quarta-feira, 18 de março de 2026

 


A dívida do Estado de Minas Gerais com o Instituto de Previdência dos Servidores Militares de Minas Gerais não possui um valor único e consensual, variando conforme o critério adotado por cada órgão ou entidade. O governo estadual reconhece oficialmente cerca de R$ 1 bilhão em débitos, enquanto o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais já apontou valores próximos de R$ 3,1 bilhões relacionados principalmente à ausência de repasses obrigatórios. Em discussões realizadas na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, estimativas indicaram que o montante pode chegar a aproximadamente R$ 4,3 bilhões, considerando períodos mais amplos sem repasse da contribuição patronal. Já entidades representativas de militares sustentam que a dívida total pode atingir cerca de R$ 7 bilhões, ao incluir todo o passivo acumulado ao longo dos anos, com correções e encargos. Essa diferença significativa ocorre porque há divergência sobre o que deve ser contabilizado, especialmente em relação aos repasses patronais não realizados desde 2020, compensações feitas pelo Estado e a inclusão de juros e atualização monetária. O ponto central do problema é a interrupção desses repasses, que impacta diretamente o financiamento da assistência à saúde e previdência dos militares estaduais, refletindo na rede credenciada e no atendimento aos beneficiários.

Fontes: Assembleia Legislativa de Minas Gerais; Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais; Instituto de Previdência dos Servidores Militares de Minas Gerais; Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais.

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