🚨 UMA REUNIÃO DE HORAS NÃO PODE VIRAR UM VÍDEO DE 40 SEGUNDOS.
Hoje (10/08), mais uma reunião com pré-candidato ao Governo de Minas. Desta vez, Mateus Simões.
Entidades de classe entram, fazem perguntas, apresentam demandas e ouvem promessas.
E o servidor?
Fica sabendo depois o que quiserem contar.
Eu falo isso desde 2014: essas reuniões deveriam ser transmitidas ao vivo pelo YouTube.
Deixem o policial, o bombeiro, o policial penal e os demais servidores assistirem.
Deixem o servidor mandar perguntas pelo chat. As entidades selecionam as pertinentes e fazem os questionamentos.
Não precisa colocar todo mundo na mesa.
Mas também não precisa deixar todo mundo do lado de fora sem saber o que está sendo discutido em seu nome.
Porque depois aparecem as cartas-compromisso, as fotos, os discursos e as promessas de campanha.
E nós já aprendemos que assinar compromisso não significa necessariamente cumprir compromisso.
Então fica uma sugestão para os servidores:
Na próxima eleição, não cobrem apenas dos candidatos.
Cobrem também das entidades que vocês sustentam.
Perguntem:
👉 O que foi perguntado?
👉 O que o candidato respondeu?
👉 O que ele prometeu?
👉 O que a entidade cobrou?
👉 E, principalmente, qual foi o compromisso assumido?
Eu sou apenas uma blogueira palpiteira.
Mas se eu fosse servidor da Segurança Pública, faria uma pergunta bem simples:
“Se essa reunião está acontecendo em meu nome, por que eu não posso assistir?”
Transparência não deveria ser exceção.
Deveria ser regra.
