quinta-feira, 5 de novembro de 2026

 


O fanatismo woke contra a deputada estadual mais bem votada de São Paulo com

quase 2 milhões de votos


A ação do MP contra Eduarda Campopiano, a deputada mais votada de SP, com quase 2 milhões de votos, apenas demonstra a infiltração e disseminação do mal totalitário que representa a distorção da visão de mundo woke.


O que fez a deputada?


Disse que Erika Hilton é um homem biológico.


E o que fez o MP?


Considerou que essa fala não se enquadra na liberdade de expressão parlamentar (mesmo que conste na Constituição a proteção sobre "quaisquer" palavras emitidas por um parlamentar), considera uma "ofensa transfóbica", pede multa de 100 mil reais, retratação pública e ainda obrigá-la a frequentar um curso de "letramento" sobre diversidade de gêneros.


Percebem a gravidade do descolamento da realidade da mente colonizada deste promotor?


É mentira que Erika é um homem biológico?


Ela pode se considerar mulher, mas isso faz dela uma "mulher trans", nunca uma mulher biológica.


Por que é importante que essa diferença seja demarcada?


Pelo simples motivo que apreendemos a realidade a partir da linguagem. Se a linguagem não for capaz de descrever o real, não terá utilidade. Será apenas um meio de engano, sofisma e desorientação, nunca de aprendizado e crescimento.


Até nossa legislação prevê como passível de anulação de casamento o que o legislador chamou de "erro essencial de pessoa".


O ilustríssimo promotor deveria saber disso.


Se uma transexual casar com um homem dizendo apenas ser uma mulher, escondendo seu passado, sua história e sua condição biológica, esse casamento poderá ser anulado por ter sido realizado induzindo um dos cônjuges ao erro essencial de pessoa.


O que o promotor pede, em última instância?


Que a deputada minta, ou pelo menos distorça a realidade, o que dá no mesmo.


Que atropele as leis, a partir de um suposto crime criado por uma minoria barulhenta, a "transfobia".


Mesmo que nada houvesse de ofensivo na fala da parlamentar. Apenas a constatação óbvia da realidade.


Pior do que isso:


Quer proibir a deputada de pensar e até legislar, pois tenta obrigá-la a passar por 'cursos" de doutrinação e lavagem cerebral.


Um promotor tenta cercear os direitos de uma parlamentar em uma suposta defesa dos direitos de uma minoria.


E se a parlamentar quiser defender um projeto de lei que obrigue o registro nos documentos que a pessoa se trata de uma transexual e não de uma mulher, não pode?


É "transfobia"?


E esse texto que escrevo, é crime?


Apenas por refletir sobre essa questão?


Isso é defesa de direitos de minoria ou imposição de censura?


Imposição de uma ideologia?


Agenda política de uma seita fanática, autoritária e totalitária?


E se a grande maioria de nosso povo compartilhar os mesmos valores da député perseguida?


A votação recorde que ela teve comprova que não está sozinha.


Mas trata-se de uma maioria silenciosa, pacifica e politicamente desorganizada.


Essa maioria terá que submeter-se a uma minoria barulhenta, autoritária e politicamente instrumentalizada?


Seria "democrático" uma maioria que compartilha valores tradicionais milenares ser obrigada a aceitar "valores" criados por uma seita ideológica recente, que tenta subverter valores civilizacionais fundamentais básicos?


A divergência aqui não é sobre respeito aos direitos humanos.


Todos devem ser respeitados.


Homens, mulheres e transexuais.


Mas, como dizia o sábio Falcão:


"Homem é homem, menino é menino e macaco é macaco".


Espero não ser perseguido, atacado, nem preso.


Com todo meu respeito e consideração aos trans.


Pedro Possas. Médico.


Artigo de Pedro Possas