terça-feira, 21 de maio de 2024


Réu pela morte de sargento em BH contrata perito de Adélio, homem que esfaqueou Bolsonaro

Psiquiatra forense Hewdy Lobo Ribeiro e mais duas psicólogas vão realizar ‘consultas médicas, psiquiátricas e psicológicas’ em Welbert de Souza Fagundes

A defesa de Welbert de Souza Fagundes, réu pela morte do sargento Roger Dias da Cunha, morto com um tiro na cabeça no início de janeiro de 2024 em Belo Horizonte, contratou o psiquiatra forense Hewdy Lobo Ribeiro e outros dois profissionais para realizar consultas clínicas, psiquiatras e psicológicas no acusado. Hewdy ganhou notoriedade em 2018 após realizar o laudo psiquiatra de Adélio Bispo de Oliveira, que esfaqueou o então candidato a presidência, Jair Bolsonaro (relembre o caso no fim da matéria.

A informação foi confirmada por Bruno Torres, advogado de Welbert. De acordo com o documento apresentado nesta terça (21) à Justiça, Hewdy e outras duas psicólogas da empresa Vida Mental Perícias, de São Paulo, vão realizar ‘consultas por teleatendimentos, para finalidades médicas clínicas e psiquiátricas com psicológicas, para o reeducando Sr. Welbert’. As consultas terão a participação dos três profissionais e devem durar de uma a duas horas. De acordo com o documento, podem ser solicitados novos horários, assim como exames médicos e psicológicos complementares. A equipe aguarda autorização para realizar as consultas.

Hewdy Lobo é um dos psiquiatras forenses mais respeitados do país, sobretudo em razão de sua qualificação, seriedade e história que construiu. Como o caso é complexo, precisamos de um profissional desta magnitude. A perícia realizada pelo Estado permanece e será realizada permanente. O trabalho de Hewdy é uma contribuição autorizada pelo Código de Processo Penal’, explica Bruno Torres, advogado de Welbert.

Hewdy Lobo Ribeiro realizou o laudo de sanidade de Adélio Bispo de Oliveira no fim de 2018 sem cobrar pelo serviço. O resultado do exame apontou que Adélio sofre de transtorno delirante grave. Depois, um novo laudo psiquiátrico apontou que o acusado sofre de doença mental e, por isso, não poderia ser responsabilizado pelo ataque ao político.

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