segunda-feira, 27 de abril de 2026

@asprapmbm Em entrevista à ltatiaia, o diretor administrativo da ASPRA, Heder Martins, deixou claro que o encaminhamento da PEC 40 à ALMG não implica em apoio à reeleição de Mateus Simões. Assim que a PEC tramitar, o foco das entidades trabalhar pela aprovação do texto, deixando as disputas políticas e jurídicas para os parlamentares governo resolverem. A ASPRA não vai baixar a guarda e nem hipotecar apoio político!

 O diretor da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (Aspra), Heder Martins, afirmou que o governo de Minas deve apresentar um novo texto para garantir a recomposição salarial das forças de segurança.

Em entrevista à Rádio Itatiaia, nesta segunda-feira (27), Heder avaliou que a decisão está nas mãos do governador Mateus Simões, mas destacou a desconfiança das categorias em relação à atual administração.

Segundo ele, as entidades pediram o envio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trate da revisão geral anual. Heder criticou a articulação envolvendo o deputado Nikolas Ferreira, afirmando que pode ter havido uso político da interlocução com as forças de segurança.

Ele também apontou divergências sobre a legalidade da proposta: enquanto deputados alegam vício formal, o governo nega irregularidades. As entidades defendem a substituição do texto para garantir tramitação sem questionamentos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Heder afirmou ainda que as entidades não darão apoio político ao governador e cobrou o pagamento das perdas inflacionárias. Segundo ele, caso a PEC não avance, ficará a percepção de que houve apenas uso político da categoria.

A reportagem procurou o governo de Minas para comentar o novo texto, mas não houve retorno até o momento.