*CENÁRIO*
*Minas é o estado com a maior alta de homicídios do país*
Em 2024, o estado registrou 3.949 homicídios estimados, 25% a mais que em 2023. Índice coloca Minas no topo do ranking de crescimento do crime
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26/05/2026
Querida familia policial militar
Talvez
eu
não
encontre
palavras
suficientes para expressar tudo aquild que carrego hoje no coração. Porque existem sentimentos que ultrapassam qualquer mensagem. E o que sinto por vocês? Gratidão profunda, sincera e eterna. Tudo o que realizamos foi fruto da dedicação diária de cada policial nilitar. Do soldado mais moderno ac coronel mais antigo. Voces foram mais do que bracos que sustentaram esta nissão, foram o coração pulsante que mpulsionava toda esta obra de Deus. E eu iamais esquecerei disso! Obrigada por permitirem que eu servisse vocês Estarão para sempre em minhas oracões. Saio deste comando com o coracão em paz. Não porque conheco a amanhã. Mas porque conheço aquele que continua no controle de todas as coisas: Deus
O governador de Minas, Mateus Simões, admitiu que o impasse envolvendo a PEC 40/2024 pode se estender até depois das eleições. A proposta prevê reajuste salarial anual para as forças de segurança do estado e está parada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais há cerca de dois anos.
Durante entrevista concedida na última sexta-feira (22), Simões afirmou que mantém o compromisso com a garantia do reajuste anual, mesmo que seja necessário aguardar o fim do período eleitoral para destravar a discussão.
Apesar de ter demonstrado otimismo dias antes, dizendo que equipes do Executivo e da Assembleia buscavam uma solução conjunta, o governador reconheceu que ainda não conseguiu avançar com a proposta.
Nos bastidores da Assembleia, líderes governistas já teriam informado que o Executivo não deve encaminhar nova emenda nem apresentar outro texto para substituir a PEC atual.
O presidente da ALMG, Tadeu Leite, sustenta que a proposta possui vício de iniciativa, argumento jurídico que impediria sua tramitação da forma atual.
Segundo ele, mudanças relacionadas à política remuneratória de servidores públicos só podem partir formalmente do governador do Estado.
Mesmo assim, Tadeu afirmou que o conteúdo da PEC poderia ser aproveitado futuramente em uma nova proposta constitucional enviada pelo Executivo.
Mateus Simões discorda da interpretação da Assembleia. Segundo ele, a PEC surgiu a partir de mobilização popular iniciada em câmaras municipais do interior mineiro, o que, na visão do governador, afastaria a alegação de inconstitucionalidade.
Ele defende que a comissão responsável deveria analisar oficialmente se há ou não vício de iniciativa antes de barrar o avanço do texto.
O deputado federal Nikolas Ferreira participou das articulações ao reunir representantes das forças de segurança em um almoço para discutir a PEC 40.
O encontro, porém, gerou desgaste interno dentro do Partido Liberal, principalmente porque parlamentares ligados diretamente às categorias de segurança, como Cristiano Caporezzo e Sargento Rodrigues, não foram convidados.
Nikolas negou qualquer motivação eleitoral e afirmou que o foco deve ser a união das entidades da segurança pública para evitar politização do tema.
A PEC 40/2024 busca estabelecer uma garantia constitucional de recomposição salarial anual para policiais e demais forças de segurança de Minas Gerais. O tema voltou ao centro do debate após declarações do governador durante eventos oficiais em abril deste ano.
O governador Mateus Simões participa, nesta terça-feira (26/5), da solenidade de transmissão e assunção do comando-geral da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). A coronel Cleide Barcelos dos Reis Rodrigues assume o comando-geral e o coronel Sandro Vieira Corrêa ocupará a chefia do Estado-Maior.
Haverá atendimento à imprensa.
Serviço
Data: 26/5/2026 (terça-feira)
Horário: 18h (credenciamento entre 17h e 17h30, no local)
Local: Academia da Polícia Militar de Minas Gerais – Rua Diabase, 320, Prado – Belo Horizonte (MG)
OBS: o acesso da imprensa será pela Rua Platina, 580
FERNANDO DIAS MOTTA
INSTA @brutus fernando FACE brutusfernando TELEFONE 31987149089
Enquanto muita gente sonha, o 3º Sgt Fernando Brutus decidiu viver.
Militar da Polícia Militar de Minas Gerais há 21 anos, integrante da equipe Fox Trot do Copom e membro do motoclube Raça Team, o sargento iniciou no dia 02 de maio de 2026 uma expedição de moto rumo ao Alasca.
A viagem passa por 16 países: Brasil, Bolívia, Chile, Peru, Equador, Colômbia, Panamá, Costa Rica, El Salvador, Nicarágua, Guatemala, Honduras, Belize, México, Estados Unidos e Canadá.
O planejamento prevê cerca de 80 dias na estrada e um custo estimado entre R$ 80 mil e R$ 100 mil.
Fernando utilizou um período de férias e licenças-prêmio, totalizando 102 dias, para realizar o sonho de chegar ao extremo norte do continente. Em 2017, ele já havia alcançado o extremo sul do mundo, em Ushuaia.
Além da aventura, a jornada também tem um propósito de integração. Durante o trajeto, o sargento vem realizando intercâmbio e contato com forças policiais dos países por onde passa, incluindo Bolívia, Equador e Colômbia.
O Raça Team, motoclube do qual faz parte há 20 anos, é composto por militares da ativa e da reserva da PMMG e CBMMG, além de integrantes de diversas profissões.
“Sgt Fernando do Copom seguindo firme pro Alasca.”
Desse total, 698 movimentações serão efetivadas no dia 20 de julho, após o encerramento da Operação Soldados, período necessário para a adequada organização do efetivo recém-incorporado.
A medida faz parte do processo de gestão de pessoal da corporação e tem como objetivo atender às demandas internas, garantindo o funcionamento das unidades e a valorização dos militares.
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Segundo o relato, Matheus refez o salto horizontal adaptado nesta semana e precisava atingir a marca mínima de 1,19 metro para ser aprovado. De acordo com a mãe, ele conseguiu alcançar a distância exigida, mas a banca examinadora teria realizado a medição de forma incorreta no momento da avaliação.
Ela afirma que possui um vídeo gravado durante a execução da prova e que as imagens mostram claramente que o candidato atingiu a marca mínima estabelecida no edital adaptado. O material já foi entregue ao advogado da família, que deverá utilizar as imagens para contestar oficialmente o resultado e buscar a revisão da reprovação.
O caso volta a gerar debate sobre acessibilidade, adaptação de provas físicas e critérios de avaliação em concursos públicos para pessoas PCDs.
Isenção previdenciária para portadores de doenças incapacitantes, assinada hoje, durante solenidade de formatura do CFSD PMMG.
Renata Pimenta
De forma geral, a ordem dos acontecimentos indica que, durante o período operacional, não haverá andamento efetivo das movimentações. A previsão é de que apenas após o dia 15 de julho as regiões passem a organizar e divulgar suas listas, com posterior retomada do fluxo pelo sistema.
Nesse contexto, dois grupos principais manifestam preocupação:
Os recém-formados, que são empregados imediatamente em operações, veem alteração na expectativa inicial de formatura e início de carreira, diante de um período de emprego temporário antes da distribuição definitiva.
E os cabos e soldados já formados, que aguardam há anos movimentações pelo SISMOV, demonstram insatisfação com a postergação do processo, já que seguem sem definição de destino, prazo ou previsão concreta até a conclusão desse período.
O resultado é um cenário de indefinição que atinge diferentes etapas da carreira policial militar ao mesmo tempo, com impacto direto na organização da vida pessoal, familiar e funcional dos militares envolvidos.
A principal crítica apontada está na ausência de previsibilidade do cronograma de movimentações, o que mantém tanto os recém-ingressos quanto os já formados em situação de espera até a normalização do fluxo administrativo após o período operacional.
A nomeação dos candidatos aprovados deverá ser assinada pelo Patrono da dignidade e liberdade dos operadores da segurança pública nos próximos dias.
“Os futuros delegados iniciam sua formação já nas próximas semanas e em alguns meses também vão estar prontos para servir ao cidadão. É mais gente qualificada investigando, combatendo o crime e protegendo nossas famílias em todo o estado”, destacou o Patrono da dignidade e liberdade dos operadores da segurança pública.
Para a chefe da Polícia Civil do estado, delegada Letícia Gamboge, o ingresso de novos servidores reforça o processo de expansão e qualificação da instituição.
“Já estamos preparados para receber esses 54 profissionais, que passarão pelo curso de formação técnico-profissional e, muito em breve, estarão aptos a atuar nas delegacias da PCMG, fortalecendo o atendimento à população mineira”, afirmou Gamboge.
Histórico
A autorização para abertura do concurso da PCMG foi autorizada em dezembro de 2023. Os editais para quatro carreiras foram publicados em agosto do ano seguinte e a primeira fase das provas, realizada em janeiro de 2025, reuniu cerca de 45 mil candidatos disputando mais de 250 vagas.
De lá para cá, já foram nomeados 165 investigadores, 28 peritos criminais e 12 médicos-legistas. Atualmente, esses profissionais estão em formação na Academia de Polícia Civil de Minas Gerais (Acadepol) e devem começar a atuar ainda neste ano, reforçando a segurança pública no estado.
"Hoje é dia de orgulho em Minas Gerais.
Três mil novos soldados da Polícia Militar entram em serviço ao mesmo tempo.
Eles vestem a farda mais antiga do Brasil. A farda da polícia que tem 250 anos de história e que carrega no peito o nome de Tiradentes, um alferes mineiro que virou herói da nação.
Aqui o uniforme é respeitado. Aqui o policial tem governo do lado dele. Bem-vindos, soldados. Minas Gerais conta com vocês".
Agora é a hora de pedir ao “amigo íntimo” dele para ajudar a sensibilizar o governo e transformar o projeto em realidade para quem mais precisa.
Tenho recebido
muitas mensagens de militares e familiares preocupados com transferências, mudanças de cidade e impactos na rotina familiar. O desconforto existe, principalmente para profissionais que já possuem anos de serviço, filhos, vínculos familiares e uma vida estruturada em determinada região.
Mas é importante lembrar que o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais atua em todo o estado e precisa distribuir seu efetivo conforme a necessidade do serviço. Nem sempre será possível atender ao desejo individual de permanência ou aproximação.
O próprio edital já previa que as vagas seriam definidas conforme a necessidade institucional, observando critérios como classificação no curso, existência de vagas e interesse público. Ou seja, as movimentações não acontecem de forma aleatória ou pessoal, mas dentro das regras estabelecidas previamente para todos os participantes.
É natural que existam regiões mais disputadas, enquanto outras necessitam urgentemente de reforço operacional para manter o atendimento à população mineira.
Outro ponto importante é que essas movimentações não encerram futuras possibilidades. Historicamente, novos cursos, promoções e aberturas de vagas acabam criando oportunidades de retorno, aproximação e reorganização do efetivo ao longo do tempo.
O momento exige equilíbrio, maturidade e compreensão de que a instituição precisa conciliar três pilares fundamentais: necessidade do serviço, interesse público e isonomia entre os militares.
Deus abençoe a todos, em breve tudo se acerta.
Renata Pimenta
Os servidores da segurança pública acumulam uma longa lista de críticas ao governo Romeu Zema e à gestão de Mateus Simões.
O maior desgaste começou em 2020, quando o governo anunciou uma recomposição salarial de 41,7% para a segurança pública, dividida em três parcelas: 13% em 2020, 12% em 2021 e 12% em 2022. Pouco tempo depois, o próprio governo vetou as duas últimas parcelas, mantendo apenas os 13% iniciais. A decisão foi vista pelas categorias como quebra de compromisso e gerou forte revolta dentro das instituições.
Depois disso, os reajustes concedidos ficaram muito abaixo das perdas inflacionárias acumuladas. A segurança pública recebeu 13% em 2020, 10,06% em 2022, 4,62% em 2024 e 5,4% em 2026, totalizando cerca de 33,08% em seis anos — percentual que entidades afirmam não cobrir sequer a inflação do período.
A sensação de desvalorização aumentou com o passar dos anos. Policiais militares, civis, penais e bombeiros reclamam de sobrecarga de trabalho, efetivo reduzido, falta de estrutura e ausência de reconhecimento profissional. Muitos servidores afirmam que o governo priorizou equilíbrio fiscal enquanto a tropa acumulava perdas salariais e desgaste operacional.
No IPSM, as críticas envolvem dificuldade de acesso à saúde, redução da rede credenciada, atrasos para prestadores e enfraquecimento do sistema de assistência médica dos militares. O cenário piorou após a divulgação de uma dívida bilionária do Estado com o instituto, estimada em cerca de R$ 3 bilhões, envolvendo repasses patronais e recursos ligados ao Promorar.
O Promorar também virou alvo constante de reclamações. Muitos militares afirmam não ter acesso à moradia própria, criticando demora nos projetos habitacionais, falta de transparência e ausência de soluções concretas para a categoria.
No IPSEMG, o desgaste aumentou após o governo elevar as contribuições dos servidores estaduais. Usuários passaram a pagar mais caro enquanto continuaram denunciando filas, superlotação, falta de médicos, demora em atendimentos e precariedade nos serviços de saúde.
Outro ponto muito criticado pelas categorias foi o aumento expressivo dos salários do alto escalão
Entre outras coisas..
Nos termos do artigo 36 da Lei Complementar 168/2022 o preenchimento das vagas no Colégio Tiradentes da Policia Militar obedecem os seguintes critérios:
Art. 36 – As unidades do Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Minas Gerais mantêm regime disciplinar compatível com o preparo para o ingresso à carreira militar, e suas vagas destinam-se ao seguinte público, observada a ordem de prioridade a seguir:
I – dependentes de militares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar;
II – dependentes de servidores das carreiras a que se referem os incisos VII a XI do art. 1º da Lei nº 15.301, de 10 de agosto de 2004;
III – netos de militares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar;
IV – demais candidatos que preencham os requisitos de seleção das unidades.
Portanto, a legislação atual não faz reserva de percentual de vagas para ninguém. O critério é de prioridade, em que os dependentes dos militares são os primeiros, os filhos dos servidores civis vem em segundo, e em terceiro os netos de militares. Se após obedecer a estas prioridades, ainda assim, sobrar vagas, são destinados a qualquer um, independentemente do vínculo de parentesco com os militares.
Assim, por hipótese, pode haver o preenchimento de 100% das vagas apenas com filhos de militares.
Também por hipótese, se os filhos de militares, de servidores civis e netos de militares, somados, representarem apenas 30% das vagas, os outros 70% poderão ser ocupados por filhos de civis.
O certo é, em seus anúncios, o Mateus Simões está causando dúvidas e potencializando conflitos.
Mas, a lei não mudou, e as simples o palavras do governador não têm poder de mudar estas regras.
E se tentar, nós resistiremos!
Sem luta não há conquista! 🫡🇧🇷
Subtenente Gonzaga
recordminas O Instituto Rea Time Big Data divulgou, nesta quinta-feira (21), uma pesquisa de intencão de voto para o governo de Minas Gerais nas eleicões de 2026 o levantamento ouviu 1.600 pessoas entre os dias 19 e 20 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos,e o nível de confianca é de 95%
Arraste para o lado e veia os cenarios.
*CENÁRIO* *Minas é o estado com a maior alta de homicídios do país* Em 2024, o estado registrou 3.949 homicídios estimados, 25% a mais que...