Três anos sem Rafaela Drumond
Há três anos, Minas Gerais se despedia da escrivã da Polícia Civil Rafaela Drumond. Sua morte gerou comoção em todo o estado e trouxe à tona discussões importantes sobre saúde mental, assédio no ambiente de trabalho e a necessidade de proteção aos profissionais da segurança pública.
Desde então, o caso se tornou um marco na luta por condições de trabalho mais dignas e pelo fortalecimento de mecanismos de acolhimento e prevenção dentro das instituições. A história de Rafaela ultrapassou os limites da tragédia pessoal e passou a representar um alerta sobre a importância de ouvir, acolher e proteger aqueles que dedicam suas vidas ao serviço da sociedade.
Três anos depois, familiares, amigos e colegas seguem mantendo viva a memória de Rafaela Drumond, enquanto permanece o compromisso de buscar justiça e de impedir que situações semelhantes voltem a acontecer. Sua lembrança continua sendo símbolo de reflexão, respeito e da necessidade de cuidar de quem cuida da população. https://www.instagram.com/reel/DZYZBLEIRA2/?igsh=NmhpMW13M2p5NGQx
