domingo, 8 de março de 2026

 


A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) afirmou que não há evidências de discriminação no concurso para delegado questionado pelo advogado goiano Matheus Menezes, que tem nanismo e foi eliminado após o Teste de Aptidão Física (TAF).


Segundo nota da corporação enviada ao Mais Goiás, o candidato participou normalmente do processo seletivo e foi considerado inapto apenas na etapa biofísica, responsável por avaliar a capacidade física dos participantes e prevista no edital e na legislação da carreira policial.


Matheus afirma que se inscreveu como candidato com deficiência e solicitou adaptações para a prova física, mas realizou os testes com os mesmos critérios aplicados aos demais participantes. A PCMG informou que o TAF é uma etapa obrigatória do concurso e destacou que candidatos com deficiência já foram aprovados em concursos anteriores, inclusive em fases que exigiam testes físicos.


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Por @jeiceoliveiras/Mais Goiás | Foto: Reprodução


👉O problema está na construção do edital, como o edital oferece vaga para pcd, ele se inscreve, passa por todo processo inicial, e quando chega no TAF não é adaptado pra ele? 

Acho que a banca errou sim, sabia que tinha uma pessoa com baixa estatura, e mesmo assim continuou com o processo, se não iria adaptar, não tivesse aceito a inscrição dele.