sábado, 11 de novembro de 2023

 


O Cosud quer que o estoque atual da dívida dos estados seja revisto, já que, de acordo com os cálculos do consórcio, 15% do passivo com a União é apenas do serviço da dívida. “Em vez de optar entre IPCA mais 4% e Selic, o que for menor, ao longo de um ano, nós queremos optar mês a mês, porque essa opção ao longo do ano causou uma deturpação de 15% do valor total das dívidas ao longo do tempo”, explicou Simões.


Em audiência pública recente, o secretário de Fazenda, Gustavo Barbosa, projetou que, mesmo com a adesão ao RRF, o Estado pagaria R$ 123,1 bilhões durante os nove anos de vigência do programa, e, ao fim do programa, a dívida seria ainda de R$ 210 bilhões, 34% superior ao valor atual, em razão dos encargos. “Isso (os encargos) vale para todos os estados, não só para Minas Gerais. Todos os estados que têm endividamento com o Tesouro Nacional têm esta regra. (...) Vou insistir: o RRF não perdoa a dívida, não reduz a dívida”, concluiu.


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O TEMPO


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