terça-feira, 19 de março de 2024

 




Welbert de Souza Fagundes tem 26 anos e cometeu o crime enquanto estava foragido da ‘saidinha’ de Natal


A Justiça negou um pedido de soltura de Welbert de Souza Fagundes e Geovanni Faria de Carvalho, réus por envolvimento na morte do sargento Roger Dias da Cunha, morto com um tiro na cabeça no início de janeiro, em Belo Horizonte. A decisão foi proferida no fim da tarde da última sexta-feira (15) pelo juiz Roberto Oliveira Araújo Silva, do Tribunal do Júri da capital mineira.


Réu pela morte de sargento em BH alega ter sido torturado por policiais em presídio


Na decisão, o juiz afirma que há risco dos réus voltarem a cometer crimes caso sejam soltos, ‘colocando em risco a ordem pública e a instrução criminal’. Além disso, o magistrado argumenta que a ‘prisão não é incompatível com a presunção de inocência e nem impõe aos réus uma pena antecipada’, já que os detentos estão presos por sua periculosidade’.


Além de manter as prisões, o juiz marcou para a manhã do dia 19 de abril a audiência de instrução e julgamento do caso, que será presencial. A audiência de instrução é a primeira etapa de um julgamento, em que as partes apresentam provas e argumentam diante do juiz. Além disso, testemunhas são ouvidas e debates para esclarecimento de fatos podem ocorrer.Sargento baleado

A ‘saidinha’, como é conhecida a saída temporária, ganhou relevância especial depois de um sargento da polícia militar ser baleado no dia 5 de janeiro. O suspeito do crime é um homem que estava em saída temporária da cadeia. Welbert de Souza Fagundes, de 26 anos, é apontado como o responsável por disparar várias vezes à queima roupa contra a cabeça do sargento da Polícia Militar, Roger Dias da Cunha, no bairro Novo Aarão Reis, Região Norte de Belo Horizonte.


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