sexta-feira, 21 de novembro de 2025


 *Regime Totalitário*💀😵🇨🇳🇨🇳🇨🇳🇨🇳🚩🚩🚩🚩🚩


》Aparentemente, Tian Mingjian tinha tudo: um uniforme condecorado, uma esposa, uma filha e um futuro promissor dentro do Exército Popular de Libertação da China. Mas debaixo dessa fachada havia uma ferida impossível de esconder: ele e a esposa desejavam ampliar a família, um desejo simples, humano... que a política do filho único tinha transformado em crime.


Quando a gravidez de sete meses foi descoberta, a maquinaria do estado impôs-se com toda a sua frieza. Um oficial de “controle de natalidade” obrigou a mulher a um aborto forçado. No bloco operatório não morreu apenas o filho não nascido: ela também morreu. Tian perdeu tudo em um instante. E com isso, perdeu também o freio da sanidade.


Uns dias depois, ele entrou armado em sua base militar. Atirou primeiro contra o agente que tinha denunciado a esposa. Depois, contra outros companheiros. Deixou para trás um rasto de mortos e feridos, e depois saiu da base. Sua fúria se espalhou pelas ruas de Pequim, contra oficiais e civis. O caos tomou conta da cidade.


Quando finalmente um atirador o matou com um tiro na cabeça, 29 pessoas tinham morrido e mais de 200 ficaram feridas, segundo os números oficiais.


A história de Tian não é um relato de justiça, mas de tragédia. Um homem tornou-se assassino, mas antes disso, um marido destroçado pela perda mais brutal: a da esposa e do filho, arrancados pelo poder do Estado.


Na sua fúria fica a questão amarga: o que teria acontecido se aquela gravidez nunca tivesse sido interrompida? Talvez nunca saibamos. A verdade é que, naquele dia de 1994, Pequim testemunhou como o desespero de um homem pode se transformar em massacre.

Ontem foi realizado um café compartilhado com os veteranos em Ipatinga, na residência do Sgt. Peixoto.

 Ontem foi realizado um café compartilhado com os veteranos em Ipatinga, na residência do Sgt. Peixoto. O encontro reuniu aproximadamente 60...