segunda-feira, 15 de abril de 2024

Governo de Minas eleva contribuição dos servidores à previdência

 


Governo de Minas eleva contribuição dos servidores à previdência


No IPSM, o militar vai pagar mais e o governo menos. Já no Ipsemg, piso e teto serão elevados


O governador Romeu Zema (Novo) encaminhou à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) dois Projetos de Lei que aumentam as contribuições dos servidores civis e militares aos seus institutos de previdência. No caso do Instituto de Previdência dos Servidores Militares (IPMS), o governo eleva o desconto dos policiais e bombeiros de 10,5% para 13% e reduz a contribuição do estado de 16% para 1,5%. O IPSM deve R$ 7 bilhões em contribuição patronal.Já no Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), a proposta aumenta em 81,7% o piso e o teto da contribuição do funcionalismo e também propõe o fim das isenções para os filhos menores de 21 anos, que passarão a contribuir com o piso, limitado ao teto familiar.


 


Com esse aumento, o governo do estado espera elevar em R$ 700 milhões a arrecadação do Ipsemg, que tem um déficit projetado de R$ 200 milhões para este ano. 


 


Atualmente, os servidores, aposentados e pensionistas do Ipsemg contribuem com 3,2% do valor da remuneração, limitado ao teto familiar de R$ 275,15, incluindo filhos e cônjuges. Filhos menores de 21 anos são isentos e, os que têm idade entre 21 e 35 anos, contribuem com o valor do piso de R$ 33,05 para cada dependente. O percentual da alíquota não será alterado. 


Para os filhos maiores de 38 anos, será criada uma contribuição de R$ 90 e para aqueles com idade igual ou superior a 59 anos uma alíquota adicional de 1,2%.A direção do IPSM foi procurada, mas ainda não respondeu o pedido de entrevista feito pela reportagem.Para 


Para o deputado estadual Sargento Rodrigues (PL), com o PL do IPSM o "governo Zema oficializa o sucateamento" do instituto dos militares . "Com a redução da contribuição patronal, o IPSM passa a viver de brisa".


O Subtenente Gonzaga, diretor da Diretor da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (Aspra), também criticou o PL e disse que a categoria vai se organizar para barrar a proposta no Legislativo. "Os serviços já estão precarizados porque o estado 


A direção do IPSM foi procurada, mas ainda não respondeu o pedido de entrevista feito pela reportagem.


Para o deputado estadual Sargento Rodrigues (PL), com o PL do IPSM o "governo Zema oficializa o sucateamento" do instituto dos militares . "Com a redução da contribuição patronal, o IPSM passa a viver de brisa".


O Subtenente Gonzaga, diretor da Diretor da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (Aspra), também criticou o PL e disse que a categoria vai se organizar para barrar a proposta no Legislativo. "Os serviços já estão precarizados porque o estado não paga o que deve ao IPMS. Com essa redução da contribuição patronal, vai piorar ainda mais", afirma.

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