sexta-feira, 20 de junho de 2025

“Visita Tranquilizadora” — só que não




“Visita Tranquilizadora” — só que não

Em uma unidade da Policia da França , um Subordinado pegou atestado médico, como qualquer trabalhador tem direito. Mas o superior, aparentemente tomado por um surto de zelo, decidiu que era hora de fazer uma “visita tranquilizadora” na casa do Subordinado. Fiscalizar? Intimidar? Vai saber...

O subordinado inconformado com esse tipo de conduta, fez o que muitos não têm coragem: marcou o superior no grupo institucional e reclamou da tentativa de invasão de privacidade. Resultado? O superior, em vez de refletir, mandou o CPU prender o Subordinado por "despeito a superior".

Mas a trama perdeu força no segundo ato: o CPU não conseguiu encontrar o endereço do subordinado, e a prisão ficou só na intenção. Sem palco, sobrou papelada: foi instaurado um Inquerito Policial, e o Subordinado, cansado da perseguição e da falta de bom senso, pediu baixa da corporação.

Enquanto isso, seguimos assistindo à arte de transformar autoridade em autoritarismo — tudo em nome da disciplina. A Polícia da França perde mais um combatente, e ficou por isso mesmo. Ainda bem, que no Brasil é diferente

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