segunda-feira, 11 de maio de 2026

COERÊNCIA? DEPENDE DO MOMENTO NO CENÁRIO POLITICO, A CONVICCÃO, MUITAS VEZES MUDA DE LADO...

 



 Na política, a expressão “mala preta” virou símbolo de acordos obscuros, interesses escondidos e movimentações feitas longe da transparência que a população merece.

É a metáfora usada quando decisões parecem deixar de atender o interesse coletivo para atender conveniências políticas, trocas de favores ou projetos pessoais de poder.

Assim como no futebol a “mala preta” representa incentivo para manipular resultados, no cenário político ela passou a representar articulações que levantam dúvidas sobre quem realmente está sendo beneficiado pelas decisões tomadas nos bastidores.

E quando a população começa a desconfiar das intenções por trás de determinadas movimentações, o problema deixa de ser apenas político — passa a ser de credibilidade. 🫡 ⭐️⭐️⭐️

 


Após promessas, PEC que prevê reajuste anual da Segurança trava em MG

Presidente da ALMG afirma que esse tipo de PEC é de competência exclusiva do governo de Minas Gerias; proposta foi de Câmaras Municipais

Thiago Bonna

11/05/2026 14:29, atualizado 11/05/2026 14:32


Após promessas, PEC que prevê reajuste anual da Segurança trava em MG


Belo Horizonte – Após ser tratada como prioridade pelo governador Mateus Simões e receber apoio do deputado Nikolas Ferreira, a PEC que prevê reajuste anual para as carreiras da segurança pública estadual voltou a enfrentar obstáculos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).


A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 40/2024), apresentada por mais de cem câmaras municipais mineiras, segue travada na ALMG. O texto prevê recomposição salarial automática para as forças de segurança do Estado, mas, segundo o presidente da Assembleia, Tadeu Martins Leite, esse tipo de proposta só pode ser apresentado pelo Poder Executivo.


Segundo ele, a proposta apresenta “vício de iniciativa”, já que a definição sobre remuneração de servidores públicos é competência exclusiva do governador.


O que disse o governo


Após a declaração do presidente da ALMG, Mateus Simões afirmou que os ajustes necessários poderiam ser feitos durante a tramitação da PEC. O governador defendeu que o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Doorgal Andrada, colocasse a proposta em votação para que as adequações fossem realizadas posteriormente.


Como seria a tramitação


Caso aprovada na CCJ, a PEC seguiria para análise de uma Comissão Especial. Depois, precisaria:


ser votada no plenário da ALMG;


retornar à Comissão Especial;


e passar por nova votação dos deputados estaduais.


Contexto político


O tema ganhou força durante a cerimônia da Medalha da Inconfidência, realizada em Ouro Preto, em 21 de abril, quando Mateus Simões declarou apoio à proposta.


A fala foi interpretada como tentativa de aproximação com as categorias da segurança pública, que alegam defasagem salarial e consideraram insuficiente a recomposição de 5,4% aprovada neste ano.


No fim de 2025, durante audiência na ALMG, o então secretário da Fazenda, Luiz Claudio Fernandes Lourenço Gomes, afirmou que a situação fiscal do Estado tornava inviável uma recomposição salarial mais ampla para servidores civis e militares da segurança pública.

 


Hoje o dia é dela. Da menina que começou comentando assuntos polêmicos com coragem, personalidade, sabedoria e uma maturidade que sempre chamou atenção. Quem acompanhou desde o início viu não apenas uma blog crescer, mas também uma voz se fortalecer ao longo dos anos.

São 9 anos do @blogdajamille . Nove anos de opiniões, debates, posicionamentos, aprendizados, conquistas e muita dedicação. Um espaço que se tornou referência para tantos profissionais, familiares e pessoas que acompanham a segurança pública com interesse e respeito.

Mais do que números, são anos construindo credibilidade, criando conexões e mostrando que informação, opinião e responsabilidade podem caminhar juntas. Você abriu espaço para uma nova geração de blogueiras da segurança pública, mostrando que lugar de mulher também é no debate, na comunicação e na construção de voz dentro desse meio.

Que nunca faltem força, inspiração, discernimento e coragem para continuar. Que venham muitos e muitos anos de crescimento, reconhecimento e sucesso.

Parabéns pelos 9 anos do Blog da Jamille. Gratidão por tudo que você representa e por toda história construída até aqui. 💙🌶🙌 #blogdajamile

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Meu texto não se coloca contra a RGA. Ele deixa claro que a RGA é um direito dos servidores e não um favor de governo, reforçando a ideia de que reajuste ou qualquer outro benefício, não deve ser usado como moeda política ou promessa de ocasião. O que  critico não é o RGA, mas a forma como ele ESTÁ sendo explorado politicamente, especialmente em momentos eleitorais, depois de anos de desvalorização da categoria.


Reforça também o contexto vivido pela segurança pública nos últimos anos, com perdas salariais, dificuldades acumuladas e impacto direto sobre aposentados e pensionistas, principalmente pelo aumento do custo de vida e dos gastos com saúde. A mensagem aponta para a necessidade de memória sobre esse histórico, mais do que para uma rejeição de qualquer medida de recomposição.


No geral, a ideia que fica é de esclarecimento: não sou contra a RGA, reafirmo que ela é um direito e questiono o uso político do tema. O que vier para quem sempre me deu moral e carinho, que são os servidores e pensionistas da segurança pública e que tem o meu irrestrito apoio e respeito. O que não apoio é o uso de interesse pessoal  🏅💰 e apoio aos algozes dos servidores públicos,  Simões e zema. Vocês estão sendo enganados por quem um dia sentou em um banco de viatura, precisa do que para abrirem os olhos?

Lugar de fala não é prisão de opinião



Sou profissional de imprensa e não preciso estar dentro de uma viatura, nem vestir farda, nem participar da rotina operacional para analisar, questionar e opinar sobre temas de interesse público. Cada área tem sua função — e no debate público isso não muda.

Se fosse assim, só quem joga poderia comentar futebol, só quem opera poderia discutir política e só quem vive diretamente uma realidade( políticos eleitos com o voto do povo) poderia se posicionar sobre ela. Não é assim que funciona em uma democracia.

O que incomoda alguns não é a falta de conhecimento, mas a existência de opinião divergente. E opinião não se cala com rótulos, ataques pessoais ou tentativas de desqualificação.

Respeito ao contraditório não é opcional. É o mínimo.



Há quem diga que um governo foi melhor que o outro apenas porque concedeu reajustes pontuais ou colocou pagamentos em dia. Mas a realidade da segurança pública mineira é muito mais complexa do que comparações simplistas.

No governo de Fernando Pimentel, servidores enfrentaram anos sem reajuste, atrasos salariais e a grave crise dos consignados, quando valores descontados em folha não foram repassados aos bancos, levando muitos servidores à inadimplência e à negativação dos nomes, mesmo tendo os descontos realizados em seus contracheques.

Já no governo de Romeu Zema e de seu vice, Mateus Simões, houve a regularização dos pagamentos. Ainda assim, para muitos servidores, isso não representa valorização, mas apenas o cumprimento de uma obrigação básica do governo.

A principal reclamação continua sendo a defasagem salarial acumulada ao longo dos anos. Entre inflação, perdas inflacionárias não recompostas, vetos e reajustes insuficientes, muitos servidores afirmam que as perdas já ultrapassam 50% do poder de compra.

Enquanto o custo de vida aumentou significativamente, salários permaneceram estagnados. Policiais da ativa, aposentados e pensionistas convivem diariamente com a sensação de abandono, sobrecarga de trabalho e desvalorização profissional.

O debate precisa ser feito com equilíbrio e honestidade. Reconhecer erros do passado não significa ignorar os problemas atuais. Da mesma forma, manter salários em dia não apaga a perda salarial acumulada nem resolve a falta de valorização enfrentada pela segurança pública mineira.



Renata Pimenta

Ajude um irmão de farda

 Um policial militar que serve em Uberaba sofreu um acidente após colidir com um animal na pista. Felizmente, ele está bem, mas os danos no veículo ficaram bastante altos. O Ford Ka não possuía seguro, e os custos para recuperação ficaram além das condições financeiras da família neste momento.


Diante disso, amigos organizaram uma rifa solidária para ajudar nos reparos do carro. Quem puder contribuir, mesmo que apenas compartilhando, já estará fazendo a diferença.


Que Deus abençoe e multiplique toda ajuda recebida.


🎟 Rifa Solidária – Recuperação do Ford Ka

💰 Valor: R$ 20,00

🏆 Premiações:

1º prêmio: R$ 1.000,00

2º prêmio: R$ 500,00

3º prêmio: Kit Churrasco


📅 Sorteio: 29/05/2026


🔗 Link da rifa:

"Rife-me" (https://www.rifeme.com.br/rifa/rifa-solidaria-recuperacao-do-ford-ka?utm_source=chatgpt.com)

 


Mesmo que o Simões consiga 100% de reajuste, aprove a RGA e anuncie o maior pacote da história para a segurança pública, meu voto ele não terá. E não é por ingratidão, é por memória.


Durante anos, servidores da segurança pública foram ignorados, desvalorizados e tratados como despesa. Viram perdas salariais acumularem, promessas serem adiadas, direitos questionados e o governo virar as costas para reivindicações legítimas. Agora, às vésperas de cenário eleitoral, aparece um discurso de valorização repentina? Coincidência ninguém acredita que seja.


Os policiais aposentados e pensionistas passaram praticamente 8 anos esquecidos, vendo o poder de compra ser destruído pela inflação, enquanto os gastos com saúde só aumentavam. Muitos dependem de medicamentos contínuos, tratamentos caros, consultas, exames e planos de saúde cada vez mais pesados no orçamento.


Enquanto isso, não houve valorização real, nem perspectiva concreta para quem já dedicou a vida inteira à segurança pública. Pessoas que passaram décadas servindo a sociedade chegaram à aposentadoria tendo que escolher entre pagar contas ou cuidar da própria saúde. Pensionistas também enfren


A RGA não é favor, não é presente e muito menos conquista política de governo. Não pode ser usada como ferramenta de campanha, chantagem emocional ou moeda de troca por apoio político.


Quem está na ponta sabe o que viveu nesses últimos anos: escalas pesadas, adoecimento, falta de efetivo, pressão psicológica, insegurança jurídica e salários corroídos pela inflação. Muitos tiveram que complementar renda, abrir mão do convívio familiar e seguir trabalhando sem o reconhecimento prometido.


Então, que a RGA venha, que reajustes aconteçam e que a justiça seja feita. Mas que ninguém esqueça quem esteve no poder durante todo esse período e só resolveu olhar para a segurança pública quando começou a precisar dela politicamente.


Servidor não pode ser tratado como massa de manobra eleitoral. E memória também é instrumento de valorização.


Renata Pimenta 

( não sou policia, mas não sou besta).


 


O cenário político em Minas começa a mostrar um eleitorado menos identificado com extremos e mais atento a nomes com forte apelo popular. Hoje, muitos avaliam que, caso Cleitinho não dispute o Governo de Minas, nomes como Alexandre Kalil ou Rodrigo Pacheco podem ganhar força na corrida eleitoral.

Também cresce entre eleitores de direita a avaliação de que a divisão interna pode enfraquecer o campo conservador em 2026. Há quem defenda uma aliança estratégica em torno do nome com maior potencial eleitoral, especialmente diante da ausência, até o momento, de um nome consolidado do Partido Liberal em Minas.

Outro ponto observado é que Cleitinho pertence ao Republicanos e mantém uma conexão popular que ultrapassa bolhas ideológicas tradicionais. Para muitos analistas e eleitores, o momento político mineiro indica um desgaste das polarizações e uma preferência crescente por candidaturas mais moderadas ou com perfil considerado “popular”.

 


O presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe (PL), afirmou que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), cotado para disputar o governo de Minas Gerais, “tem algumas dificuldades para levar a candidatura até o fim”. O empresário, também considerado para concorrer ao Palácio Tiradentes, avalia que Cleitinho “tem um perfil mais legislativo”. 


“Não cabe a mim julgar. Eu estou na disputa, então fica chato. Coloquei meu nome para somar e poder contribuir com o projeto do PL. Sempre achei que o Cleitinho tem algumas dificuldades para levar a candidatura até o fim. O perfil do Cleitinho, na minha leitura, é um perfil mais legislativo. Qual o risco para o Cleitinho levar a candidatura até o fim? É ele ganhar. Se ele ganhar, dependendo do resultado (da eventual gestão), a carreira política dele pode acabar neste próximo mandato”, analisou, em entrevista exclusiva a O Fator. 


Roscoe também disse que o desafio de administrar Minas Gerais “é muito grande” para qualquer candidato. No entanto, ressaltou a necessidade de que o novo governador seja capaz de dialogar em diferentes frentes. 


“Cleitinho faz política, mas uma política de lobo solitário, na mídia social, etc. Qual a diferença do meu perfil? Eu tenho experiência tanto na vida política, porque eu faço política (tanto)  na presidência da Fiemg, quanto na gestão. Eu faço política de articulação, que é o papel do governador”, analisou.


Questionado pela reportagem se poderia ser vice em alguma chapa, Roscoe confirmou essa possibilidade, mas rejeitou ter qualquer preferência entre Cleitinho e o atual governador Mateus Simões (PSD), outro nome cotado para uma eventual composição do PL em Minas. No entanto, se coloca como o pré-candidato mais próximo de dar continuidade ao trabalho de Romeu Zema (Novo).


🔗 Leia a matéria completa em O Fator.


📷 Foto: reprodução/Facebook.


#ofator #cleitinhoazevedo #eleicoes2026 #fiemg #governodeminas

domingo, 10 de maio de 2026

"Todos são especialistas em segurança pública, até ouvir o primeiro disparo. Depois disso só ficam os policiais!"

 


AÇO, pra quem é de AÇO!!! Parabéns a todos os cavalarianos por seu dia!!!

 








 


Hoje, no Dia do Policial Civil de Minas Gerais, temos que reconhecer a importância vital desses profissionais para a nossa sociedade. Eles são os pilares fundamentais que garantem a segurança e a justiça em nossa comunidade, muitas vezes arriscando suas próprias vidas para proteger as nossas.


No entanto, apesar da sua dedicação incansável, não podemos ignorar as dificuldades que enfrentam diariamente. Os baixos salários, o assédio e o efetivo reduzido são questões sérias que afetam diretamente o bem-estar e a capacidade de atuação desses profissionais.


Neste dia, embora haja pouco a comemorar em termos de condições de trabalho, é essencial reafirmar a importância inegável dos policiais civis. Eles são os primeiros a garantir que a justiça prevaleça em nossa sociedade, e merecem todo o nosso respeito e reconhecimento.


Que este dia sirva como um lembrete para valorizarmos e apoiarmos esses profissionais que desempenham papel  fundamental em nossas vidas. A luta por melhores condições de trabalho continua, mas a gratidão pela sua dedicação e coragem é eterna.


A todos os policiais civis de Minas Gerais, o nosso mais sincero reconhecimento e gratidão.


@blogdarenatapimenta1

Luto

 


Com pesar, comunicamos o falecimento do Ten Cel Maculan, ocorrido em Poços de Caldas, cidade onde residia.

O sepultamento será realizado em Lavras.

Nossos sentimentos aos familiares, amigos e irmãos de farda neste momento de dor e despedida.

sábado, 9 de maio de 2026

 


NOTA DE FALECIMENTO

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do Sr. Lair Antônio de Almeida, 3º Sargento Veterano do 14º BPM, de Ipatinga.

Neste momento de dor e despedida, expressamos nossas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e irmãos de farda, rogando a Deus que conceda conforto e força a todos.

O 3º Sargento Lair Antônio de Almeida deixa sua história marcada pelos relevantes serviços prestados à sociedade mineira e à Polícia Militar de Minas Gerais.

Descanse em paz.

 


É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do filho do Subtenente QPR/PMMG Souza, da cidade de Nanuque.

Neste momento de dor e tristeza, manifestamos nossas mais sinceras condolências aos familiares e amigos, rogando a Deus que conceda força, conforto e amparo a todos.

Que Deus receba sua alma em paz.

sexta-feira, 8 de maio de 2026

O militar Alexandre Santiago, 2º Sgt da 8ª Cia de Lagoa Santa, solicita doação para seu filho Otávio Augusto Martins Santiago. Quem puder ajudar com este gesto de solidariedade, procure o hemocentro do cartaz. Toda doação pode salvar vidas. Compartilhem.

 


AJUDE UMA IRMÃ DE FARDA

 


A Cabo da PMMG, Flaviana, enfrenta uma dura batalha contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Em razão do avanço da doença, precisou se aposentar, mas segue lutando diariamente com coragem e fé.


Agora, ela está realizando mais uma rifa solidária para ajudar no tratamento e nos cuidados necessários.


Quem puder colaborar ou conhecer mais sobre sua história, pode acompanhar pela página no Instagram: @flaeaela.


Que a família militar, mais uma vez, demonstre sua união e solidariedade. Toda ajuda faz diferença.


https://www.rifapersonalizada.com.br/ajude-a-flaviana-no-tratamento-da-esclerose-lateral-amiotrofica-qVFcAE?utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio&fbclid=PAb21jcARrH5pleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZA81NjcwNjczNDMzNTI0MjcAAafKV3g-XnQmIF-99XpskECl17tQ-LDjHZQON1RXM1j98YCBcZ3jfCpUbk3QeQ_aem_IZvIUmgM4Fy8TNtabE2dyg

 


O policial militar de 33 anos que matou o próprio pai durante uma discussão familiar em Lavras, no Sul de Minas Gerais, foi liberado após prestar depoimento à Polícia Civil.


A informação foi confirmada após a análise inicial da ocorrência registrada na madrugada de segunda-feira, dia 4 de maio de 2026.


O caso aconteceu dentro de uma residência no bairro Vila São Sebastião e causou forte repercussão na cidade.


A vítima foi Joaquim Ribeiro Pinto Júnior, de 55 anos, policial militar da reserva.


Inicialmente, o filho chegou a ser conduzido à delegacia como suspeito do homicídio. Porém, a prisão em flagrante não foi mantida após os primeiros depoimentos e a análise das circunstâncias do caso.


Segundo o relato apresentado pelo policial, tudo começou quando ele foi até a casa dos pais e encontrou o pai embriagado, ameaçando a esposa com uma arma de fogo.


A filha dele, uma menina de apenas 5 anos, também estava na residência sob os cuidados da avó.


O policial afirmou que tentou retirar a mãe e a filha da situação de risco, levando as duas para um dos quartos da casa.


Mas, ainda conforme o depoimento, Joaquim teria efetuado disparos em direção ao cômodo onde elas estavam escondidas.


A perícia confirmou que havia marcas de tiros na parede e em um televisor próximo do local.


O filho relatou ainda que pediu diversas vezes para o pai largar a arma, mas que, em determinado momento, Joaquim teria apontado o revólver na direção dele.


Foi então que ele reagiu e efetuou os disparos.


Após o ocorrido, o próprio policial acionou a PM e o Samu. Quando as equipes chegaram ao local, Joaquim já estava morto dentro da residência.


Durante depoimento, a esposa da vítima confirmou a versão apresentada pelo filho e relatou anos de agressividade e violência doméstica dentro de casa.


Segundo a Polícia Militar, também existiam registros anteriores envolvendo violência familiar na residência.


Moradores da região afirmaram que as brigas no imóvel eram frequentes.


Mesmo liberado, o policial segue sendo investigado pela Polícia Civil, que ainda vai apurar a hipótese de legítima defesa ou excesso na reação.

Roscoe: Cleitinho tem dificuldades para levar candidatura até o fim e pode ver carreira política acabar se governo for mal


Roscoe: Cleitinho tem dificuldades para levar candidatura até o fim e pode ver carreira política acabar se governo for mal

Presidente licenciado da Fiemg concedeu entrevista exclusiva a O Fator e repercutiu o cenário ainda incerto do PL na disputa em MG
Flávio Roscoe de terno preto e gravata rosa
Flávio Roscoe, pré-candidato ao governo pelo PL. Foto: reprodução/Facebook.

O presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe (PL), afirmou que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), cotado para disputar o governo de Minas Gerais, “tem algumas dificuldades para levar a candidatura até o fim”. O empresário, também considerado para concorrer ao Palácio Tiradentes, avalia que Cleitinho “tem um perfil mais legislativo”. 

“Não cabe a mim julgar. Eu estou na disputa, então fica chato. Coloquei meu nome para somar e poder contribuir com o projeto do PL. Sempre achei que o Cleitinho tem algumas dificuldades para levar a candidatura até o fim. O perfil do Cleitinho, na minha leitura, é um perfil mais legislativo. Qual o risco para o Cleitinho levar a candidatura até o fim? É ele ganhar. Se ele ganhar, dependendo do resultado (da eventual gestão), a carreira política dele pode acabar neste próximo mandato”, analisou, em entrevista exclusiva a O Fator. 

Roscoe também disse que o desafio de administrar Minas Gerais “é muito grande” para qualquer candidato. No entanto, ressaltou a necessidade de que o novo governador seja capaz de dialogar em diferentes frentes. 

“Cleitinho faz política, mas uma política de lobo solitário, na mídia social, etc. Qual a diferença do meu perfil? Eu tenho experiência tanto na vida política, porque eu faço política (tanto)  na presidência da Fiemg, quanto na gestão. Eu faço política de articulação, que é o papel do governador”, analisou.

Questionado pela reportagem se poderia ser vice em alguma chapa, Roscoe confirmou essa possibilidade, mas rejeitou ter qualquer preferência entre Cleitinho e o atual governador Mateus Simões (PSD), outro nome cotado para uma eventual composição do PL em Minas. No entanto, se coloca como o pré-candidato mais próximo de dar continuidade ao trabalho de Romeu Zema (Novo).

“Eu acho o meu perfil mais alinhado ao Zema do que o dos outros candidatos. Mas, algumas coisas eu também faria diferente. Por isso, dei várias contribuições que o (ex-)governador ouviu, e outras não. Não posso dizer que eu concordo 100% com o que foi feito, inclusive acho que pode ser feito mais. Por isso, coloquei meu nome”, disse. 

A avaliação sobre Medioli

Integrantes do PL também apontam o ex-prefeito de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Vittorio Medioli, como alguém capaz de liderar eventual voo solo do partido.

Sobre ele, Flávio Roscoe disse que se trata de “um bom nome”, mas adiantou que a escolha de um eventual vice em sua chapa seria feita pela legenda, e não por gosto pessoal próprio.

“Inclusive, eu acho que esse vice tenderia a ser muito mais alguém de outro partido do que alguém de dentro do próprio PL”, vislumbrou. 

Como mostrou O Fator nesta sexta, o núcleo duro do partido se reúne na terça-feira (12), em Brasília, para avançar nas discussões sobre o cenário mineiro. Além de Roscoe, o encontro contará com as presenças dos senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN); dos deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG), Domingos Sávio (PL-MG) e Zé Vitor (PL-MG); e do presidente da executiva nacional da legenda, Valdemar Costa Neto.

Avanços na indústria

Flávio Roscoe também avaliou o trabalho que conduziu na Fiemg nos últimos anos, após uma sequência de fatos relevantes que mexeram com a economia, como a pandemia, as guerras e a crise com os Estados Unidos. 

“Apesar de todos os desafios, pra mim, ficou muito claro que tivemos um vento positivo de transformação durante o governo do ex-presidente (Jair) Bolsonaro (PL). Isso se juntou com uma mudança positiva aqui em Minas também (a saída de Fernando Pimentel, do PT, e a eleição de Romeu Zema). […] Com a entrada do governo Lula (PT), a gente viu um vento na direção oposta, com muito mais regulação”, avaliou. 

Segundo o presidente licenciado da Fiemg, as normas regulatórias colocadas pela atual gestão federal já representam impactos para a indústria mineira. 

“Só no custo regulatório, o governo Lula adicionou R$ 160 bilhões por ano. Não é tributo. É custo regulatório adicional, que está no preço de tudo e na competitividade. […] A sociedade acha que o problema (da inflação) é industrial, mas não é. Está indo para o preço do produto. Uma medida que parece ser positiva, muitas vezes, é você (consumidor) que vai pagar”, protestou. 

Roscoe também voltou a se posicionar contra o fim da escala 6×1, em debate no Congresso Nacional a partir de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e de um projeto de lei em tramitação. 

“Quarenta milhões de brasileiros têm carteira assinada. Não tivemos aumento de produtividade. Vão reduzir a jornada? Ótimo. Tudo vai custar mais caro. Se o custo das pessoas ficou mais caro, o produto acompanha”, falou.

Investimentos em tecnologia

Pensando em uma eventual eleição para o Palácio Tiradentes, Roscoe apresentou como proposta um maior investimento em tecnologia. Na área da segurança, defendeu a criação de programa para instalar câmeras de reconhecimento facial em todo o estado, com objetivo de cumprir mandados de prisão em aberto e detectar flagrantes. 

“Todo mundo tem carteira de habilitação, até o bandido tem. O cadastro, o banco de dados, já existe. Está feito. São 50 mil câmeras, que vão custar cerca de R$ 100 milhões. Se você colocar esses equipamentos em locais estratégicos, você vai saber onde o cara está. Até o bandido tem rotina. Ninguém consegue fazer tudo diferente todos os dias”, explicou. 

O empresário também defendeu um maior uso da tecnologia nas escolas. “Foi o que a gente fez no Sesi. Os resultados estão aí. É a melhor escola de baixa renda do país. Dá para fazer. Estamos num mundo tecnológico. O que o estado está fazendo? Não é o de Minas Gerais somente (que tem essa dificuldade). É via de regra”.

Disputa pelo senado

 Na disputa pelo Senado, Aécio Neves (PSDB) aparece à frente, com 27% da preferência do eleitorado. Em seguida estão Marília Campos (PT), com 26%; Carlos Viana (PSD), com 22%; Domingos Sávio (PL), com 10%; Áurea Carolina (PSOL), com 8%; e Marcelo Aro (PP), com 7%.


Os indecisos somam 39%.


A pesquisa Doxa ouviu 1.500 pessoas com mais de 16 anos entre os dias 1º e 3 de maio. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi registrado sob o número MG-02991/2026.


 


O senador Cleitinho (Republicanos) lidera a disputa pelo Governo de Minas com 28% das intenções de voto, segundo pesquisa Doxa divulgada nesta sexta-feira (8).

O ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), aparece em segundo lugar, com 21%.

Na sequência estão Mateus Simões (PSD), com 7%, e Rodrigo Pacheco (PSB), com 6%.

Empatados, Gabriel Azevedo (MDB) e Nikolas Ferreira, citado como “Bem Mendes” na publicação, aparecem com 3%. Fechando a lista do voto estimulado está Flávio Roscoe (PL), com 1%.

Brancos e nulos somam 16%, enquanto 15% disseram não saber em quem votar.


A pesquisa Doxa ouviu 1.500 pessoas com mais de 16 anos entre os dias 1º e 3 de maio. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi registrado sob o número MG-02991/2026.

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É necessário apresentar encaminhamento de um dentista (NAIS, conveniado ou particular).

Com o encaminhamento em mãos: • Tire uma foto do documento; • Envie juntamente com o número da sua carteirinha para o WhatsApp: (31) 98478-8482; • Solicite a inclusão na fila de espera.

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SAC / CODONT Centro Odontológico “Sua saúde, nossa missão!”

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STF publica acórdão que limita penduricalhos e barra novos benefícios no Judiciário e MP

 


STF publica acórdão que limita penduricalhos e barra novos benefícios no Judiciário e MP


Leia: https://www.metropoles.com/colunas/manoela-alcantara/stf-penduricalhos-judiciario-acordao



 


Nem STF, nem TCU, o dilema de Pacheco é Minas

Entre refregas e alianças, Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), têm interesses em comum https://www.em.com.br/colunistas/bertha-maakaroun/2026/05/7412189-nem-stf-nem-tcu-o-dilema-de-pacheco-e-minas.html

Nome de Flávio Roscoe ganha força dentro do PL

 


Nome de Flávio Roscoe ganha força dentro do PL

No PL há hoje duas correntes políticas majoritárias que sustentam, de um lado a candidatura própria e, do outro, o apoio a Cleitinho https://www.em.com.br/colunistas/bertha-maakaroun/2026/05/7413073-nome-de-flavio-roscoe-ganha-forca-dentro-do-pl.html

 


Bastidores das eleições 2026 em MG

por


Luiz Tito

Publicado em 05/05/2026

às 20:25


Alguns fatos estão encucando os observadores da cena política em Minas, nesses tempos de eleições. Por exemplo: por onde anda o deputado estadual Bruno Engler, que foi candidato a prefeito por BH em 2024, pelo PL, partido ao qual ainda se encontra filiado, mas que dele, Bruno, não se lembrou como um nome para um cargo majoritário nessas próximas eleições?


Teria sido em razão de algum rompimento com Nikolas Ferreira, a grande estrela da legenda, em Minas e até mesmo no país? Engler teve uma votação para muitos surpreendente na disputa da prefeitura de BH, mas esse patrimônio, ao que se sente, não foi nem de longe considerado. Vai saber…


https://colunaluiztito.com.br

 

Tem que cutucar

por

A representação feita na Polícia Federal pelo deputado Rogério Correia, juntamente com a deputada estadual Beatriz Cerqueira, sobre a escandalosa compra de livros feita na gestão do ex-secretário de Estado da Educação de MG, Rossieli Soares, tem que ser cutucada para ser priorizada a sua investigação, pela PF e pelo Tribunal de Contas de MG.

Estão envolvidos valores que superam R$ 348 milhões, gastos com livros de discutível qualidade e sem certificada ou planejada utilidade na educação dos alunos das escolas mineiras.

Alguns professores e pedagogos que conhecem bem as demandas escolares e a situação das escolas, dos professores e o dia a dia vivido pelas nossas crianças, classificam a compra como uma irresponsabilidade de quem a autorizou.

Isso não pode virar pizza