domingo, 1 de março de 2026

 


Na política, rótulos como direita, esquerda ou centro costumam servir como referência ideológica. No entanto, muitos eleitores avaliam lideranças não apenas pelo discurso, mas principalmente pelas decisões práticas e pelos interesses que parecem priorizar.

Quando se diz que Romeu Zema e Mateus Simões “não são de direita, nem de esquerda, nem de centro, mas do lado particular deles”, a crítica aponta para uma percepção de pragmatismo político — ou até de priorização de projetos próprios acima de alinhamentos ideológicos consistentes.

Esse tipo de avaliação surge quando há distanciamento entre o discurso adotado em campanha e as decisões tomadas no exercício do poder. No fim, mais do que o rótulo ideológico, o que pesa para a opinião pública são as ações concretas, os resultados entregues e a coerência entre fala e prática.



Renata Pimenta