Triste a situação do governador Mateus Simões, que parece ter tido como certa, nesses anos em que foi vice-governador, a possibilidade de suceder a Romeu Zema.
Sonhou muito com isso, naturalmente, e articulou, mas pelo que se vê, num juízo reforçado pela análise dos entendidos dessas relações, que a precipitação pode ter lhe causado o insucesso que atualmente se percebe nas medições de sua pré-candidatura ao governo do Estado.
Mateus não constrói e tem um marketing sofrível, o que faz com que os índices percentuais de preferência pelo seu nome nas pesquisas pré-eleitorais divulgadas, o coloquem quase na rabeira dos nomes avaliados.
As novidades surgem a cada minuto: agora há uma pressa imensa de alguns nomes influentes em Minas, todos reunidos no grito comum de que “nós ainda não decidimos se vamos apoiá-lo”.
Claro: está muito cedo. E ainda há que se considerar que Mateus é jovem; se não for em 2026, haverá outros momentos para se apresentar, em Minas ou no Tocantins, seu Estado natal.
Luiz Tito
