terça-feira, 28 de maio de 2024

Deputados que levantaram , votaram contra a mudança do reajuste de 3,62 para 10,67 , divulguem quem é contra a segurança pública e os outros funcionalismo , ISSO ACONTECEU AGARA NA ALMG E ainda levantam rindo... É algo bizarro/revoltante ver deputados debochando assim do sofrimento dos outros 🤦🏻‍♂️

 


O projeto de reajuste geral dos servidores civis e militares da administração direta do Estado de Minas Gerais em 3,62% segue para ser votado em primeiro turno no plenário da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (29) sem emendas aprovadas. Os deputados, entretanto, ainda podem destacar alguma emenda para ser votada durante a reunião extraordinária. Deputados da oposição apresentaram três emendas que autorizam o governo de Minas a fazer um novo projeto de lei aumentando o reajuste. Cada uma dessas emendas sugere um índice diferente. A ideal, segundo os deputados, seria a que autoriza o reajuste em 10,6%, o que representando a inflação de 2022 e 2023 juntas. As outras duas sugerem o reajuste da inflação de 2022 (5,79%) e de 2023 (4,62%), separadamente. 

"O deputado que votou num reajuste de 298% para o governador, o vice e seus secretários, não terá coragem de votar as migalhas de 3,62%, ele vai apoiar nossas emendas, e esse é o nosso apelo aos deputados, de pelo menos aprovar a inflação de 2022 e 2023", destacou o deputado Sargento Rodrigues (PL), autor de uma das emendas apresentadas.

Essas emendas são autorizativas, ou seja, elas significam que o legislativo permite o governo a fazer um novo projeto de lei aumentando o reajuste. Caso aprovadas isso não significa que o governo é obrigado a conceder esses índices como reajuste, mas apenas que ele pode apresentar um novo texto, que precisa passar pelas comissões e ser votado, outra vez, em primeiro e segundo turno. Ao todo, 30 deputados assinaram as emendas, entre eles os 20 da oposição e 10 entre deputados da base e independentes. Agora, a expectativa do bloco de oposição é negociar com outros deputados para conseguir o número mínimo de votos para aprovar, pelo menos, uma das emendas apresentadas

Ao todo, 30 deputados assinaram as emendas, entre eles os 20 da oposição e 10 entre deputados da base e independentes. Agora, a expectativa do bloco de oposição é negociar com outros deputados para conseguir o número mínimo de votos para aprovar, pelo menos, uma das emendas apresentadas.

"Esse é o momento que se discute a questão salarial de servidor. Depois desse projeto, não haverá outra oportunidade, porque o projeto precisa ser de iniciativa do executivo. As três emendas são importantes, porque elas conversam com todo o período inflacionário. Então nós vamos levar para o plenário e vamos tentar convencer colegas, grupos, outros partidos que não são do bloco a se somarem nessa mobilização", explicou a deputada Beatriz Cerqueira (PT).

Outra possibilidade é o governo apresentar uma emenda em segundo turno concedendo um aumento no reajuste proposto. Dessa forma, a emenda não precisaria passar pelas comissões e pode ser votada de uma vez pelo plenário. Isso, contudo, vai depender da negociação que está sendo feita entre deputados e o governo de Romeu Zema (Novo). 




Presentes na reunião

Dep. Zé Guilherme (Presidente) / PP

Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária

Dep. Rafael Martins (Vice-Presidente) / PSD

Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária

Dep. João Magalhães / MDB

Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária

Dep. Ulysses Gomes / PT

Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária

Dep. Beatriz Cerqueira / PT - Substituindo Dep. Cristiano Silveira

Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária

Dep. Sargento Rodrigues / PL - Substituindo Dep. Doorgal Andrada

Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária

Dep. Thiago Cota / PDT - Substituindo Dep. Leonídio Bouças

Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária

Dep. Carlos Henrique / REPUBLICANOS

Dep. Cassio Soares / PSD

Dep. Professor Cleiton / PV



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