O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), afirmou que o governo prepara operações policiais em nove áreas consideradas de risco no estado e que a presença das forças de segurança será mantida até que haja pacificação completa. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (21/1) no canal de O TEMPO no Youtube, Simões pontuou que a resposta do Estado ao avanço do crime organizado seguirá baseada no reforço ostensivo da polícia, com atuação permanente em regiões onde há tentativa de domínio territorial por facções.
Segundo o vice governador, Minas enfrenta desafios na segurança, mas destacou que o cenário ainda está distante do que ocorre em estados como Rio de Janeiro e São Paulo. Para Simões, situações como a mudança de rota de ônibus por medo da violência são sinais de alerta e exigem ação mais dura do poder público. Ele reforçou, no entanto, que a prioridade do governo é garantir a segurança de quem está nas ruas, afirmando que investimentos no sistema prisional ficam em segundo plano diante dessa necessidade.
Questionado sobre a situação penitenciária no estado, o governo, segundo Simões, aposta na criação de presídios especializados para criminosos ligados a facções e na ampliação do uso das Apacs para presos de menor periculosidade. Simões também garantiu que o Estado avalia ampliar o uso de tecnologia, como câmeras e reconhecimento facial, como ferramenta estratégica no combate ao crime.
No campo econômico, o vice governador afirmou que o governo trabalha para arrecadar mais de R$ 4 bilhões com uma operação envolvendo a Copasa. Segundo ele, o Estado manterá participação na companhia após a desestatização, sem venda do controle, e os recursos serão usados para acelerar obras de infraestrutura, especialmente rodoviárias. Simões destacou ainda que a infraestrutura deve ser a área mais beneficiada com os recursos do Propag.
Sobre os servidores públicos, Simões sinalizou a possibilidade de recomposição salarial a partir de 2026 e disse que o governo prepara a discussão da data-base em maio. Ele afirmou que o reajuste é um direito dos servidores, mas depende do limite financeiro do Estado, e reiterou que não haverá reestruturação de carreiras, com eventual reajuste geral seguindo a inflação.
No cenário eleitoral, o vice governador afirmou que a definição do nome que ocupará a vice em sua chapa ficará para depois da janela partidária e será uma decisão do governador Romeu Zema (Novo). Segundo Simões, as conversas com partidos como PL, PSD e aliados seguem avançando para a composição eleitoral em Minas Gerais.
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Segundo o vice governador, Minas enfrenta desafios na segurança, mas destacou que o cenário ainda está distante do que ocorre em estados como Rio de Janeiro e São Paulo. Para Simões, situações como a mudança de rota de ônibus por medo da violência são sinais de alerta e exigem ação mais dura do poder público. Ele reforçou, no entanto, que a prioridade do governo é garantir a segurança de quem está nas ruas, afirmando que investimentos no sistema prisional ficam em segundo plano diante dessa necessidade.
Questionado sobre a situação penitenciária no estado, o governo, segundo Simões, aposta na criação de presídios especializados para criminosos ligados a facções e na ampliação do uso das Apacs para presos de menor periculosidade. Simões também garantiu que o Estado avalia ampliar o uso de tecnologia, como câmeras e reconhecimento facial, como ferramenta estratégica no combate ao crime.
No campo econômico, o vice governador afirmou que o governo trabalha para arrecadar mais de R$ 4 bilhões com uma operação envolvendo a Copasa. Segundo ele, o Estado manterá participação na companhia após a desestatização, sem venda do controle, e os recursos serão usados para acelerar obras de infraestrutura, especialmente rodoviárias. Simões destacou ainda que a infraestrutura deve ser a área mais beneficiada com os recursos do Propag.
Sobre os servidores públicos, Simões sinalizou a possibilidade de recomposição salarial a partir de 2026 e disse que o governo prepara a discussão da data-base em maio. Ele afirmou que o reajuste é um direito dos servidores, mas depende do limite financeiro do Estado, e reiterou que não haverá reestruturação de carreiras, com eventual reajuste geral seguindo a inflação.
No cenário eleitoral, o vice governador afirmou que a definição do nome que ocupará a vice em sua chapa ficará para depois da janela partidária e será uma decisão do governador Romeu Zema (Novo). Segundo Simões, as conversas com partidos como PL, PSD e aliados seguem avançando para a composição eleitoral em Minas Gerais.
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