sábado, 21 de fevereiro de 2026

 


O reconhecimento ao trabalho do Sargento Rodrigues é legítimo. Ele, de fato, construiu uma trajetória de forte atuação nas pautas da segurança pública e muitos profissionais se sentem representados por essa postura combativa.

Mas também é verdade que nenhuma categoria avança sustentada por uma única liderança. Quando toda a expectativa recai sobre uma só pessoa, o peso se torna excessivo e o resultado tende a ser limitado. Representatividade coletiva exige mais vozes, mais articulação e, principalmente, unidade.

Enquanto a classe estiver fragmentada — com disputas internas, desqualificações e rivalidades — qualquer pauta perde força. Divergências são naturais. O que enfraquece é transformar diferença em divisão permanente.

Segurança pública se fortalece com coesão, estratégia e participação ampla. Lideranças são importantes. União é indispensável.

  O P I N I Ã O As entidades representativas da Polícia Civil e da Polícia Penal se reunirão com o vice-governador Mateus Simões nos dias 09...