A dívida de Minas não cresceu por acaso.
Em seis anos, o passivo do Estado saltou de R$ 114,7 bilhões para mais de R$ 201 bilhões. Um aumento superior a 75% sob a gestão Romeu Zema, mesmo com pagamentos bilionários realizados e sem novas operações de crédito contratadas, segundo o próprio governo.
Juros elevados, decisões judiciais, regras do Regime de Recuperação Fiscal e a relação com a União ajudaram a empurrar a conta para frente. O resultado é um problema estrutural que hoje limita investimentos, pressiona o orçamento e define o debate político em Minas.
Agora, a aposta está no Propag para tentar conter a escalada da dívida. A pergunta que fica é simples: será suficiente para virar essa página?
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