Segundo a coluna de Mario Sabino, publicada hoje, os principais argumentos são:
- O episódio envolvendo o vídeo produzido com inteligência artificial exibido na convenção do PL seria, para o colunista, mais um capítulo da perseguição política contra Jair Bolsonaro.
- Sabino afirma que o ministro Alexandre de Moraes exige explicações de Bolsonaro, mas não presta esclarecimentos sobre questionamentos dirigidos a ele próprio.
- O colunista sustenta que a situação criada pela decisão judicial coloca Bolsonaro e Flávio Bolsonaro em um "beco sem saída": se o ex-presidente autorizou o vídeo, poderia ser acusado de descumprir as restrições impostas; se não autorizou, o problema recairia sobre Flávio Bolsonaro.
- Ele argumenta que o vídeo foi exibido em uma convenção partidária, e não em propaganda eleitoral, além de afirmar que o público foi informado de que se tratava de conteúdo gerado por inteligência artificial.
- Sabino defende que, mesmo que Bolsonaro tivesse autorizado o vídeo, proibir essa manifestação representaria uma restrição indevida a direitos fundamentais.
- O colunista também critica outras limitações impostas ao ex-presidente, como a proibição de divulgar uma carta, de receber a visita do filho Flávio Bolsonaro durante a campanha e de encontrar o presidente argentino Javier Milei.
- Ao concluir, Mario Sabino escreve que, em sua avaliação, "não resta dúvida" de que Jair Bolsonaro é perseguido politicamente e afirma que Alexandre de Moraes atua como protagonista político-eleitoral.