Estão errando o alvo e, pior, se dividindo.
Ativo não é inimigo de veterano. Cada um tem suas limitações e sua forma de agir. Quem está na ativa sofre pressão, risco disciplinar e impacto direto na carreira. Já o veterano tem mais liberdade para se manifestar. Isso não é conflito, é diferença de papel.
Enquanto a categoria se divide, quem deveria ser cobrado assiste de camarote.
A responsabilidade é do governo, e é lá que a pressão precisa chegar.
Chegou a hora de transformar insatisfação em atitude. Vamos ocupar as redes sociais, cobrar posicionamento e deixar claro: sem valorização da Segurança Pública, não há apoio.
Cada comentário, cada marcação, cada postagem conta. E depois, nas urnas, a resposta precisa ser ainda mais clara.
Quem não valorizou, não merece voto.
