sábado, 18 de novembro de 2023

 


O Governo de Minas está em negociações avançadas com a Prefeitura de Belo Horizonte para investir recursos diretos no Carnaval da cidade no próximo ano. A expectativa do secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, é que entre entre recursos da lei de incentivo a cultura e aportes diretos mais de R$ 10 milhões sejam destinados para a folia em BH.

Os recursos oriundos do Estado vão ser destinados para ajudar no financiamento da estrutura física do evento, como aluguel de banheiros químicos, gradis e palcos. Conforme publicado por O Tempo, a falta de atratividade mercadológica do edital da prefeitura e a “disputa” de patrocínios com o Estado têm gerado mal-estar nos bastidores entre Executivos municipal e estadual.

"Há um compromisso do governo do Estado com a Prefeitura de BH e com os blocos de rua de ajudarmos com patrocínio direto também, pensando que o Carnaval é uma festa que gera um retorno financeiro expressivo para a economia da cidade. Será por recurso direito para fazer um Carnaval amplo, descentralizado, é preciso ter estrutura em toda a cidade e a lei de incentivo não atende amplamente. Então, para aqueles lugares onde a lei de incentivo não for, iremos ocupar esses locais com infraestrutura para que a festa seja para todo mundo", explicou o secretário.

Iniciativa. Segundo Leônidas, a ideia do Estado em começar a lançar a lei de incentivo a cultura destinadas especificamente para o Carnaval surgiu após integrantes dos blocos e escolas de samba de BH o procurarem. Para o próximo ano, além da negociação com a prefeitura de BH, o Governo de Minas prevê R$ 5 milhões de investimentos em todo o Estado através do edital “Carnaval da Liberdade Cemig 2024”. O certame vai contemplar projetos artísticos com temática carnavalesca já aprovados na Lei Estadual de Incentivo à Cultura ou que irão se inscrever no mecanismo.

"O que se fazia tradicionalmente com a abertura de licitações de cotas parecia estar passando por um esgotamento do modelo, então, as ligas, os grupos e os blocos me procuraram para ver se a gente conseguia auxiliar. Nós abrimos um edital (neste ano) com o apoio da Cemig e da Ambev e demos um empurrão muito bom 

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