A capitã da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), Michelle Leão Azevedo, foi levada já sem vida ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte, na noite desta segunda-feira (20).
De acordo com as informações apuradas até o momento, a oficial foi socorrida pelo marido, um sargento da PMMG, que informou que ela teria sofrido uma queda de escada.
Durante o atendimento, a equipe médica identificou lesões que levantaram dúvidas quanto à causa da morte e acionou a Polícia Militar. O sargento foi preso e a ocorrência passou a ser investigada.
A Polícia Civil realizou perícia no hospital, no veículo utilizado pelo militar e na residência do casal. As circunstâncias da morte da capitã serão esclarecidas no decorrer das investigações.
A Polícia Militar informou que concederá uma entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (21), quando deverá divulgar mais informações sobre o caso.
👇Caso o marido seja formalmente indiciado ou novas informações oficiais sejam divulgadas, atualizaremos para refletir os fatos confirmados.
Que Deus conforte familiares e amigos. 🥀
Quem era a capitã Michelle Leão Azevedo, oficial da PMMG encontrada morta em Belo Horizonte
A morte da capitã da Polícia Militar de Minas Gerais, Michelle Leão Azevedo, gerou grande comoção entre policiais militares e familiares. A oficial morreu na noite de segunda-feira (20), após ser levada ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte.
Michelle iniciou sua formação no Curso de Formação de Oficiais da PMMG em 2008 e foi declarada oficial em 2010. Ao longo da carreira, alcançou o posto de capitã e atuava na área de segurança pública.
Buscando aperfeiçoamento profissional, concluiu entre 2022 e 2023 uma especialização no Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (Ifsuldeminas). Seu trabalho de conclusão abordou a importância do estudo da jurisprudência dos Tribunais Superiores para a atuação da Polícia Militar de Minas Gerais.
O caso ganhou repercussão após a capitã dar entrada no hospital apresentando diversas lesões pelo corpo. Segundo as informações divulgadas até o momento, o marido, um sargento da PMMG, informou inicialmente que ela teria sofrido uma queda de escada. No entanto, a equipe médica considerou que os ferimentos observados levantavam dúvidas sobre essa versão e acionou a Polícia Militar.
Durante o atendimento, os militares também apreenderam uma caixa contendo comprimidos com características semelhantes ao ecstasy, que teria sido descartada pelo sargento no banheiro do hospital. O material foi encaminhado para perícia.
O sargento foi preso e o caso passou a ser investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que irá apurar as circunstâncias da morte da oficial. A Polícia Civil e a Polícia Militar seguem realizando diligências para esclarecer a dinâmica dos fatos.

