quarta-feira, 17 de junho de 2026

 



A violência contra a mulher não é apenas a agressão física. Ela pode acontecer de várias formas, muitas vezes silenciosas e difíceis de identificar.

Violência física: empurrões, tapas, socos, chutes, queimaduras, estrangulamento ou qualquer agressão ao corpo.

Violência psicológica: humilhações, ameaças, chantagens, xingamentos, manipulação, perseguição, isolamento de amigos e familiares, controle excessivo e tentativas de destruir a autoestima da vítima.

Violência moral: calúnias, difamações, mentiras, exposição pública para humilhar ou desacreditar a mulher.

Violência patrimonial: destruição de objetos pessoais, retenção de documentos, controle do dinheiro, impedimento de trabalhar ou apropriação de bens e patrimônio.

Violência sexual: qualquer ato sexual sem consentimento, pressão para manter relações, impedimento do uso de métodos contraceptivos ou imposição de gravidez, aborto ou práticas sexuais indesejadas.

Violência digital: divulgação de fotos íntimas sem autorização, perseguição nas redes sociais, invasão de contas, monitoramento de mensagens, exposição e ameaças pela internet.

Muitas vezes o feminicídio é o último capítulo de uma sequência de violências que começou com controle, humilhações, ameaças e agressões aparentemente "menores". Por isso, toda forma de violência deve ser levada a sério.

Uma mulher não precisa estar machucada fisicamente para ser vítima de violência. O medo constante, a humilhação diária e a perda da liberdade também deixam marcas profundas.

  Uma mulher de 28 anos morreu após ser baleada durante uma operação da Polícia Civil no bairro Bosque, em Araguari, no Triângulo Mineiro, n...