sábado, 28 de março de 2026

 







Os deputados Andreia de Jesus e Rogério Correia acionaram o Ministério Público após a participação dos policiais penais em um evento feito pela SEJUSP. No entanto, trata-se de atividade de natureza administrativa e institucional, sem qualquer vínculo com prática religiosa ou finalidade política. Segundo os deputados
a lgreja LAGOINHA, a mesma que tem como pastor o cunhado de VORCARO, dono do Banco MASTER, e que doou MILHÕES para as campanhas de BOLSONARO. 
O espaço é amplamente utilizado para eventos institucionais, inclusive pela Polícia Militar de Minas Gerais, em razão de sua estrutura e capacidade para receber grande público.
O SINDPPEN reforça que policiais penais são servidores públicos e cumprem determinações institucionais no exercício da função. Havendo convocação formal, o comparecimento é dever funcional — não se trata de posicionamento pessoal, político ou ideológico.
O sindicato reafirma seu compromisso com a defesa da Polícia Penal como instituição e com cada policial penal individualmente. A categoria não pode ser responsabilizada por decisões administrativas superiores. É fundamental garantir respeito aos profissionais, valorização da instituição e a defesa permanente da legalidade.


 


Homem que matou investigador há 10 anos é morto pela PM em BH https://share.google/c17wzvwU4w7Jb18qe

quinta-feira, 26 de março de 2026

 

Mateus Simões comemora reajuste acima da inflação para servidores de Minas Gerais

Ainda não há informações de como o rCliqueeajuste será pago aos servidores

26 de março de 2026 | 16:23 - Atualizado há 1 hora

 


ISENÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA

Após muita luta e articulacãc na ALMG, foi aprovado, em 1° turno, o Proieto de Lei no 5.302/2026, que trata da sencão da contribuicão previdenciária para militares

da reserva, veteranos e pensionistas acometidos por doenças incapacitantes. A aprovacão ocorreu em reunião extraordinária do Plenário, nesta quinta-feira 26/03). 0 proieto segue aqora para análise em comissão. em 2° turno, e posteriormente. será apreciado em definitivo pelo Plenário também em 2°

turno.



https://www.facebook.com/share/p/1CaKCt2bvM/

O placar seria diferente

 

*Se o Delegado Cristiano Xavier tivesse votado favorável e os deputados ausentes Bruno Engler, Cabo Caporezzo e Delegada Sheila tivessem comparecido e votado, a vitória seria nossa.
O placar foi 25 a 22. A RGA perdeu — mas poderia ter sido diferente*😢

*Sem contar o Bim da Ambulância, filho de bombeiro veterano e Nayara Rocha esposa de PM*

https://www.instagram.com/reel/DWWwC9WEdyO/?igsh=cHZsaDBmYTJqc2x1

 


Belo Horizonte – O governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), afirmou nesta quinta-feira (26/3) que “aguarda trâmites finais” para assinar o reajuste salarial dos servidores do estado, aprovado mais cedo pelos deputados estaduais em segundo turno.Fiquei muito satisfeito com a aprovação pela Assembleia Legislativa do aumento de 5,4% para os servidores de Minas Gerais. Aguardo os trâmites finais no Legislativo e recebimento do texto para sanção”, escreveu Simões nas redes sociais.Simões, que substitui o ex-governador Romeu Zema (Novo), está em viagem pelo interior de Minas, mas vai assinar a lei assim que a redação final for enviada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais.“O reajuste, aprovado por unanimidade, é retroativo a primeiro de janeiro e maior que a inflação, de 4,26%. Esse esforço do governo foi reconhecido por todos os deputados presentes no plenário”, disse Mateus Simões.

A proposta foi aprovada em segundo turno na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) durante a manhã. O aumento será de 5,4%, com pagamento retroativo a 1º de janeiro de 2026 para servidores do Executivo estadual

Para validar o reajuste, o governo correu contra o prazo da legislação eleitoral, que impede aumentos salariais nos 180 dias que antecedem as eleições, salvo recomposição inflacionária.


Com a sanção e publicação oficial, o reajuste passa a ter validade e poderá ser incorporado à folha de pagamento

Apesar do avanço, o clima entre servidores segue de insatisfação. Sindicatos criticam o percentual e prometem manter a mobilização por aumentos maiores e reestruturação das carreiras.


Reajustes de outras categorias

Além do Executivo estadual, outras categorias de servidores mineiros vão receber reajuste quando o governador assinar o projeto aprovado pelos deputa

Para os servidores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e do Ministério Público de MG (MPMG), o aumento é de 5,53%, correspondente à inflação entre maio de 2024 e abril de 2025. A revisão será aplicada de forma retroativa a maio de 2025.


Para a Defensoria Pública, a revisão aprovada é de 4,44%, retroativa a fevereiro de 2026 e calculada com base na inflação entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026.


.Para o TCE foi aprovada uma recomposição de 10,94%. Esse percentual reúne perdas inflacionárias acumuladas. O reajuste passa a valer a partir de janeiro de 2026, alcançando vencimentos, cargos comissionados e gratificações.

 


🚨 MAIS CONQUISTAS PARA A FAMÍLIA POLICIAL MILITAR 🚨

A PMMG anuncia a criação de mais dois Colégios Tiradentes, nos municípios de Ituiutaba e Patrocínio, ampliando oportunidades e fortalecendo o cuidado com a família policial militar.

A medida reforça o compromisso institucional com a educação de qualidade e integra um processo contínuo de valorização daqueles que dedicam suas vidas à proteção de Minas Gerais.

Seguimos firmes, cuidando de quem protege.

Soldado da PM tenta matar Major a tiros dentro de unidade da corporação em Salvador Duas policiais foram baleadas e levadas em estado grave ao Hospital Roberto Santos



O tiroteio na sala da major Caroline Ferreira Souza, no Departamento de Apoio Logístico da Polícia Militar da Bahia (DAL-PM), na Vila Militar do Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, ocorreu após a soldado Beatriz Ferreira Soares da Silva Andrade ser informada da abertura de um inquérito contra ela, segundo fonte policial.


"O que houve foi um gatilho, porque a soldado Ana Beatriz recebeu a comunicação da abertura de um inquérito que investigaria uma discussão que ela teve com outra policial no período do Carnaval.


 Ao ser comunicada sobre isso, ela foi até a sala da major, na unidade em que era lotada, questionar a situação”, conta a fonte, que fala sob anonimato.


Dentro da sala, Beatriz teria efetuado ao menos um disparo, que atingiu a major, e acabou sendo neutralizada por tiros disparados por um tenente-coronel que estava no local, percebeu a movimentação da soldado e tentou contê-la. 

Segundo informações iniciais, Beatriz teria sido atingida por ao menos três disparos, enquanto Caroline levou um tiro no rosto.


A fonte ouvida pela reportagem pondera que a soldado não foi até a sala da major com a intenção de atirar contra ela. "O que temos, até o momento, é que a soldado teve um surto psicótico por conta da pressão que ela vem sofrendo.

 Então, essa situação foi decorrente de um momento em que ela surtou e perdeu o controle. No entanto, a soldado não foi até a sala da major para matá-la”, complementa a fonte.


A PM ainda confirmou a intervenção de um terceiro policial, que seria o tenente-coronel, para neutralizar a soldado. “Diante do ocorrido, houve intervenção para conter a ação, momento em que a autora também foi atingida. 


As duas policiais foram levadas para o Hospital Geral Roberto Santos (HGRS). A major Caroline deu entrada na unidade em estado grave. 

A corporação lamentou o ocorrido e informou que presta apoio e acompanhamento aos familiares e aos integrantes da instituição. 

Nenhuma das duas está sob risco de vida.

https://www.correio24horas.com.br/salvador/tiroteio-em-sala-de-major-da-pm-aconteceu-apos-soldado-ser-informada-de-processo-contra-ela-0326

 




@politicanacaserna


https://www.instagram.com/reel/DWWhehJxlx6/?igsh=MW9paWF5aHk4cDJhOQ==


Dois pesos, dois reajustes:

O Executivo recebe 5,4%

O TCE, 10,94% + retroativo de mais de 10 anos A diferença levanta a velha dúvida: quem segura o peso da conta publica





Confira a reportagem completa em 0 Tempo otempo.com.br/politica/2026/3/24/ reaiuste-de-servidores-do-tce-sera-o-dobro-do-executivo-e-i nclui-retroativo-de-mais-de-dez-anos



https://www.instagram.com/reel/DWWhehJxlx6/?igsh=ZXoyaXE2N3Z4dWc2


Bombeiros recebem menos de 0,5% das emendas parlamentares indicadas por deputados estaduais de Minas

Mesmo com alta de 31,5% no volume distribuído, repasses à corporação caíram 49,2% entre 2024 e 2025


 https://ofator.com.br/informacao/bombeiros-recebem-menos-de-05-das-emendas-estaduais/

 As entidades da classe militar se reuniram com o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Deputado Tadeu Martins Leite, na última quarta-feira (25/03). 


Participaram da audiência os representantes da ASPRA, AOPMBM, CSCS e UMMG. 


Na pauta, a recomposição salarial e a revisão geral anual da categoria. 






Por óbvio que as associações reconhecem a limitação legal do Poder Legislativo em alterar o Projeto de Lei do Governador para aumentar o percentual.


Ao mesmo tempo, sabem do poder político/institucional para acionar o Poder Executivo e defender a alteração do percentual de 5,4%.


Na mesma linha, todas as entidades reivindicaram que o presidente daquela Casa Legislativa assuma o protagonismo inerente ao seu cargo para construir, junto ao Governo, as alternativas técnicas e políticas para regulamentar  a revisão geral anual.


O deputado se comprometeu com os representantes, no sentido de dialogar com o governo e com as lideranças da ALMG, para atender a demanda dos policiais e bombeiros militares de MG.


A ASPRA/PMBM segue firme na luta por valorização e dignidade para a família militar mineira.




quarta-feira, 25 de março de 2026

Ano eleitoral. Muitos vão fazer campanha em cima de corpos de policiais, na lama, nas lágrimas de familiares e em fardas ensanguentadas.

 



 É com profundo pesar que informamos o falecimento da Sargento Graciele, ocorrido após um acidente nas proximidades de Mirabela, no Norte de Minas.

Neste momento de dor, nos solidarizamos com familiares, amigos e irmãos de farda, desejando força e conforto a todos.

Antes do STF bater o martelo sobre penduricalhos, Justiça Militar de MG garante ‘folha extra’ para magistrados



Antes do STF bater o martelo sobre penduricalhos, Justiça Militar de MG garante ‘folha extra’ para magistrados

Contracheques variaram de R$ 38 mil a R$ 274 mil líquidos entre os 17 magistrados do tribunal militar
A sede do Tribunal de Justiça Militar do Estado de Minas Gerais (TJMMG)
Levantamento de O Fator mostra que sete dos 17 magistrados do TJMMG tiveram renda líquida mensal acima de R$ 90 mil no ano passado. Foto: Divulgação

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deferiu parcialmente, na última semana, o pedido do Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais (TJMMG) para pagar uma folha extra destinada a retroativos de juízes e desembargadores. O limite é de R$ 46.366,19 por magistrado, equivalente ao teto do funcionalismo, para os 17 integrantes da Corte.

O raio-x da folha de pagamento, feito por O Fator, mostra que sete dos 17 magistrados tiveram renda líquida mensal acima de R$ 90 mil no ano passado. O levantamento indica ainda que, em sete dos 12 meses, nenhum contracheque desse grupo ficou abaixo de R$ 100 mil após descontos.

O menor valor líquido pago no ano passado foi de R$ 38,9 mil. No outro extremo, o então presidente do tribunal, desembargador Jadir Silva, que deixou o comando da Corte na segunda-feira (23), recebeu R$ 274,6 mil líquidos, de um total bruto de R$ 311,2 mil em fevereiro, a maior quantia de 2025 entre esse seleto grupo.

Corrida contra o tempo

A autorização para o TJMMG quitar retroativos, assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, vale para dois dos três benefícios solicitados e fixou prazo até esta quarta-feira (25) para a liberação dos valores.

No mesmo dia, o plenário do STF vai julgar a suspensão de verbas indenizatórias sem previsão federal que ultrapassam o teto. Os chamados “penduricalhos” são pagamentos classificados como indenização que, na prática, elevam os salários além do limite constitucional.

O julgamento vai tratar do mérito das decisões liminares dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes, confirmadas pelo plenário em 23 de fevereiro, que suspenderam vantagens criadas sem autorização do Congresso Nacional. Foi dado prazo de 45 dias para encerrar os penduricalhos e quitar passivos provisionados, com término no fim deste mês.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) também obteve autorização parcial do CNJ para quitar retroativos, mas o processo tramita sob sigilo. Os chamados “penduricalhos” são verbas classificadas como indenizatórias que, na prática, aumentam salários e permitem a ultrapassagem do teto remuneratório previsto na Constituição. 

Pedidos do tribunal militar

O TJMMG pediu ao CNJ o pagamento de três verbas. A equivalência salarial, que é um ajuste para alinhar a remuneração ao que a lei prevê ou ao de colegas na mesma função, foi autorizada. Essas gratificações foram reconhecidas em 2008 pela Corte e passaram a ser liberadas a partir de 2022. Também foi autorizada a liquidação de passivos da licença compensatória, que trata de acúmulo de trabalho.

A decisão do corregedor nacional fixa que a soma desses dois proventos não pode ultrapassar o teto de R$ 46.366,19 por magistrado. O despacho também veda qualquer aumento em relação aos valores pagos nos meses anteriores e restringe a autorização a essa única folha de pagamento. Já o Adicional por Tempo de Serviço (ATS) foi negado.

O tribunal militar argumentou que os juízes tinham direito ao bônus até maio de 2006, antes da mudança para o modelo de subsídio, e pediu o acerto dos montantes acumulados. Campbell, contudo, entendeu que não há autorização para pagar verbas fora da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman).

O TJMMG também alegou que uma decisão anterior aplicada ao TJMG dispensaria nova autorização, mas o argumento também foi rejeitado. Segundo o corregedor, o entendimento não se estende a outros órgãos. “Com efeito, uma vez que o ali decidido se limitou ao TJMG e não consta qualquer trecho que indique efeito erga omnes a todos os tribunais”.

O ministro Mauro Campbell Marques enviou ao STF, na última semana, informações do TJMMG, do TJMG e de outros tribunais sobre o controle do pagamento de passivos. Segundo os dados, os órgãos não poderão criar benefícios ou gratificações, ninguém pode receber acima do teto e os pagamentos devem ocorrer apenas em março, com quantias já previstas no orçamento.

Autorização acima do teto

Em dezembro, o tribunal militar mineiro obteve autorização do CNJ para pagar valores extras a magistrados ativos e inativos acima do limite mensal de R$ 46.366,19. O pedido partiu do então presidente Corte, sob o argumento de sobra orçamentária. A autorização, válida apenas para aquele mês, determinou a retomada do teto a partir de janeiro deste ano.

A folha de pagamento referente ao último mês de 2025 fechou em R$ 2,775 milhões. A média do salário bruto dos 17 magistrados foi de R$ 163,2 mil. A maior remuneração foi de R$ 235,5 mil, recebida pelo desembargador Jadir Silva, e a menor, de R$ 43,8 mil, referente ao primeiro mês de trabalho de um juiz substituto. O segundo menor foi de R$ 115,8 mil.

Mais liberações

Já em abril do ano passado, o CNJ havia negado solicitação do TJMMG para pagar retroativamente uma gratificação a juízes e desembargadores por atuação em mais de um órgão desde 2015. O Conselho entendeu que o tribunal não havia concluído seus trâmites e que a norma contrariava a lei federal.

A resolução previa a concessão de dias de crédito para magistrados em plantão administrativo e dois dias de crédito a cada cinco dias úteis de exercício. Após a negativa, o tribunal passou a prever um dia de compensação a cada três dias de trabalho com excesso de processos, com limite mensal, e manteve o pagamento retroativo a 2015 apenas nesses casos.

Ao analisar o novo texto, em maio, o corregedor Mauro Campbell Marques autorizou o pagamento do benefício extra, com base em decisões anteriores do CNJ e no entendimento do STF sobre tratamento igual entre magistrados. A liberação foi parcelada, com limite mensal de R$ 46.366,19 por magistrado.

A decisão teve efeito imediato na folha do TJMMG. Entre junho e agosto, não houve salários brutos abaixo de R$ 104 mil entre os 17 magistrados. Já a medida, informada a Gilmar Mendes na última semana, deve ter novos desdobramentos neste mês, quando a folha será publicada no portal da transparência do órgão.

O que faz o TJMMG

A Justiça Militar julga crimes militares e questões disciplinares envolvendo policiais e bombeiros, inclusive da reserva, além de ex-militares por fatos ocorridos quando ainda estavam na ativa. O tribunal é composto por sete desembargadores.

Além deles, há dez juízes, sendo cinco titulares e cinco substitutos, distribuídos entre as cinco auditorias, nas áreas criminal e cível. Enquanto a remuneração do desembargador do TJMMG é de R$ 41.845,49, a de um juiz de direito do juízo militar é de R$ 39.753,21.

Teto

A Constituição estabelece que nenhum servidor público pode receber acima do salário de um ministro do STF, hoje em R$ 46.366,19. Esse mecanismo é conhecido como “abate-teto”.

Na prática, porém, tribunais e órgãos do Ministério Público passaram a criar, por meio de atos internos ou leis estaduais, verbas classificadas como indenizatórias que ficam fora desse cálculo e permitem pagamentos acima do limite.

  Os deputados Andreia de Jesus e Rogério Correia acionaram o Ministério Público após a participação dos policiais penais em um evento feito...