Recebo diariamente relatos de segurados e dependentes gestantes preocupados com a situação da assistência obstétrica em Belo Horizonte e Região Metropolitana, que contam atualmente com apenas uma maternidade conveniada para o atendimento às gestantes.
E no interior? Como está a cobertura? Se a situação já é preocupante na RMBH, é preciso saber quantas opções existem para as famílias que vivem fora da capital.
Não estamos falando de um serviço secundário. Estamos falando de gestantes, partos e vidas. Uma rede tão limitada coloca os segurados diante de uma pergunta que o IPSM precisa responder: qual é o plano para garantir atendimento quando uma única unidade não conseguir absorver a demanda?
Não podemos esperar faltar atendimento para depois procurar uma solução. A manutenção e, principalmente, a ampliação da rede de maternidades credenciadas precisam ser tratadas como prioridade.
O risco é que, sem alternativas, famílias acabem recorrendo ao SUS ou, em uma situação extrema, enfrentando um parto domiciliar por falta de opção de atendimento. Isso não pode ser tratado como algo normal.
O segurado paga — e paga caro — por uma assistência que precisa funcionar quando mais precisa.
👉Cobrem respostas do IPSM. Utilizem o “Fale Conosco”, no site do Instituto, e o WhatsApp (31) 9489-3927.
Assistência à saúde não pode depender de uma única porta de entrada.
