🐴💀 SERÁ QUE TEM UMA “CABEÇA DE BURRO” ENTERRADA?
Houve um tempo em que o local era conhecido por bailes de gala, eventos e confraternizações. Um ambiente que carregava outra imagem e outro significado.
Hoje, porém, a realidade descrita por muitos policiais seria bem diferente.
O local passou a ser visto por parte do efetivo como um dos lugares mais difíceis para se trabalhar, chegando a ser comparado, nas conversas entre policiais, até com Jampruca.
E quando a situação parece não melhorar, surge aquela velha expressão popular:
👉 “Ali tem uma cabeça de burro enterrada!” 🐴💀
É claro que estamos falando de uma crendice popular, usada de forma bem-humorada para explicar lugares onde parece que nada dá certo.
🚔 E A NOVA ESCALA?
Em outras unidades, como o 4º, 21º e 68º BPM, a nova escala estaria sendo bem recebida por muitos policiais, especialmente por aqueles que moram fora da cidade onde trabalham.
A mudança, segundo relatos, ajuda na organização da vida pessoal e reduz o desgaste provocado pelos deslocamentos.
Mas aí surge outra pergunta:
❓ E o 47º BPM?
A informação que chega é de que o 47º não estaria seguindo a mesma regra adotada pelas demais unidades.
Se a nova escala tem como objetivo melhorar a rotina e beneficiar também o policial que mora longe, fica a dúvida:
Por que a realidade seria diferente no 47º?
📌 É uma questão de critério? Existe uma justificativa específica? Ou a regra simplesmente não está sendo aplicada da mesma forma?
Do passado dos bailes de gala à atual discussão sobre escala e condições de trabalho, muita coisa parece ter mudado.
🐴💀 Será que esqueceram de desenterrar a cabeça de burro?
Ou será que está na hora de alguém explicar o que está acontecendo?
