Aos pais e demais envolvidos que afirmam que houve exagero na publicação, é importante esclarecer: não se trata de sensacionalismo, mas de um fato grave envolvendo violência entre alunos. As imagens mostram um estudante sendo enforcado e agredido com socos, o que ultrapassa qualquer limite de “brincadeira” ou conflito comum.
Fui alvo de críticas em grupo atribuído ao Colégio Tiradentes de Lagoa Santa — cuja própria existência sequer existe— além de manifestações de alguns militares mais preocupados em preservar a imagem da instituição, dos oficiais do que em encarar a gravidade do ocorrido com os alunos.
O próprio posicionamento oficial da Diretoria de Educação Escolar da Polícia Militar de Minas Gerais confirma que a ocorrência existiu e que medidas administrativas e criminais foram adotadas, o que demonstra, de forma objetiva, a seriedade do caso.
A publicação foi feita com responsabilidade e tem como objetivo dar transparência aos fatos e reforçar a importância de um ambiente seguro para todos os alunos. Minimizar situações como essa não protege ninguém — apenas contribui para que episódios semelhantes continuem acontecendo.
Defender imagem institucional não pode estar acima da integridade física e emocional dos estudantes. Quem realmente se preocupa com o Colégio Tiradentes entende que reconhecer problemas e agir com firmeza é o que fortalece a instituição — não o silêncio ou a negação.
Violência não pode ser relativizada. Deixem de ser c0vardes.