado no * e muita injustiça é cometida em nome de números, q no frigir doa ovos, não dão resultado prático, apenas estatísticas vaidosas para um comando esdrúxulo. A PM está deixando de cumprir seu papel Constitucional!"

Acesse este link para entrar no GRUPO RECOMPOSIÇÃO SALARIA WhatsApp:

 Acesse este link para entrar no  GRUPO RECOMPOSIÇÃO SALARIA WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/CXcqYqkuNh75oBCR4KiLML

 fique por dentro

Por g1 AL

 


Primeiros editais do programa Bolsa Formação devem ser publicados em junho, anunciou o ministro Flávio Dino em Maceió — Foto: Erik Maia/TV Gazeta

Primeiros editais do programa Bolsa Formação devem ser publicados em junho, anunciou o ministro Flávio Dino em Maceió — Foto: Erik Maia/TV Gazeta

Devem ser lançados em junho os primeiros editais do Bolsa Formação, programa do Governo Federal que vai oferecer R$ 900 mensais para capacitação de policiais civis, militares, penais, bombeiros militares e guardas municipais que fizerem cursos de capacitação. O anúncio foi feito pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, durante evento oficial a Maceió nesta segunda-feira (29).

"[Os policiais] terão um acréscimo de R$ 900 por curso em sua remuneração. Essa bolsa anteriormente era de R$ 300 e nós ampliamos com a autorização do presidente Lula (PT). Os primeiros editais devem sair agora em junho, de modo que é uma contribuição a essa capacitação profissional para servir melhor à população", disse o ministro.

Flávio Dino esteve em Maceió para o lançamento do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci II), referente às políticas de enfrentamento e prevenção à violência contra as mulheres. A solenidade aconteceu no Palácio República dos Palmares e contou com a presença do governador Paulo Dantas (MDB).

Para aderir ao Projeto Bolsa Formação, os Estados e o Distrito Federal precisam assinar o termo de adesão, sem prejuízo das demais obrigações acordadas. Com isso, assumem compromissos como:

  • Viabilizar o acesso dos candidatos que atenderem aos critérios exigidos pelos cursos ofertados
  • Instituir e manter programas de polícia comunitária
  • Restituir à União os valores correspondentes às bolsas concedidas aos profissionais que tiverem os cursos cancelados por alguma hipótese prevista ou não tiverem inseridas ou atualizadas informações no Sistema Nacional do Bolsa-Formação (Sisfor)

Os municípios também podem participar do projeto Bolsa Formação, desde que:

  • Possuam guardas municipais
  • Instituam e mantenham programas com ações preventivas e de proteção social
  • Firmem termo de adesão

O valor de R$ 900 será pago por cada mês de duração do curso. Caso o curso tenha duração inferior a trinta dias, será paga parcela única, observada a duração mínima de vinte horas de atividades. A definição dos cursos ofertados ainda será informada.

Quem vai poder participar dos cursos do Bolsa Formação

Poderão participar policiais civis, militares, penais, bombeiros militares e guardas municipais, desde que o Estado ou Município do qual ele seja servidor faça adesão ao programa. Além disso, o candidato deverá preencher os seguintes requisitos:

  • Receber remuneração mensal bruta de até R$ 15 mil (excluídos os valores referentes à gratificação natalina e férias)
  • Atender aos critérios de elegibilidade específicos do curso ofertado
  • Não ter sido condenado pela prática de infração administrativa de natureza grave, nos últimos cinco anos
  • Não possuir condenação penal nos últimos cinco anos
  • Pertencer à corporação de cada estado que tenha assinado termo de adesão
  • Frequentar, a cada doze meses, ao menos um dos cursos ofertados, observado o limite máximo de três

O beneficiário deixa de receber a bolsa nos seguintes casos:

  • Se for reprovado ou abandonar o curso
  • Apresentar informações ou documentos falsos
  • Solicitar sua exclusão
  • For condenado pela prática de infração administrativa de natureza grave ou sofrer condenação penal
  • FRor cedido ou designado a prestar serviço a outro órgão da administração pública
  • Usufruir licença para tratamento de interesse particular
  • Romper o vínculo funcional com a instituição
  • Aposentar-se
  • Falecer