A mãe do candidato Matheus Menezes Matos, diagnosticado com nanismo, entrou em contato com a reportagem para denunciar uma nova suposta injustiça no Teste de Aptidão Física (TAF) do concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais.
Segundo o relato, Matheus refez o salto horizontal adaptado nesta semana e precisava atingir a marca mínima de 1,19 metro para ser aprovado. De acordo com a mãe, ele conseguiu alcançar a distância exigida, mas a banca examinadora teria realizado a medição de forma incorreta no momento da avaliação.
Ela afirma que possui um vídeo gravado durante a execução da prova e que as imagens mostram claramente que o candidato atingiu a marca mínima estabelecida no edital adaptado. O material já foi entregue ao advogado da família, que deverá utilizar as imagens para contestar oficialmente o resultado e buscar a revisão da reprovação.
O caso volta a gerar debate sobre acessibilidade, adaptação de provas físicas e critérios de avaliação em concursos públicos para pessoas PCDs.
