quinta-feira, 2 de julho de 2026

Na PMMG, quem será pelos perseguidos?

por

Gustavo Deivid Paiva Mattedi ingressou na Polícia Militar de Minas Gerais no ano de 2016, no cargo de Soldado, pretendendo fazer a defesa da ordem pública, a preservação da segurança da sociedade, sempre observando os princípios legais que regem a Administração Pública.

Dentro da corporação, exercendo suas funções, deparou-se com graves irregularidades lá praticadas. Pelo que entendia como dever funcional e moral, levou tais fatos ao conhecimento das autoridades competentes, buscando a devida apuração das condutas por ele entendidas como ilícitas, buscando a responsabilização dos envolvidos.

Entretanto, segundo ele, ao invés de receber a proteção assegurada ao agente público que atua em conformidade com a legalidade e com os princípios da moralidade administrativa, passou a sofrer intensa perseguição institucional por parte de superiores da corporação.


Na PMMG, quem será pelos perseguidos? (parte II)

por


Luiz Tito

Publicado em 01/07/2026

às 21:59


A partir das denúncias apresentadas, segundo ele, instaurou-se um contexto contínuo de retaliação, marcado pelo uso abusivo da estrutura estatal como instrumento de perseguição pessoal, em evidente desvio de finalidade e manifesta afronta aos princípios constitucionais da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da eficiência e da dignidade da pessoa humana.


Em franco desvio de suas responsabilidades, segundo ele avalia, a PMMG teria se desvirtuado sua finalidade institucional, convertendo-se em agente ativo de represália contra aquele que exerceu o dever de denunciar irregularidades.


Mattedi diz ter sofrido intimidação, constrangimento e desgaste, instaurando um ciclo contínuo de violência institucional voltado a silenciar, desacreditar e destruí-lo como denunciante, cujos efeitos se estenderam, inclusive, ao seu núcleo familiar.


Marcado por constante assédio, constrangimentos indevidos, isolamento profissional, ele diz ter sofrido toda sorte de degradação.

Na PMMG, quem será pelos perseguidos? (parte III)

por


Luiz Tito

Publicado em 01/07/2026

às 22:01


Sem quem contivesse tais perseguições, o soldado Mattedi foi acusado de ter cometido feminicídio, pelo assassinato de sua esposa, ocultação de cadáver e outros delitos de equivalente gravidade. Ele foi submetido à prisão arbitrária, baseada em flagrante forjado e sustentado por imputações falsas, destituídas de qualquer prova idônea.


Tal circunstância evidencia a utilização do aparato estatal como instrumento de intimidação e represália, com o propósito de silenciar denúncias, atingindo pessoas e suas relações familiares.


A inconsistência dessas acusações tornou-se ainda mais evidente quando a cônjuge do Soldado Gustavo Mattedi, que dele estava separada e vivia no Espírito Santo, procurou espontaneamente o Ministério Público, para desmentir categoricamente as imputações formuladas contra o militar, seu marido militar, afirmando ainda que oficiais da Polícia Militar vinham perseguindo toda a sua família.


São fatos gravíssimos, que carecem de uma ação do comando da corporação e de seus órgãos correcionais, até mesmo da Justiça Militar



Nota do blog



Ressalta-se que os fatos narrados neste texto correspondem às alegações apresentadas pelo soldado Gustavo Deivid Paiva Mattedi e às informações publicadas pelo colunista Luiz Tito. As acusações e denúncias mencionadas devem ser devidamente apuradas pelos órgãos competentes, sendo assegurado o direito ao contraditório e à ampla defesa de todos os envolvidos. O espaço permanece aberto para manifestação da Polícia Militar de Minas Gerais e das demais autoridades citadas.





 *EM SP* *Suspeito de atacar tenente irmão de Eloá morre em confronto com a PM* _Policial foi baleado ao parar em um semáforo_ https://www.o...