sábado, 14 de março de 2026

Resumo


Entidades representativas da segurança pública em Minas Gerais participaram de reuniões com o vice-governador Mateus Simões para apresentação de pautas consideradas prioritárias pelas categorias.


Entre os principais pleitos apresentados pela PCMG estão a recomposição das perdas inflacionárias, a regularização de promoções atrasadas, a valorização dos servidores, a criação de auxílio-saúde para ativos, aposentados e pensionistas, além de melhorias estruturais apontadas como necessárias para o adequado funcionamento das instituições.


No âmbito da Polícia Penal, também foi apresentada a pauta referente à autonomia institucional, prevista na Emenda Constitucional 104 e na Emenda Constitucional 111, além da defesa da recomposição das perdas inflacionárias da categoria.

Segundo participantes das reuniões, quando o tema do índice de recomposição era levantado durante as conversas, o assunto não avançava. Representantes das associações teriam solicitado a revisão do índice apresentado, bem como debates relacionados à revisão geral anual e a recursos vinculados ao IPSM.

De acordo com relatos de participantes, durante os encontros o vice-governador ouviu as reivindicações apresentadas e ressaltou que esta primeira rodada de reuniões teve como objetivo conhecer as entidades representativas e suas demandas, sem a apresentação de compromissos imediatos por parte do governo.


Durante as reuniões com representantes militares classistas, também teriam sido apresentados pelo governo temas relacionados a iniciativas do governo para a área de segurança pública, como a destinação de aproximadamente R$ 400 milhões do Promorar para cabos e soldados, a criação de novas unidades do Colégio Tiradentes, o repasse de cerca de R$ 200 milhões ao IPSM e a proposta de implementação do soldado temporário.


No que se refere à recomposição salarial, relatos indicam que o vice-governador teria informado que o tema não seria tratado naquele momento, afirmando que uma posição sobre reajuste ou recomposição poderia ser apresentada apenas após o dia 22, possivelmente entre os dias 22 e 28. O prazo mencionado para definição seria até 4 de abril.


Também foi mencionado que o governador Romeu Zema inicialmente não abordaria a recomposição em manifestação realizada no dia 2, mas acabou tratando do tema após pressão de professoras que sinalizavam possibilidade de paralisação.


Outro argumento apresentado pelo governo durante as reuniões foi o impacto financeiro de eventuais alterações no percentual de recomposição. Conforme relatado, foi mencionado que cada aumento de 1% no índice representaria impacto de bilhões de reais para os cofres públicos.

Paralelamente, sindicatos e associações articulam a realização de uma reunião para discutir o tema e elaborar uma nota conjunta. A data do encontro ainda não foi definida, em razão de algumas entidades ainda não terem confirmado participação. A expectativa é de que, após as confirmações, seja agendado o encontro para alinhamento institucional e definição de posicionamento público das entidades.

Enfim, todos os classistas apontam o objetivo mais urgente que é a recomposição das perdas inflacionárias, aumentar o índice,  chegado ao menos aos 9,0% como citado pelo secretário da Fazenda. A implantação do RGA, Outros assuntos foram abordados, mas como não quero criar atrito entre participantes e governo, prefiro que eles mesmos falem com vocês. 


Há,  circula também que a conversa não vai avançar,  se tiver a participação do deputado sargento Rodrigues.

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