Policial civil alega sofrer perseguição sem medida
por Luiz Tito
Publicado em 10/09/2025
A investigadora da Polícia Civil de Minas Gerais, Jaqueline Evangelista Rodrigues, está afastada de suas funções para tratamento de saúde. Segundo declara, e conforme afirma ter registrado em ampla documentação sob sua guarda, ela estaria sofrendo perseguições administrativas por parte de superiores da corporação, além de relatar descaso da Corregedoria e de médicos da perícia funcional da própria instituição.
Jaqueline alega estar sendo alvo de ameaças por meio de sucessivos procedimentos administrativos, mesmo estando oficialmente afastada para tratamento de saúde.
Nesta semana, ela registrou pelas câmeras externas de sua residência que uma mulher tentou abordá-la após as 20h30. Jaqueline suspeita que se tratava de uma oficial de Justiça. Ressalta ainda que, conforme os procedimentos, citações envolvendo policiais civis devem necessariamente ser intermediadas pela chefia superior da instituição.
A investigadora afirma já reunir depoimentos, documentos, cópias de inquéritos e de processos, que pretende entregar a órgãos de proteção dos direitos humanos, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na Câmara dos Deputados e no Ministério dos Direitos Humanos, em Brasília.
Ela também denuncia que seus vencimentos foram reduzidos à metade, valor que, segundo relata, é integralmente consumido com medicamentos, restando sem condições financeiras sequer para sua alimentação e manutenção pessoal.
