domingo, 30 de junho de 2024

 




Empresários atribuem crescimento de facções criminosas à limitação do STF em operações policiais em favelas


FolhaDestra Mande um e-mail12 horas atrás

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 Polícia Militar do Rio de Janeiro na Favela da Maré. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo

Facções Criminosas Enriquecem e Expandem Territórios no Rio Após Restrições da ADPF 635, Segundo Entidades Empresariais

No sábado (29), grupos empresariais lançaram uma carta aberta pedindo segurança e pacificação no Rio de Janeiro. Eles atribuem o crescimento de grupos criminosos no Rio às restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a operações nas favelas da cidade. O pedido é para o fim das restrições impostas no contexto da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635 e um apelo para acabar com o cenário de violência que eles acreditam ser mais severo do que em alguns países em guerra.

O documento, enquanto elogia o heroísmo das forças de segurança, também critica a resposta inadequada da Segurança Pública perante um “leniente sistema das audiências de custódia e das famigeradas saidinhas” de criminosos das prisões. Eles afirmam que a situação de controle do crime organizado piorou há mais de três anos, quando as restrições do STF às ações policiais nas comunidades do Rio beneficiaram facções criminosas. Estas, por sua vez, lucraram e expandiram territórios com o auxílio das limitações impostas pela ADPF 635. As informações são do Diário do Poder.

“Como consequência da referida ADPF 635, observamos o enriquecimento e a expansão territorial das facções criminosas, restringindo o direito de ir e vir da população.  Temos visto nosso Rio de Janeiro se tornar porto seguro de criminosos foragidos de outros Estados, servindo como uma grande incubadora do crime organizado. Queremos um BASTA [sic]! Criminoso é criminoso e precisa ser tratado com o devido rigor da Lei, para que a sociedade possa gozar da saudosa e tão desejada liberdade preconizada em nossa Constituição”, diz um trecho da carta.

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