Deputados da base governista na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) querem votar nesta semana, ao menos em 1° turno, o projeto de lei que recompõe em 5,4% os salários do funcionalismo público. A ideia é acelerar a tramitação, visto que, pela Legislação Eleitoral, a sanção do texto tem de acontecer até 3 de abril.
O projeto de recomposição salarial já está pronto para a primeira votação em plenário. Depois que isso acontecer, será preciso reenviar a matéria à Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO). Passada a etapa de reexame por parte do colegiado, a proposição poderá ser analisada em 2° turno.
A proposta de recomposição foi encaminhada ao Legislativo em 11 de março pelo ex-governador Romeu Zema (Novo), mas só começou a tramitar na semana passada. Em caso de sinal verde dos parlamentares à correção dos vencimentos, a lei será sancionada por Mateus Simões (PSD), empossado chefe do Executivo nesse domingo (22).
Nas contas da equipe econômica do Palácio Tiradentes, a reposição salarial terá custo anual de cerca de R$ 3,4 bilhões. Na mensagem encaminhada aos deputados para avisar sobre o envio da proposta, Zema escreveu que o índice ofertado está “em patamar superior à inflação acumulada no ano de 2025”, que ficou em 4,26%.
