quinta-feira, 16 de novembro de 2023

 




O vice-governador de Minas Gerais Mateus Simões (Novo), que ocupa o cargo de governador em exercício, já que Romeu Zema está no Japão, comentou a reunião entre o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD) e o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Martins Leite (MDB). O encontro nesta quinta-feira (16)  contou ainda com a presença do líder do governo Zema na ALMG, deputado estadual João Magalhães (MDB), do coordenador da bancada mineira no Congresso Nacional,  deputado federal Luiz Fernando Faria (PSD) e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD)

Segundo Mateus Simões, o governador Romeu Zema pretende se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e com Rodrigo Pacheco assim que voltar da sua viagem para a Ásia para tratar do assunto. A expectativa é que esse encontro possa acontecer já na segunda-feira (20). 


"Zema já pediu reuniões mais uma vez com Rodrigo Pacheco e com o presidente Lula para que possa trazer essa discussão até ao presidente e ao STF. Contamos essa soma de esforços para que a RRF possa se dar da melhor forma possível ou ser substituída por uma solução melhor  ao longo do tempo, respeitando o prazo que temos até dezembro para não desobedecer a ordem judicial", disse. 


Esforço conjunto


Mateus Simões elogiou a iniciativa dos parlamentes de se reunirem para buscar um denominador comum na questão da dívida mineira, o que, segundo ele, é um dos grandes objetivos do governo de Romeu Zema. Em vídeo enviado para a imprensa, Simões ponderou, no entanto, que todas as iniciativas já haviam sido apresentadas pelo Palácio Tirandentes. 


"É importante ver que tanta gente se soma na busca de uma solução de um problema o qual o governo Zema tem lutado desde o primeiro dia de seu mandato. São dívidas feitas por outros governos que nós estamos tentando renegociar com a União desde 2019. Para isso, nós enviamos há mais de três anos para a Assembleia  um plano de recuperação fiscal, a única alternativa que nós temos prevista na lei para renegociar a dívida. (...)", afirmou.


@otempo

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