quinta-feira, 23 de abril de 2026

 


Comandante-Geral Cel Carlos Frederico Otoni Garcia cumprimento os policiais militares agraciados com a Medalha da Inconfidência 2026, em Ouro Preto: Cel Rafe Veiga de Oliveira, Cel Ricardo Mari de Novais, 2° Sgt Rafael Alves de Oliveira, 2º Sgt Maria Angélica Esteves de Oliveira, Soldado Dieny Helen da Silva Valério e de forma especial. 0 3° Sgt Rodrigo da Silva pereira, in memoriam. O reconhecimento valoriza trajetórias de dedicação e serviço à sociedade mineira.

Suspeito de roubos no Mangabeiras morre em confronto com a PM no Aglomerado da Serra

 


*TROCA DE TIROS*


Suspeito de roubos no Mangabeiras morre em confronto com a PM no Aglomerado da Serra


🤳🏽 Clique e leia mais:  https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/suspeito-de-roubos-no-mangabeiras-morre-em-confronto-com-a-pm-no-aglomerado-da-serra/


 

Posts de Zema com críticas ao STF têm, em média, 106% mais curtidas

O pré-candidato ao Planalto fez mais do que uma publicação por dia com críticas ao Supremo desde que deixou o Governo de Minas
Romeu Zema (Novo) com folha de papel nas mãos
Romeu Zema (Novo) aposta nas críticas ao STF para alavancar pré-campanha nas mídias sociais. Foto: Dirceu Aurélio/Imprensa MG.

Publicações no Instagram do ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo) com críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) coincidem com os posts feitos por ele com maior alcance médio, mostram análise e coleta de dados feita por O Fator até a noite dessa quarta-feira (22). Desde o início do ano, as publicações no perfil dele com críticas à Corte têm, em média, 106% mais curtidas. 

Quando o quesito é o número de comentários, o Instagram também aponta para um desempenho bem melhor do ex-governador nos posts em que ataca o STF. Em média, as publicações do tipo, desde 1º de janeiro deste ano, apresentam 90% mais comentários.

Zema "tenta sapatear" para aproveitar período eleitoral, diz Gilmar Mendes

 


Zema "tenta sapatear" para aproveitar período eleitoral, diz Gilmar Mendes


*Leia mais:* https://cnnbr.app/short/c663312285/


*Pense bem, pense CNN*

 


O tenente-coronel Domingos Sávio de Mendonça, que ganhou notoriedade em 2019, após divulgar um áudio com ameaças ao ex-governador Romeu Zema (Novo), e a coronel Cláudia Romualdo, ex-chefe do Comando de Policiamento de Belo Horizonte, informaram a aliados nessa quarta-feira (22) que não fazem mais parte das articulações pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 40/2024. O texto, encaminhado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) no ano retrasado, autoriza o governo estadual a reajustar anualmente os salários das forças de segurança.


Em mensagens de texto obtidas por O Fator, Cláudia afirma que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e sua assessoria não participarão da reunião desta sexta-feira (24), na Cidade Administrativa, entre as entidades representantes das tropas e a Secretaria de Estado de Governo (Segov).


Conforme mostrou a reportagem, em reunião com lideranças sindicais nessa quarta, Nikolas apontou que sua atuação se limitou a intermediar o diálogo entre os militares e a equipe do governador Mateus Simões, do PSD.


Já o tenente-coronel Mendonça, um dos padrinhos da PEC, disse que deixa as negociações com “total confiança” em Simões, no secretário de Estado de Governo, Castellar Neto, e no ex-chefe da pasta, Marcelo Aro (PP).


“A aprovação dessa PEC será a Lei Áurea da Segurança Pública, pois nenhum policial terá de submeter-se a servir de bucha de canhão da indústria da mendicância e aqueles que protegem a sociedade terão o direito de natureza alimentar protegido pela Constituição do Estado”, escreveu.


Na terça-feira (21), Mendonça foi um dos condecorados pelo governador com a Medalha da Inconfidência, honraria entregue no município de Ouro Preto durante as celebrações pelo Dia de Tiradentes.


Foi durante a cerimônia em homenagem ao Mártir da Inconfidência, aliás, que Simões anunciou o apoio à PEC. Ele falou sobre o tema minutos após divergir do prefeito ouro-pretano, Ângelo Oswaldo (PV), sobre a implantação de escolas cívico-militares.


Eleito vice-governador na chapa liderada por Zema em 2022, o pessedista tem buscado se aproximar dos militares em sua pré-campanha à reeleição. https://ofator.com.br/informacao/as-mensagens-de-coroneis-que-deixaram-as-articulacoes-por-pec-do-reajuste-da-seguranca/?fbclid=PAdGRzdgRXAaFleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZA81NjcwNjczNDMzNTI0MjcAAadu6vS7KJmsPsvybdzHgAY50dv6MqSnPeEuM-KjZSwaTZZjbSSkrnT3bCSvoA_aem_JGUROpihPdz4XnQdfi2qUA


🤔🤔🤔🤔🤔

“Posso esclarecer? Esclarecerei…”

por

Um almoço que aconteceu no restaurante Xapuri, nessa quarta-feira, foi fundamental para afastar mal-entendidos que podem estar acontecendo no seio da Polícia Militar e da Polícia Civil. Isso não pode haver, nunca!

Para isso, o ex-coronel PM Mendonça, que já foi candidato a deputado, sem êxito, em outras eleições, reuniu lideranças das forças da segurança pública (só PC e PMMG; PPenal ficou de fora), essas mesmas que há quase 8 anos reclamam do absoluto desprezo que lhes foi impingido ao longo desse tempo pelos governos Zema e do atual, Mateus Simões, quando o assunto era recomposição salarial.

Mendonça estava à frente, apenas para dizer a essas lideranças que podem acreditar que agora, vejam bem, agora, o governo Mateus Simões escolheu para manifestar sua concordância com a discussão e, quem sabe, aprovação da PEC-40, há quase três anos dormindo na ALMG, onde esses citados governos sempre tiveram a maioria necessária para aprová-la.

Já teriam feito, se quisessem, mas ninguém pediu, não é? Ao almoço, compareceu o deputado federal Nikolas Ferreira, com o esclarecimento que cuidou de fazer o cel. Mendonça, que embora estejamos em um ano de eleições, nem ele, nem mesmo Nikolas, pensaram em votos. Pelo contrário. Nunca e isso tem que ficar muito bem esclarecido; ambos

quarta-feira, 22 de abril de 2026

PEC 40: Revisão Geral Anual ganha um ator importante, necessário e vital.





 PEC 40: Revisão Geral Anual ganha um ator importante, necessário e vital.


NOTA DE ESCLARECIMENTO

As entidades de classe que representam os servidores da segurança pública de Minas Gerais, abaixo assinadas, vêm a público esclarecer equívocos relativos às declarações do jornalista Eduardo Costa, da Rádio Itatiaia, posteriormente repercutidas pelos deputados Sargento Rodrigues e Cristiano Caporezzo, a respeito dos objetivos do almoço realizado na data de hoje com o deputado federal Nikolas Ferreira.

Esclarecemos que o conteúdo divulgado não corresponde à realidade dos fatos.

O objetivo da reunião foi, justamente, o oposto do que foi apresentado pelos referidos agentes. Na ocasião, o deputado Nikolas Ferreira informou aos presentes que havia articulado, junto ao Governo do Estado, a abertura de um espaço institucional para o avanço de pautas de interesse da segurança pública.

Ressaltou, contudo, que, a partir desse momento, caberia às entidades de classe assumir o protagonismo nas tratativas futuras relacionadas à condução do processo de negociação com o Governo de Minas Gerais.

O parlamentar também alertou que, por se tratar de um ano eleitoral, poderiam surgir interpretações equivocadas, distorções e até mesmo tentativas de exploração política.

Nesse sentido, enfatizou que o avanço na aprovação da PEC 40 depende, essencialmente, da união das entidades, de forma independente e desvinculada de quaisquer interesses político-partidários.

Ainda nesse contexto, o deputado informou que não participará das próximas reuniões, entre outros motivos, justamente para evitar qualquer interpretação de aproveitamento político do processo.

Reiteramos, de forma clara e objetiva, que em nenhum momento do encontro foram tratados temas eleitorais, pedidos de apoio a candidaturas ou qualquer tipo de articulação político-partidária.

Por fim, registramos nosso agradecimento ao deputado federal Nikolas Ferreira pelo trabalho desenvolvido em defesa da segurança pública de Minas Gerais, bem como por sua postura transparente, responsável e correta na condução do tema.

Seguimos firmes no compromisso de atuar de forma técnica, unida e responsável em prol do fortalecimento da segurança pública, da valorização de seus profissionais e do bem-estar de suas famílias.

ASSINAM ESSA NOTA:

ADEPOL

CSCS

ASPRA

COPM

AOPMBM

MIOSP

SINDPPEN

Sind. dos Peritos Criminais do Estado de MG (SINDPECRI)

Sind. Agentes Sócio-Educativos

Sind. Escrivães/MG

SINDPOL

SINDEPOMINAS

UMMG

 


0 PL n 5.302/2026, que garante a isencão da contribuicão previdenciária para militares da reserva veteranos e pensionistas com doenca incapacitante, será votado na próxima sequnda-feira (27/04), às 14h na Comissão de Fiscalizacão Financeira e Orcamentária (FFO). Sequimos trabalhandc firme e dialogando para aprovar esse projeto o quanto antes!

Sargento Rodrigues

 


Segundo o jornal O Fator, o deputado federal Nikolas Ferreira fez um alerta direto às entidades da segurança pública de Minas Gerais para que atuem com cautela nas discussões sobre a PEC 40/2024, evitando qualquer tipo de instrumentalização política em torno da pauta salarial.

O posicionamento foi dado durante um almoço com representantes classistas das polícias e demais forças de segurança, em Belo Horizonte. Na ocasião, Nikolas ressaltou que a recomposição salarial é uma demanda legítima das categorias, mas que o protagonismo das negociações deve permanecer com as próprias entidades, sem interferência externa ou uso político do tema.

De acordo com o que foi apurado, o parlamentar destacou que sua participação até o momento se limitou a abrir diálogo entre os representantes da segurança e o governo estadual. A interlocução começou após lideranças procurarem o deputado em agendas institucionais com o governador Mateus Simões.

A PEC, apresentada em junho de 2024, prevê a recomposição salarial anual para policiais civis, militares, penais e bombeiros, mas ainda não avançou na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Apesar disso, Mateus Simões já declarou ser favorável à proposta.

Outro ponto que chama atenção é que a proposta tem como um dos principais articuladores o tenente-coronel da reserva Domingos Sávio de Mendonça, figura conhecida no meio militar e que ganhou notoriedade após episódio envolvendo críticas ao então governador Romeu Zema, em 2019.

Uma nova reunião sobre o tema está marcada para sexta-feira (24), na Cidade Administrativa, com participação das entidades e da Secretaria de Governo. Nikolas não deve comparecer. A expectativa é que o Executivo apresente um posicionamento mais claro sobre a PEC ou até mesmo proponha um texto substitutivo para destravar a tramitação.

 


Simões abraça PEC articulada por oficial que já ameaçou Zema

Governador de Minas anunciou apoio a PEC para garantir reajuste anual a militares, setor que acumula desgastes com a atual gestão


SERVIÇÃO* Polícia Militar apreende mais de 250 tabletes de maconha e prende homem por tráfico em Cambuí, MG

 *SERVIÇÃO* Polícia Militar apreende mais de 250 tabletes de maconha e prende homem por tráfico em Cambuí, MG


http://glo.bo/5k6doaa

 


O discurso e a estratégia política na PEC 40



A iniciativa da PEC que garante o direito a recomposição salarial anual ou como ficou conhecida PEC da dignidade", idealizada e redigida pelo Ten Coronel Mendonça, está prevista nas normas constitucionais, pois as câmaras municipais tem competência para  apresentar á assembleia legislativa do estado.


A garantia de que o governo cumpra com a obrigação de publicar anualmente o índice da inflação para revisão salarial está prevista em lei estadual, mas condicionada a arrecadação.


E apesar da obrigação legal, o governo descumpre e viola a lei, e nada acontece, como se estivesse acima da lei.


A PEC 40 se o governo cumprir o anúncio deve começar a tramitar, passará pelas comissões, e depois será vota em dois turnos, e a seguir vai a sanção do governador. 


Para a tramitação de uma PEC, o tempo é muito curto, os deputados já estão em pré campanha, e o prazo para votação de projetos se incurta mais ainda com o início da campanha eleitoral.


Por isto é difícil acreditar, mas devemos acompanhar a tramitação.


Se descumprir o anúncio, a PEC 40 será somente mais uma promessa e acordo descumprido.


E aí companheiros, nem "imbirra" teremos para lamber. 


Minha sincera opinião e o que vejo é mais uma estratégia do governo às vésperas da eleição, do que realmente vontade política para aprovar a PEC da dignidade, pois tiveram 08 anos, e o que vimos foi menosprezo pela segurança pública, divisão da classe, com vantagens que substituem uma política salarial justa, digna e concreta, pois os que hoje protegem a sociedade com o sacrifício da própria vida, um dia também serão veteranos.


Estejamos atentos e vigilantes para não sermos mais uma vez inocentes úteis, e força política de interesses opostos à verdadeira valorização da dignidade do trabalho policial, e da atividade de segurança pública



José Luiz Barbosa 

Advogado criminalista

Membro da Comissão de Defesa da Cidadania e Interesse Coletivo da Sociedade - OAB/MG

1 Sgt PM - RR Ex-presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais.

Comandos da segurança em MG recebem questionamentos sobre responsabilidade em locação/sinistro de viaturas

 


Comandos da segurança em MG recebem questionamentos sobre responsabilidade em locação de viaturas

Foram encaminhados aos comandos da Polícia Militar de Minas Gerais, do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais e do Departamento Penitenciário de Minas Gerais questionamentos formais sobre a responsabilidade por danos em viaturas locadas utilizadas em atividades de segurança pública no estado.

A iniciativa ocorre após repercussão de decisão da 2ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, no processo nº 1000270-10.2025.8.26.0526, divulgada pelo site Consultor Jurídico em 20 de abril de 2026. No entendimento firmado, a locadora assume os riscos inerentes ao contratar com o poder público em atividades de segurança, afastando o dever de ressarcimento por danos aos veículos.

Diante desse cenário, os questionamentos buscam esclarecer como o modelo é aplicado em Minas Gerais, especialmente no âmbito do CBMMG. Entre os pontos levantados estão a existência — ou não — de previsão contratual de responsabilização do Estado por danos às viaturas e se prevalece o entendimento de que o risco da atividade deve ser absorvido pela locadora, sobretudo nos casos em que há cobertura securitária.

Outro aspecto abordado diz respeito aos procedimentos em caso de sinistro com culpa comprovada do condutor. As indagações incluem se há previsão de pagamento apenas da franquia do seguro, ressarcimento integral pelo Estado ou absorção do prejuízo pela empresa locadora.

Também foi solicitado esclarecimento sobre a diferenciação, nos contratos, entre situações de negligência, imprudência ou imperícia e ocorrências decorrentes do risco inerente à atividade operacional, como perseguições.

Por fim, os questionamentos tratam da gestão de multas de trânsito e sinistros envolvendo viaturas locadas, incluindo a definição sobre quem arca com os custos — o Estado, o condutor ou a própria locadora — conforme o modelo contratual adotado.

Até o momento, não houve posicionamento oficial das instituições sobre os pontos levantados por ser quarta-feira,  e o expediente ser só até as 13h.



RESPOSTA PMMG



No contrato vigente na Capital e na RMBH, a empresa locadora CS assume a responsabilidade pelas avarias decorrentes do uso regular das viaturas, inclusive nos casos de desgaste antecipado provocado pelo uso severo típico da atividade operacional, bem como em situações caracterizadas como caso fortuito ou força maior, conforme análise conjunta das cláusulas contratuais aplicáveis.

Ressalta-se ainda que eventuais entendimentos judiciais sobre o tema possuem efeitos restritos às partes envolvidas em cada processo específico, não gerando aplicação automática a outros contratos ou realidades administrativas. Cel Santiago Chefe da DCO PMMG


Nikolas promove encontro para tentar aproximar governo de Minas e forças de segurança do estado Deputado e lideranças almoçaram hoje em Belo Horizonte; novo encontro deve acontecer ainda esta semana

 Nikolas promove encontro para tentar aproximar governo de Minas e forças de segurança do estado


Deputado e lideranças almoçaram hoje em Belo Horizonte; novo encontro deve acontecer ainda esta semana

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) almoçou nesta quarta-feira (22/4) com lideranças do setor da segurança pública em Minas Gerais para tratar da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 40/2024 que prevê a revisão anual da remuneração de militares e demais integrantes da categoria. A proposta chegou à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em junho de 2024 e é assinada por diferentes Câmaras de cidades mineiras. O padrinho do texto, no entanto, é o tenente-coronel Domingos Sávio de Mendonça. Embora esteja na ALMG há quase dois anos, a proposta foi defendida publicamente nesta terça (21/4) pelo governador Mateus Simões (PSD) durante a solenidade de entrega da Medalha da Inconfidência, em Ouro Preto, na região Central de Minas. 

Segundo o parlamentar, a ideia do encontro é fazer uma ponte do setor de segurança pública com o governo estadual. "Desde o ano passado, a gente está articulando com o governo de Minas para uma valorização da segurança. A gente sabe que a segurança pública de Minas Gerais ficou muito ressentida, tem várias rusgas com a falta de diálogo, com relação à valorização e a gente teve essa aproximação com o governo e surgiu a ideia da PEC 40 para ter realmente ali a valorização que a categoria precisa e foi feita uma reunião com as maiores entidades da segurança pública de Minas", disse o parlamentar.Ainda de acordo com o deputado, o movimento não tem nenhum propósito eleitoral. "Diferentemente de ser eleitoreira, o encontro hoje é pra isso fique com as entidades, porque foram as entidades que estão lutando. Eu simplesmente sou a ponte para conectar um com os outros. Não é pra eleger um ou reeleger o outro", disse. Estiveram presentes no encontro representantes do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais (Sindipol).

Um novo encontro deve acontecer ainda nesta semana, dessa vez com a presença do governador Mateus Simões. O governo de Minas foi procurado para comentar sobre a reunião, mas ainda não se manifestou

Aliado de militares afirma que governo deve aprovar PEC antes de junho e defende confiança em articulação política

 


Aliado de militares afirma que governo deve aprovar PEC antes de junho e defende confiança em articulação política


Tenente-Coronel Mendonça,  afirmou que o governo estadual deve avançar na aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 40) voltada à valorização da categoria até o dia 9 de junho, data em que se comemora o aniversário da Polícia Militar.

De acordo com o relato, o vice-governador Matheus Simões teria assumido protagonismo nas negociações e garantido que medidas estão em andamento para viabilizar a proposta. A declaração foi feita após um encontro durante cerimônia em Ouro Preto, onde também houve diálogo direto sobre o tema.

Mendonça destacou que, a partir de agora, as atualizações sobre o andamento da PEC devem ser conduzidas oficialmente pelo governo, reforçando a necessidade de tratar o processo com responsabilidade institucional. Ele também manifestou confiança na condução política de Simões, classificando-o como comprometido com a pauta da segurança pública.

A fala ainda menciona episódios recentes envolvendo tensão com militares durante agenda no dia de tiradentes,  com falas não apoiadas,  vinfo prefeito de Ouro Preto. Mendonça aponta que o governo estaria empenhado em solucionar demandas da categoria. Entre os pontos defendidos, estão a recomposição inflacionária para aposentados e melhores condições para famílias de agentes de segurança.

O posicionamento também ressalta o caráter coletivo da mobilização, com agradecimentos a parlamentares, entidades representativas e vereadores que têm apoiado a proposta. Segundo o relato, a iniciativa é considerada inédita pela articulação política envolvida.

Por fim, o discurso enfatiza a necessidade de união entre os profissionais da segurança pública e defende que a pauta não deve ser tratada como confronto político, mas como uma busca por dignidade, valorização e estabilidade no estado.


Renata Araújo Pimenta 

 


Parabéns pelos 24 anos de efetivo serviço na gloriosa Polícia Militar de Minas Gerais!


CTSP 2002 

Vocês são exemplo de honra, coragem e dedicação ao povo mineiro. Que esta data seja celebrada com orgulho por todos que trilharam essa jornada de entrega e compromisso com a segurança pública.


Salve os guerreiros do CTSP 2002!

Que venham muitos outros anos de conquistas!

terça-feira, 21 de abril de 2026

 


O bloqueio de cartões consignados por falta de repasse dos descontos em folha tem se tornado uma dor de cabeça recorrente para muitos servidores e militares. Mesmo com o valor devidamente descontado no contracheque, o atraso no envio desses recursos ao banco pode gerar consequências diretas ao consumidor, como a suspensão do cartão, cobrança de encargos e restrições de uso.

Em operações com instituições como o Banco BMG, o chamado cartão consignado funciona com base em um desconto mínimo automático mensal. Esse valor, previsto em contrato, é essencial para manter o cartão ativo. Quando o repasse não ocorre na data correta — ainda que o desconto tenha sido realizado pelo órgão pagador — o sistema do banco interpreta como inadimplência, resultando no bloqueio imediato do serviço.

A situação expõe uma falha grave na cadeia de responsabilidade. O consumidor cumpre sua parte ao autorizar o desconto e manter vínculo com a folha de pagamento, mas fica vulnerável à gestão administrativa do órgão responsável pelo repasse. Na prática, o prejuízo recai sobre quem menos tem controle sobre o processo.

Do ponto de vista legal, o entendimento vem se consolidando no sentido de que o consumidor não pode ser penalizado por falhas entre o órgão pagador e a instituição financeira. A responsabilidade pelo repasse correto e dentro do prazo deve ser compartilhada, e eventuais danos ao cliente podem, inclusive, gerar direito à reparação.

Além disso, o problema levanta um alerta sobre a dependência de modelos de crédito atrelados à folha de pagamento. Embora ofereçam facilidade de acesso e taxas geralmente mais baixas, esses produtos também trazem riscos quando há qualquer descompasso operacional entre as partes envolvidas.

Diante desse cenário, é fundamental que o consumidor acompanhe regularmente seus contracheques e extratos, registre qualquer inconsistência e, se necessário, formalize reclamações junto ao banco, ao órgão pagador e aos canais de defesa do consumidor. Transparência e agilidade na resolução são essenciais para evitar prejuízos maiores.

Mais do que um transtorno individual, o não repasse dos descontos revela um problema estrutural que exige atenção e responsabilidade de todos os envolvidos.

 


É com grande pesar que comunicamos o falecimento de Júlio Cesar Alves de Souza.

Veterano, 1º Sargento, conhecido por muitos como Julinho, prestou relevantes serviços, inclusive na P2, onde também atuou como mecânico. Sua partida deixa saudades entre familiares, amigos e companheiros de farda.

O velório será realizado no dia 21 de abril de 2026, a partir das 13h, na Sala 03.

O sepultamento ocorrerá às 16h, no Cemitério Parque Renascer, localizado na Via Manoel Jacinto Coelho Junior, 1800, Chácara Boa Vista, Contagem/MG.

Neste momento de dor, manifestamos nossas condolências e solidariedade à família e amigos.

PEC 40

 O governo de Minas Gerais anunciou o início da tramitação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 40 ) que prevê reajuste salarial anual para os servidores da segurança pública.

O governador em exercício, Mateus Simões de Almeida, afirmou que irá trabalhar no aperfeiçoamento do texto para corrigir possíveis inconstitucionalidades e garantir que a valorização da categoria seja consolidada como um compromisso constitucional.

O movimento ocorre em um contexto de aproximação com a classe, que inclui também o envio de um projeto de lei à Assembleia Legislativa de Minas Gerais para viabilizar a criação de escolas cívico-militares no estado.

 Durante a cerimônia da Medalha da Inconfidência, realizada nesta terça-feira (21/4) em Ouro Preto, o modelo de ensino cívico-militar gerou troca de críticas entre o prefeito Angelo Oswaldo e o governador em exercício de Minas Gerais, Mateus Simões de Almeida.

Durante seu discurso, Angelo Oswaldo recorreu a referências históricas e afirmou que o militarismo representa um risco aos princípios republicanos. Citando Rui Barbosa, destacou que o pensador condenava o militarismo como um atentado aos fundamentos da República. O prefeito também defendeu que não é necessário recorrer ao militarismo para promover a educação cívica, ressaltando a importância de valores democráticos.

A fala foi rebatida por Mateus Simões, que criticou a condução do evento e cobrou respeito aos militares. Em resposta indireta ao prefeito, anfitrião da cerimônia, afirmou que, ainda que o responsável pelo espaço não demonstrasse o devido respeito, os militares presentes mereciam reconhecimento.

Tenente-Coronel Domingos Sávio de Mendonça: de “Rebelde” a Inconfidente

 





Tenente-Coronel Domingos Sávio de Mendonça: de “Rebelde” a Inconfidente

A trajetória do Tenente-Coronel Domingos Sávio de Mendonça se destaca como um dos episódios mais intensos e controversos da história recente da segurança pública em Minas Gerais. Marcada pelo enfrentamento direto às estruturas de poder, sua caminhada reflete o embate de uma classe que frequentemente se vê limitada pelas rígidas hierarquias militares e pelos interesses políticos.

Seu nome tornou-se inseparável da defesa da PEC 40, proposta voltada à reestruturação de direitos e garantias dos profissionais da segurança pública, aprovada por mais de 200 câmaras municipais mineiras. Ao assumir essa pauta, não travou apenas um debate legislativo, mas entrou em confronto direto com o sistema estabelecido. Como consequência, enfrentou mais de 40 processos judiciais, desafiando o alto comando da PMMG, parlamentares, governadores, promotores e magistrados, questionando um modelo que, em sua visão, prioriza a manutenção do poder em detrimento da tropa.

O momento mais crítico dessa trajetória foi sua prisão, cumprida no 1º Batalhão da PMMG. Interpretada por muitos como tentativa de silenciamento, a medida acabou fortalecendo sua imagem como liderança resiliente, que não recua diante da pressão institucional.

Anos depois, o cenário mudou. Mendonça recebeu a Medalha da Inconfidência, maior condecoração do estado, criada em homenagem a Tiradentes. O reconhecimento carrega forte simbolismo: marca a transição de um militar visto como insubordinado para alguém reconhecido como patriota, comparado ao próprio Alferes pela postura de enfrentamento ao sistema.

Sua atuação também se estende ao campo político, onde critica o que denomina “indústria da mendicância”, referindo-se a lideranças que, segundo ele, permanecem por décadas no poder explorando perdas salariais e dificuldades enfrentadas por veteranos e pensionistas.

Um ponto de inflexão ocorreu com o posicionamento do governador em exercício, Mateus Simões de Almeida. Ao reconhecer a relevância da pauta defendida por Mendonça, Simões passou a apoiar a PEC 40, alinhando o governo estadual à proposta. Esse movimento evidenciou um contraste dentro do Legislativo mineiro, onde representantes da própria classe militar mantêm posição contrária, alegando inconstitucionalidade.

A defesa da PEC 40 se sustenta na promessa de recomposição das perdas inflacionárias, garantindo maior dignidade a pensionistas e veteranos que dedicaram suas vidas ao serviço público.

O momento simbólico dessa trajetória se consolidou na cerimônia da Medalha da Inconfidência. Ao receber a honraria, diante de um painel com a frase “A liberdade mora em Minas”, Mendonça segura o estojo da medalha e o certificado oficial do Estado, em uma imagem que sintetiza sua jornada: da contestação à consagração.

Sua história se firma como um retrato de resistência, marcada por conflitos, reconhecimento institucional e a defesa de uma causa que, para seus apoiadores, representa a luta por justiça dentro da própria estrutura que ele um dia confrontou.

 



Eterna Gratidão à ASPRA



Ao longo de seus 59 anos de história, a ASPRA tem exercido papel relevante na trajetória dos profissionais da segurança pública, contribuindo de forma significativa para o fortalecimento da categoria, a defesa de direitos, a melhoria das condições de trabalho e a valorização daqueles que se dedicam à proteção da sociedade.

Para mim, a ASPRA representou mais do que uma entidade de classe. Representou um importante suporte ao longo da minha caminhada profissional, oferecendo respaldo, inspiração e oportunidades que levarei comigo de forma permanente. As experiências vividas, as conquistas alcançadas e as relações construídas ao longo desse percurso constituem um legado de grande valor pessoal e profissional.

Registro meu reconhecimento à ASPRA/PMBM, desejando que siga cumprindo sua missão com compromisso, união e dignidade, permanecendo como referência na defesa dos interesses da categoria.



Renata Pimenta

segunda-feira, 20 de abril de 2026

O Governo de Minas divulgou a lista oficial de agraciados da Medalha da Inconfidência 2026, cuja cerimônia será realizada em Ouro Preto.

 Será que tem dois com o mesmo nome na pm?🤔*


O Governo de Minas divulgou a lista oficial de agraciados da Medalha da Inconfidência 2026, cuja cerimônia será realizada em Ouro Preto.

Domingos Sávio de Mendonça, Tenente-Coronel da Reserva, receberá a Medalha de Honra.



Fonte: Agência Minas 


https://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/governo-de-minas-divulga-lista-de-agraciados-na-medalha-da-inconfidencia-2026-em-ouro-preto

 


Ser policial militar e ser de esquerda é viver em constante tensão entre o que eu penso e o ambiente onde trabalho. Entrei na Polícia Militar do Brasil com a ideia de servir à população, proteger vidas, fazer o certo. Isso nunca mudou. O que mudou foi perceber que, dentro da corporação, pensar diferente tem um preço.

No começo, eu evitava falar de política. Observava mais do que falava. Mas com o tempo, fui vendo comentários, piadas, posicionamentos muito claros, quase sempre no mesmo sentido. Quando alguém elogiava Jair Bolsonaro, era normal, até incentivado. Quando eu discordava, o clima mudava. Vieram os olhares, o silêncio, as conversas que param quando você chega.

Te chamam de “esquerdista”, “defensor de bandido”, como se isso anulasse tudo que você faz na rua, tudo que você arrisca todos os dias. É como se você tivesse que provar o tempo todo que é policial de verdade. E isso cansa.

Não é só sobre discussão. É sobre ser deixado de lado, não ser lembrado, sentir que perdeu espaço entre colegas que antes eram próximos. Às vezes, o recado não vem direto, mas vem claro: melhor ficar quieto. Melhor não se expor. Melhor não comprar briga.

Mas ao mesmo tempo, eu não consigo fingir. Eu acredito que dá pra fazer segurança pública sem tratar ninguém como inimigo por definição. Acredito que respeito não vem do medo. E acredito que ser policial não deveria depender de qual lado político você está.

Então a gente segue nesse equilíbrio difícil: trabalhando, cumprindo missão, mas carregando essa sensação de estar sempre sendo observado, medido, julgado. Ser policial de esquerda não é só ter uma opinião diferente. É aprender a conviver com o peso disso todos os dias, dentro de um lugar que nem sempre aceita quem pensa fora da linha.


*recebido




"Por que o policial raiz é de direita? Um dos maiores desafios da atuação policial é o combate ao crime e à impunidade. Nessa linha, o pensamento de direita prioriza a responsabilidade individual, o crime é visto como uma escolha consciente que exige uma resposta proporcional do Estado. Essa clareza ética simplifica a atuação em campo. 


​A ideologia de direita fundamenta-se na manutenção da ordem social e no respeito às hierarquias institucionais. Para um policial, cujo juramento é proteger a sociedade e aplicar a lei, essa visão oferece a sustentação moral necessária para o exercício do poder de polícia.


Para o profissional de segurança, o alinhamento com a direita representa a busca por um ambiente onde o Estado não apenas permite que ele atue, mas o valoriza como o principal garantidor da civilização contra a barbárie.


Quando um cidadão com inclinações de direita opta pela carreira policial, ele geralmente o faz porque enxerga na instituição um espelhamento de seus próprios valores fundamentais.


Pessoas que possuem valores conservadores ou liberais clássicos, sentem-se confortáveis e realizadas em ambientes onde o mérito, o respeito à antiguidade e a disciplina são as regras do jogo.


Por outro lado, o policial de esquerda convive com o fenômeno chamado "conflito de identidade institucional". Enquanto a instituição policial é construída sobre bases de preservação da ordem e autoridade, a ideologia de esquerda, em muitas de suas vertentes, foca na crítica às estruturas de poder e na reforma profunda do sistema punitivo.


Dessa forma, embora outros perfis ideológicos também possam servir com excelência, o alinhamento com os valores de direita oferece uma harmonia natural entre a visão de mundo do indivíduo e a missão da instituição. A escolha pela carreira policial, para este perfil, é a materialização de uma vocação".


Recebido

  Comandante-Geral Cel Carlos Frederico Otoni Garcia cumprimento os policiais militares agraciados com a Medalha da Inconfidência 2026, em O...