🚨SERVIDORA MINEIRA É INDICIADA POR DESVIAR 220 ARMAS DE DELEGACIA; INVESTIGAÇÃO APONTA VENDA PARA O CRIME ORGANIZADO
🚔Uma das maiores crises internas da Polícia Civil de Minas Gerais ganhou novo capítulo. A servidora pública Vanessa de Lima Figueiredo, de 44 anos, presa sob suspeita de desviar 220 armas de fogo da 1ª Delegacia do
🚨Barreiro, em Belo Horizonte, foi oficialmente indiciada pela própria instituição.
Segundo a Corregedoria da PCMG, o inquérito foi concluído e a investigada deve responder por peculato, crime previsto no artigo 312 do Código Penal, com pena que varia de 2 a 12 anos de prisão, além de multa.
🚔Venda de armas para facções: investigação expõe ligação com o crime organizado
As apurações revelaram detalhes alarmantes: parte do arsenal desviado teria sido vendida para organizações criminosas, incluindo o Terceiro Comando Puro (TCP), uma das facções mais violentas em atuação no país.
🚨A descoberta ocorreu após um suspeito ser detido portando uma arma que já havia sido apreendida anteriormente pela própria delegacia — o que levantou o alerta para o desvio em grande escala.
🚔Câmeras de segurança internas, segundo fontes ligadas à Polícia Civil, flagraram a servidora retirando armamentos de dentro da unidade. Com o dinheiro obtido no esquema, Vanessa teria comprado dois carros de alto padrão e realizado procedimentos estéticos.
Carreira na Polícia Civil: trajetória que contrasta com a gravidade do caso
🚨Vanessa ingressou na Polícia Civil após ser aprovada em concurso realizado em 2013. Em julho de 2014, tomou posse como analista da instituição. Passou por delegacias de Divinópolis e atuou também no Detran-MG, até ser transferida, em 2020, para a delegacia do Barreiro — local onde o desvio ocorreu.
🚨Em redes sociais, ela se apresentava como escrivã e divulgava ter cursado fisioterapia entre 2002 e 2005.
No Portal da Transparência, seu salário bruto registrado em setembro foi de R$ 7,5 mil.
Evolução do caso: indiciamento e próximos passos
🚔Com o indiciamento, os autos seguem agora para o Ministério Público, que decidirá se oferece denúncia à Justiça. Caso a denúncia seja aceita, Vanessa se tornará ré e será julgada em processo criminal.
Enquanto isso, ela permanece presa preventivamente.
🚨O que diz a defesa
O advogado de Vanessa, Lucas Furtado, classificou a prisão como “desproporcional” e afirmou que nenhum material ilícito foi encontrado durante as buscas autorizadas pela Justiça.
✅A defesa vai pleitear a liberdade provisória da Vanessa, porque entende não haver qualquer indício concreto no inquérito policial, completamente premeditado, que possa ensejar essa prisão preventiva”, declarou o advogado.
