segunda-feira, 8 de abril de 2024

Luto

 




ENTERRADO EM SANTA LUZIA

Policial atropelado e morto na Grande BH deixa filha de 2 meses: ‘abalados’

O sargento Ronei dos Santos, de 48 anos, morreu enquanto ia para o trabalho de motocicleta, ao ser atingido por um carro na contramão

Por Mariana Cavalcanti Publicado em 7 de abril de 2024 | 15h10 - Atualizado em 7 de abril de 2024 | 15h55

Policial morreu atropelado enquanto ia para o trabalho. Carro invadiu contramão e bateu de frente com a moto do militar 

Familiares, colegas e amigos se despediram na tarde deste domingo (7) do sargento Ronei do Santos, que morreu neste sábado (6) após ser atropelado por um carro que entrou na contra mão. O velório e sepultamento aconteceu no Cemitério do Carmo, em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte.
Bastante emocionados, os familiares do sargento não quiseram conversar com a reportagem. Além da esposa e um filho de dois meses, Ronei deixou seus pais idosos e um irmão. Durante a cerimônia, ele foi homenageado pelos colegas policias com uma saraivada de tiros. 
“O sargento Ronei era um profissional excelente, prestativo, conhecedor da legislação, trabalhava em prol da sociedade. Como amigo era dedicado, muito bem-quisto. A partida dele pegou todo mundo de surpresa”, lamentou Alan Cesameira Rodrigues, 2º sargento da Polícia Militar. 

Ronei dos Santos, de 48 anos, estava a caminho do trabalho pilotando uma moto quando foi derrubado pelo carro do suspeito, que entrou na contramão da avenida Heli Alencar da Silveira, no bairro São Geraldo, em Santa Luzia. A vítima chegou a ser socorrida, mas morreu ao dar entrada em uma unidade de saúde do município. 
Em entrevista exclusiva ao jornal O TEMPO neste sábado (6) o motorista do carro, que foi preso em flagrante por crime de homicídio, afirmou que teve a visão ofuscada pelo sol e por isso invadiu a faixa errada. O teste do bafómetro deu negativo.

“A pessoa fez uma conduta imprudente no trânsito e ceifou a vida do nosso irmão .Devido a pressa, foi fazer uma ultrapassagem em local proibido, e nos tirou nosso irmão de farda. A família dele está muito abalada”, relatou o sargento Alan Casameira.  

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