sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Nikolas sinaliza que não vai concorrer ao governo de Minas e base do PL nega apoio a Mateus Simões.

 


ELEIÇÕES 2026

Nikolas sinaliza que não vai concorrer ao governo de Minas e base do PL nega apoio a Mateus Simões.


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O TEMPO — Política


Nikolas sinaliza que não vai concorrer ao governo de Minas e base do PL nega apoio a Mateus Simões


Deputado federal comentou após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília.

21 de novembro de 2025 | 15:13


O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) indicou nesta sexta-feira (21/11) que não deverá disputar o governo de Minas nas eleições de 2026. Após visitar Jair Bolsonaro, o parlamentar afirmou que não recebeu pedido para lançar candidatura ao Palácio Tiradentes e que deve buscar a reeleição para a Câmara.


Segundo Nikolas, a decisão envolve preservar sua imagem política diante do cenário indefinido no campo da direita e da possível prisão de Bolsonaro. Ele mencionou que governadores como Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Tarcísio de Freitas despontam como nomes nacionais para 2026.


O deputado reconheceu a complexidade do governo mineiro e disse que é essencial evitar o retorno do PT ao comando do Estado.



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Rota de colisão no PL


Enquanto Nikolas hesita sobre disputar o governo, cresce dentro do PL a resistência à possibilidade de apoiar o vice-governador Mateus Simões (PSD). A relação desgastada do governo Zema com as forças de segurança alimenta o clima de insatisfação.


Deputados do PL acusam Simões de tentar se aproximar oportunisticamente do partido. A ida recente de Simões ao Bope, ao lado de Nikolas, para anunciar uma emenda de R$ 1 milhão, causou desconforto na bancada, que reclama de falta de reconhecimento por suas próprias emendas à segurança pública.


O deputado estadual Eduardo Azevedo (PL) defende que o partido apoie o senador Cleitinho Azevedo ao governo. Já o deputado Sargento Rodrigues, presidente da Comissão de Segurança Pública da ALMG, afirmou que não contará com ele caso o PL feche com Simões.


Parlamentares do PL em Brasília também rejeitam a aliança, citando falta de avanços para a segurança em quase oito anos de governo Zema.


O presidente do PL em Minas, Domingos Sávio, disse buscar consenso e manter diálogo com o PSD, mas reforçou que a decisão final depende de quem substituirá Bolsonaro na disputa presidencial.



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Posicionamento de Simões


Aliados do vice-governador avaliam as críticas com naturalidade e dizem acreditar em uma possível aliança com o PL em 2026. O PSD considera o partido um parceiro estratégico e aposta que as diferenças poderão ser ajustadas.




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