segunda-feira, 11 de maio de 2026

 


O presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe (PL), afirmou que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), cotado para disputar o governo de Minas Gerais, “tem algumas dificuldades para levar a candidatura até o fim”. O empresário, também considerado para concorrer ao Palácio Tiradentes, avalia que Cleitinho “tem um perfil mais legislativo”. 


“Não cabe a mim julgar. Eu estou na disputa, então fica chato. Coloquei meu nome para somar e poder contribuir com o projeto do PL. Sempre achei que o Cleitinho tem algumas dificuldades para levar a candidatura até o fim. O perfil do Cleitinho, na minha leitura, é um perfil mais legislativo. Qual o risco para o Cleitinho levar a candidatura até o fim? É ele ganhar. Se ele ganhar, dependendo do resultado (da eventual gestão), a carreira política dele pode acabar neste próximo mandato”, analisou, em entrevista exclusiva a O Fator. 


Roscoe também disse que o desafio de administrar Minas Gerais “é muito grande” para qualquer candidato. No entanto, ressaltou a necessidade de que o novo governador seja capaz de dialogar em diferentes frentes. 


“Cleitinho faz política, mas uma política de lobo solitário, na mídia social, etc. Qual a diferença do meu perfil? Eu tenho experiência tanto na vida política, porque eu faço política (tanto)  na presidência da Fiemg, quanto na gestão. Eu faço política de articulação, que é o papel do governador”, analisou.


Questionado pela reportagem se poderia ser vice em alguma chapa, Roscoe confirmou essa possibilidade, mas rejeitou ter qualquer preferência entre Cleitinho e o atual governador Mateus Simões (PSD), outro nome cotado para uma eventual composição do PL em Minas. No entanto, se coloca como o pré-candidato mais próximo de dar continuidade ao trabalho de Romeu Zema (Novo).


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📷 Foto: reprodução/Facebook.


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