terça-feira, 11 de agosto de 2026

 






Ué... então excedente não presta? 🤔

Hoje, ao falar sobre os excedentes de concursos públicos, o governador Mateus Simões afirmou que “prefere os melhores”.

Mas há uma curiosidade que merece ser lembrada.

Em 2007, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais realizou o concurso público para o cargo de Procurador, por meio do Edital nº 1/2007. Foram oferecidas apenas 3 vagas para o cargo.

Mateus Simões foi aprovado nesse concurso, mas ficou fora das três primeiras colocações. Na classificação final, aparece entre os candidatos aprovados além do número inicial de vagas.

Ou seja: ele próprio já esteve na condição de aprovado além das vagas oferecidas.

Então fica a pergunta: ser excedente significa não ser bom?

Claro que não.

Excedente é quem foi aprovado em concurso público, mas ficou além do número de vagas inicialmente previsto. Não é sinônimo de incompetência, nem significa que o candidato não esteja entre os melhores.

E tem outra pergunta: se o Estado realiza um concurso, faz milhares de pessoas estudarem, pagarem inscrição, viajarem e gastarem dinheiro, por que convocar e fazer tanta gente gastar se depois a intenção é simplesmente não chamar os aprovados?

O governador disse que prefere os “melhores”.

Pois bem.

Em outubro, os mineiros também vão escolher o seu “melhor” governador.

E dessa vez quem vai decidir não é o governador.

É o eleitor.

  Estou muito chateada com algumas movimentações. Acho que, independentemente de qualquer questão, algumas pessoas/profissionais merecem con...