quarta-feira, 9 de abril de 2025

 


O movimento dos policiais civis, militares, dos bombeiros militares e policiais penais realizado no último dia 28 de fevereiro conseguiu levar o governo do Estado a autorizar o pagamento do auxílio alimentação; muito pouco, mas ainda assim, melhor do que nada. Três mil policiais foram à Praça Sete, em BH, e ameaçaram executar o regime de “estrita legalidade”, que é pior do que uma paralisação, porque o resultado da ação das forças de segurança é zero, mas tudo segue como se houvesse trabalho. Sofre a sociedade com a insensibilidade do governador Romeu Zema e de seu vice, Mateus Simões, porque a criminalidade e a violência têm sido medidas por índices sempre crescentes. O movimento realizado na manhã dessa terça-feira, 08, levou suas lideranças a deliberarem pela volta à “estrita legalidade”, de forma mais intensa, e não cederá enquanto o governador Romeu Zema não conceder a recomposição.Zema, mesmo tendo assinado um acordo com as forças de segurança, não pagou a recomposição conforme se comprometeu a fazer; “Zema mentiroso, Zema traidor, fora Zema”, foi o que se ouviu na manifestação das polícias, hoje. Esperamos que o governo se sensibilize e pague aos policiais pelo menos a recomposição que ofereceu para à educação, 5,26%. Caso isso não aconteça, iremos intensificar as mobilizações e recepções ao governador onde quer que ele esteja, em Minas e até no Brasil.


Além disso, outras manifestações serão convocadas. Queremos agir contra a invasão das facções do Rio e de São Paulo, que estão preocupando os mineiros; mas temos que ter estímulo. Com fome, ficaremos de braços cruzados. E a sociedade lembrará sempre do que está sendo o governo Romeu Zema para Minas e para nós, mineiros.


Luiz Tito

Luiz Tito trabalhou na equipe que colaborou na fundação no Jornal O Tempo, em 1996. Foi diretor da Sempre Editora, dona dos veículos O Tempo, Pampulha e Super, passando depois a responder pela vice-presidência da empresa. Afastou-se da Sempre Editora para ocupar a Diretoria Jurídica do Grupo Sada, de onde também se desligou, após mais de duas décadas de trabalho, vinculado ao citado Grupo. 


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